Este domingo, dia 15 de novembro, propomos-lhe uma tríade de reflexões relacionadas com a memória: a memória e a doença de Alzheimer, em “Mãos de Prata” (Catarina Gonçalves); as memórias do quotidiano captadas por câmaras de vigilância desprotegidas, em “Panopticon” (João Pedro Mateus); e uma memória quase em forma de tributo à vida de Cesina Bermudes, a obstetra anti-Estado Novo que introduziu os partos indolor em Portugal, em “Parto Sem Dor” (Maria Mire).
Tag coimbra
O Festival Caminhos do Cinema Português inicia no sábado, 15 de novembro, a sua 31.ª edição, dando desde logo nota da diversidade de atividades que se estendem por vários espaços da cidade e se dirigem a todos os públicos.
Ao longo de oito dias, Coimbra volta a afirmar-se como o epicentro do cinema nacional, com uma programação que inclui mais de 110 filmes, a realização de masterclasses e mesas-redondas e a inauguração de uma exposição dedicada ao trabalho das mulheres no cinema português. Toda a informação está disponível em caminhos.info.
Este sábado, dia 14 de novembro, sugerimos-lhe que conheça a Ella de “A Greenhouse” (Francisco Pereira Coutinho), uma mulher dividida entre a atração pelo florista do bairro e a necessidade de preservar um casamento menos convencional do que à primeira vista nos pode parecer. Propomos-lhe, ainda, uma viagem a Nova Iorque à boleia de “Carnage” (Francisco Valente) e uma reflexão sobre o erotismo, o obsceno e o erótico em “The Kiss” (Miguel De).
Demos início à XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português há uma semana: na passada sexta-feira, dia 13 de novembro. Apesar do mau fado que os mais supersticiosos poderiam ter atribuído à data, esta edição tem superado as nossas expectativas. Conseguimos reinventar-nos face a restrições horárias que nos impediram de promover sessões noturnas e ao fim-de-semana e, exibição após exibição, temos provado que, apesar de separados por medidas, continuamos unidos pela cultura.
Esta sexta-feira, dia 13 de novembro, propomos-lhe uma viagem até ao mundo apocalíptico de “Bunker ou Contos que Ouvi Depois do Mundo Acabar” (João Estrada), sugerimos-lhe que conheça a menina e a mulher de “Sonho de um Verão” (Inês Nunes) e que se deixe arrepiar por uma certa “Canção de Embalar” (João Pedro Frazão).
No dia em que Coimbra se soma à lista de concelhos com risco elevado de infeção por Covid-19, o cineasta Rui Simões e a realizadora e académica Raquel Rato reuniram-se em torno da mesma mesa virtual para falar sobre “Cinema em Tempos de Crise”. Uns minutos após as três horas da tarde, assomaram em frente ao ecrã na companhia de Abílio Hernandez, professor aposentado da Universidade de Coimbra, convidado para assumir o papel de moderador do painel.
Novo prazo: 31.º Festival Caminhos do Cinema Português recebe candidaturas até 15 de julho
2025-07-03O prazo de inscrições para a 31.ª Edição do Festival Caminhos do Cinema Português foi estendido para o dia 15 de julho. Cineastas de Portugal e do mundo ainda podem submeter os seus filmes via FilmFreeway para as secções competitivas Seleção Caminhos, Seleção Ensaios e Outros Olhares, além das diversas mostras paralelas.
A 31.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português revelou o seu palmarés, distinguindo obras que afirmam a diversidade, a inovação e a vitalidade do cinema nacional contemporâneo. Entre longas de ficção, documentários, animação e cinema universitário, o júri e o público premiaram filmes que tratam a memória, o território, a identidade e as novas linguagens cinematográficas. «La Durmiente», de Maria Inês Gonçalves, recebeu o Grande Prémio Cidade de Coimbra, enquanto «Paraíso», de Daniel Mota, reforçou o reconhecimento ao conquistar não apenas o Prémio de Melhor Documentário, mas também o Prémio do Público FILMin.
As inscrições para a 31.ª Edição do Festival Caminhos do Cinema Português estão abertas até 30 de junho. Cineastas de Portugal e do mundo podem submeter os seus filmes via FilmFreeway para as secções competitivas Seleção Caminhos, Seleção Ensaios e Outros Olhares, além das diversas mostras paralelas.



