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Premiados da XXIV edição

Terminou a 1 de dezembro a XXIV edição dos Caminhos do Cinema Português. Das cinco equipas de júri; Caminhos, Ensaios, FICC, Imprensa CISION e Público, resultaram 26 premiações dais quais “Cabaret Maxime”, de Bruno de Almeida, foi o filme que mais galardões alcançou, nomeadamente Melhor Banda Sonora, para Manuel João Vieira, Melhor Realização, para Bruno de Almeida, Melhor Direção Artística, para João Torres, Melhor Actor Secundário para John Wentinmiglia e o Grande Prémio do Festival.

Destaque ainda para “Até que o Porno nos Separe” de Jorge Pelicano que na sua primeira exibição alcançou o prémio de Melhor Documentário Universidade de Coimbra e o Prémio do Público Chama Amarela, “Por Tua Testemunha” de João Pupo com os Prémios de Melhor Argumento Adaptado e de Melhor Actor para Fernando Rodrigues, “Aparição”, de Fernando Vendrell, que conquistou os prémios de Melhor Atriz Secundária e Melhor Guarda-Roupa, “Maria”, de Catarina Neves Ricci, com os prémios de Melhor Atriz e Menção Honrosa do Júri FICC, Anteu, de João Vladimiro, premiado com o Prémio Melhor Comunicação e Promoção Ivity Brand Corp. e Melhor Curta-Metragem Turismo do Centro, “Entre Sombras”, de Mónica Santos e Alice Guimarães, Melhor Animação e Menção Honrosa do Júri de Imprensa CISION e, finalmente, para “Terra Franca”, de Leonor Teles, que alcançou os prémios D. Quijote da Federação Internacional de Cineclubes e o Prémio de Melhor Longa-Metragem de Ficção Europcar.

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2.ª chamada Call for papers para Simpósio “fusões no cinema”

Na sequência do grande interesse demonstrado pelos participantes no final do prazo regular de submissão do simpósio, informamos todos os interessados que decidimos abrir uma segunda fase para submeter a sua proposta de comunicação até ao dia 15 de Outubro de 2014. Consulte toda a informação na página do simpósio. As inscrições decorrem aqui.

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Voluntariado

Os Caminhos do Cinema Português são um conjunto de atividades que culminam na forma do único festival generalista dedicado à filmografia nacional. É igualmente o maior festival realizado em contexto universitário. Iniciaram-se estes caminhos em 1988 na forma de mostra, realizando-se as três primeiras edições até 1990, sendo retomados sob a forma de festival em 1997. Desde então têm promovido a cinematografia nacional acompanhando o seu crescimento. Apresenta-se com duas secções competitivas onde atribui 26 prémios e várias secções paralelas. Presentemente o festival é o único evento que coloca em competição não só a filmografia profissional e académica, mas também todos os contributos técnicos que permitem a materialização do cinema contemporâneo português. Para além da exibição os Caminhos promovem um conjunto de atividades de formação e investigação prática e teórica sobre a sétima arte. Estão abertas as inscrições para voluntariado no festival até 1 de Novembro.

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Últimas horas do Call for Movies

Desde 1 de maio está a decorrer o Call for Movies da XXIV Edição dos Caminhos do Cinema Português, terminando oficialmente amanhã, 31 de julho.

Dedicada essencialmente às produções nacionais realizadas desde o final do prazo de inscrições da XXIII Edição do festival, a organização do festival convida todos os produtores, realizadores e criadores portugueses a concorrerem às secções competitivas e paralelas existentes no festival. As duas Secções competitivas diferem no tipo de obras que acolhem, mas têm o mesmo objetivo, a promoção de todo o Cinema Português.

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A Costureirinha integra Panorama do Cinema Português do Festival de Avanca

Curta-metragem “A Costureirinha” produzida no âmbito da 6.ª edição do Curso de Cinema Cinemalogia em Coimbra integra seleção oficial, Panorama do Cinema Português, da 22ª edição do Avanca Film Festival. A exibição decorrerá hoje, 29 de Julho, pelas 18:30 no Cinema Dolce Vita Ovar.
O filme cuja coordenação de realização foi assumida por Telmo Martins, contou com um conjunto de formadores de referência do espectro cinematográfico nacional e possibilitou aos formandos do curso a materialização de um projeto fílmico único.

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Encerramento e Entrega de Prémios a 3 de dezembro

A XXIII Edição do Festival Caminhos do Cinema Português não podia terminar sem um dos momentos altos do evento. A cerimónia de encerramento e respetiva entrega dos prémios são um marco fundamental para o reconhecimento do melhor que se produz no cinema e indústria cinematográfica portuguesa.

E os Caminhos são um evento especial. Mais do que replicar inesgotavelmente uma fórmula, procuramos inovar e reconhecer todos os que procuram promover o Cinema português, técnicos e artistas, e não apenas os filmes. E foi isto que nos moveu, criando programações em ambas as secções competitivas e não competitivas com novas perspetivas e abordagens.

