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Selecção Caminhos (2019)

A produção nacional parece responder a um género de chamado conceptual, apresentando anualmente temáticas que se cruzam, independentemente da distância, quanto à sua forma e resultado. Nesta XXV Edição do festival Caminhos, a questão memória foi evocada constantemente, despoletada pela organização do nosso acervo aquando da idealização do conceito desta presente edição e celebração.

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Antevisão do dia 26 de Novembro

Com a chegada do terceiro dia do Caminhos do Cinema Português chegam também três dinâmicos blocos de cinema cujas obras apresentadas se interligam. No primeiro serão exibidos Sombra Luminosa, de Francisco Queimadela e Mariana Caló, Quantas Vezes tem Sonhado Comigo?, de Júlia Buísel e O Homem Pykante – Diálogos Kom Pimenta, de Edgar Pêra num registo que aproxima o homem e a sua obra ou, mais concretamente, do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, os pensamentos e os espaços de Fernando Pessoa e finalmente a poesia de Alberto Pimenta.
Num segundo bloco, os Caminhos apresentam um conjunto de obras centradas em tempos idos – pela sua componente artística ou mesmo pela abordagem os tempos pré-25 de Abril com as obras Entre Sombras, de Alice Eça Guimarães e Mónica Santos, Nevoeiro, de Daniel Veloso e ainda A Casa, de Rui Simões.
Finalmente, no último bloco da competição oficial, exibido no Teatro Académico Gil Vicente, a temática das obras apresentadas prende-se com o indivíduo e a comunidade explorando momentos de um interior profundo através da animação, a perspectiva singular de alguém pertencente ao Bairro do Aleixo e, finalmente um membro de uma comunidade piscatóra e a sua próxima relação com o rio e com a terra nas obras Agouro, de Vasco Sá e David Doutel, Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Jr. e Terra Franca, de Leonor Teles.

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Seleção Caminhos (2018)

Programar é um dos passos finais desta “mise-en-scène”, onde se vê tudo e se mostra parte de acordo com quem vai ver. Nesta XXIV Edição do festival Caminhos do Cinema Português, continuamos a acreditar que os criadores cinematográficos devem ser sempre equiparados aos autores de todas as outras artes já historicamente estabelecidas e por isso tratados com o mesmo cuidado e consideração. Seja qual for o seu formato, género, localidade ou até suporte financeiro, seremos sempre um catálogo vivo das principais manifestações audiovisuais que marcaram o ano desde a nossa última edição.

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Apresentação da Seleção Caminhos

Todos os anos nos são apresentados novos tipos de desafios aquando da selecção e programação do cinema criado no nosso país. Mesmo recebendo apenas aquelas obras que foram produzidas depois da nossa última edição, vemos que anualmente o fluxo de inscrições tem sido constante e muito diverso.

Apesar de acreditarmos que nem tudo o que se mexe em ecrã deva ser considerado cinema, todas as inscrições são colocadas ao mesmo nível de análise, desprendendo-nos de critérios formais (como o autor ou a produtora) e ansiando pela criação de momentos cinematográficos em sala. Esses momentos vêm de fora para dentro, pois tudo dentro de nós é movimento que – devidamente inspirado – nos leva a escapar os limites físicos desta realidade, criando o filme uma nova foprma de existir que, como é interior, é só nossa.

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