A Presidência da República confirmou a concessão do Alto Patrocínio do Presidente da República à 32.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, que se realiza de 14 a 21 de novembro em Coimbra e na Região Centro.
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Estão abertas as inscrições para a 32.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, a decorrer em Coimbra, convidando realizadores, produtores e criadores audiovisuais de Portugal e do mundo a submeterem as suas obras até ao dia 30 de julho de 2026, para integração nas secções competitivas e mostras paralelas do Festival.
As candidaturas são submetidas através da plataforma FilmFreeway, de acordo com o regulamento do Festival que aceita filmes de ficção, documentário, animação e cinema experimental, tanto de curta como longa-metragens.
Este ciclo é dedicado às representações do tempo e do trabalho reprodutivo no cinema. Integrando a programação da Casa do Cinema de Coimbra, no âmbito do projeto exploratório CINE-TEMPO, coordenado por Patrícia Sequeira Brás, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e desenvolvido no CEIS20 – Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade de Coimbra.
Esta terça-feira, dia 24 de novembro, sugerimos-lhe que fique a conhecer “Listen” (Ana Rocha), o candidato português aos Óscares. Propomos-lhe ainda uma viagem ao coração rural de “Entre Leiras” (Cláudia Ribeiro), filme rodado entre o Douro e o Tâmega.
Já ao final da tarde e na companhia de vários cineastas portugueses, a nossa sugestão passa pela primeira longa-metragem de Gonçalo Waddington – “Patrick” – filme que é antecedido por três curtas: “Suspensão“, “Úrsula” e “Moço“.
Esta segunda-feira, dia 23 de novembro, propomos-lhe que fique a conhecer melhor o trabalho de Rodrigo Areias, cineasta que assina as duas películas (“Vencidos da Vida” e “Surdina“) que inauguram a tela do Teatro Académico de Gil Vicente, pelas 10h30.
Sugerimos-lhe ainda que se deixe comover pelas histórias de perda, morte e luto que “Desterro” (Maria Clara Escobar) leva até ao grande ecrã. E, por fim, que se deixe enternecer pela conexão inesperada que, em “Estrada para o Céu” (Pedro Vaz Simões), começa a nascer entre mãe e filho.
De Ponte de Lima a Coimbra, o VI Simpósio Internacional “Fusões no Cinema” reflete sobre a sétima arte a partir de um duplo ponto de vista: por um lado, do ponto de vista da educação, por outro, do ponto de vista da arte. O encontro vai realizar-se digitalmente nos dias 20 e 21 de novembro e 27 e 28 de novembro.
Esta sexta-feira, dia 20 de novembro, propomos-lhe que, na impossibilidade de dar a volta a mundo, dê a volta à estátua de Fernão de Magalhães, tendo por companhia o filme “Entrada Proibida a Pessoas Estranhas aos Navios” (André Torres). Sugerimos-lhe que conheça também o relato de um jovem de 19 anos que reflete sobre o seu passado num campo de refugiados na Grécia, em “Por Detrás de um Rosto” (José Rocha Pinto).
“O Cordeiro de Deus” (David Pinheiro Vicente) é o filme que encerra a nossa lista de destaques, com um retrato sensual, violento e de profunda devoção religiosa de uma família humilde.
O Festival Caminhos do Cinema Português entra no seu sexto dia com uma programação marcada pela energia da música, pela memória cultural e pelas vozes marginais que o cinema traz para o centro. Entre Cabo Verde, São Paulo e Coimbra, o dia de quinta-feira — 20 de novembro — propõe uma viagem sonora e emocional: do ritmo afro de Orlando Pantera ao techno português dos anos 90, do silêncio do luto à pulsação da dança.
O Festival Caminhos do Cinema Português chega ao seu quinto dia celebrando algumas vozes que moldaram o imaginário português — da literatura ao cinema, da memória ao desejo. Esta quarta-feira, 19 de novembro, o festival escuta Vergílio Ferreira e Natália Correia e testemunha a persistência de António Ferreira fazer cinema em Coimbra.