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Outro Eu surge ao quinto dia

A 23ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português segue para o quinto dia de exibição de filmes, com um total de sete sessões. As sessões, do dia 1 de dezembro, iniciam-se às 14:30 horas, no Mini – Auditório Salgado Zenha, com “Viagens Filosóficas” da série “No Trilho dos Naturalistas”, realizado por Susana Nobre. Este episódio irá narrar as histórias sobre a ciência moderna portuguesa, levando-nos assim numa viagem sobre o estudo da botânica no decorrer dos anos que remonta ao século XVIII. A Seleção Caminhos terá 3 exibições, destacando-se a sessão das 17:30 horas, no TAGV, com “A Ilha dos cães” de Jorge António, uma adaptação do romance “Os Senhores do areal” do escritor angolano Henrique Abranches. “A ilha dos cães” conta com a participação de Nicolau Breyner, umas das suas últimas interpretações, e de João Cabral, presente na sessão de abertura do Festival. Também se poderá assistir aos filmes “Já passou” de Sebastião Salgado que recebeu o Prémio para Melhor Curta Metragem Internacional no 15º Rome Independent Film Festival e, ainda, “O dia em que as cartas pararam” de Cláudia Clemente que retrata uma paixão proibida vivida por um agente da PIDE e uma estudante universitária. A última sessão da Seleção Caminhos começará às 21:45 horas, no TAGV, com a estreia da curta – metragem “O Sapato” de Luís Vieira Campos. Seguir-se-ão as curta – metragens “Hei de morrer onde nasci” de Miguel Munhá, “Humores Artificiais” de Gabriel Antunes e “Flores” de Jorge Jácome. Para terminar passarão os documentários “Longe da Amazónia” de Francisco Carvalho e “Tudo o que imagino” de Leonor Noivo. O quinto dia do festival encerra com mais uma Master Sessions, com o tema “O Outro Eu” com moderação de Bruno Fontes e participação de Leonardo Mateus, Jorge António e Luís Vieira Campos.

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Crónica do Festival – III

No terceiro dia do Festival “Caminhos do Cinema Português” teve lugar, no Miniauditório Salgado Zenha às 14.30h, a primeira sessão do ciclo “No Trilho dos Naturalistas”, uma iniciativa cujo objetivo é transportar o espetador, através do cinema, para territórios ao mesmo tempo próximos e longínquos, como os dos países africanos de língua portuguesa, instalando a ênfase no contacto do humano com a natureza e na forma como esta pode ser lida por ele. Ontem foi a vez de Angola, de João Nicolau, e teremos a possibilidade de assistir a mais três sessões deste ciclo nos próximos dias (até sábado).

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Caminhos em Cartaz

Nesta vigésima terceira edição do festival Caminhos do Cinema Português irá acontecer pela primeira vez num festival nacional a promoção, premiação e concurso de critérios de comunicação, tais como a criação de posters, postais entre outras formas de divulgação de obras cinematográficas.

Assim, durante toda a extensão do festival, o público poderá encontrar no foyer do Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) em exposição os cartazes dos vários filmes em exibição no próprio festival. Desta forma estará facilitada a apreciação pelo nosso painel de jurados deste ano como dos próprios espectadores.

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Ao quarto dia …

A 23º edição do Festival Caminhos do Cinema Português já vai a meio, mas ainda há muitos filmes a ser exibidos. No quarto dia do festival, temos de novo um total de oito sessões.

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Cinema para a geração ‹‹Juniores››

A XXIII edição do Festival Caminhos do Cinema Português irá decorrer entre os dias 27 de Novembro a 3 de Dezembro do presente ano civil. Esta edição à semelhança das anteriores, irá contar com uma atividade dedicada ao público infantil, os “ Caminhos Juniores”. Esta atividade tem como principal objetivo aproximar o público infantil da 7ª Arte, tendo uma uma intervenção cívica e humana.  Toda a programação tem o intuito de transmitir a este público uma mensagem, uma aprendizagem feita de forma diferente, uma aula que se realiza numa sala de cinema.

Desta maneira, a programação selecionada compromete-se a transmitir importantes mensagens para a formação cívica das crianças convidadas. Com um programa dinâmico e construtivo, as curtas metragens selecionadas, apresentam uma índole cultural e uma moral educativa de forma lúdica, de modo a desenvolver valores humanos e de companheirismo, aos nossos jovens convidados.

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Informações Gerais

Os Caminhos do Cinema Português, na sua 23.ª edição, decorrerão de 27 de novembro a 3 de dezembro. A organização compilou toda a informação para que saiba onde e como pode caminhar por estes encontros cinematográficos. Quaisquer esclarecimentos adicionais poderão ser solicitados pelo email [email protected] ou pelo telefone 239 851 069.

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Crónica do festival – I

O Festival “Caminhos do Cinema Português”, cuja 23ª edição terá lugar entre os dias 27 de novembro e 3 de dezembro de 2017, continua a ser – para além de um dos raros exemplos que conseguiu tal longevidade apesar da (aparente) desvantagem de não se realizar na Grande Lisboa ou no Grande Porto – o único festival de cinema em Portugal dedicado unicamente ao cinema português. Nunca é demais chamar a atenção para esta sua manifesta “imagem de marca” ao longo destes 23 anos, que formam um trajeto em que a vontade de exibir, divulgar e premiar o nosso cinema permitiu acompanhar a evolução tanto da obra dos seus nomes mais consagrados quanto de criadores que estão no início do seu percurso.

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Apresentação Selecção Ensaios (XXIII)

Começa a ser muito ténue a linha que desarticula aquilo que consideramos cinema produzido em contexto profissional do que é produzido em contexto académico, mas sabemos que aquilo que os une é, sem dúvida, uma qualidade e originalidade surpreendentes.

Assistir às sessões da Selecção Ensaios é sentir o sangue novo que sempre pautou o cinema (independentemente da idade do criador), é ser confrontado com técnicas e diálogos heterogéneos, ideias vanguardistas e inclusivamente conhecer novos intérpretes com performances inesperadas e por isso marcantes.

A Selecção Ensaios é assim um caminhar pelo cinema português e internacional desenvolvido academicamente. Esta aparente dualidade serve de objecto de discussão, fornecendo uma linha invisível de linguagem cinematográfica que une os novos artistas por todo o mundo. É um responder, por vezes quase em jeito de manifesto fílmico, do estado actual das coisas em Portugal e no mundo.

Convidamos todos a percorrer este caminho proposto nesta 23.ª edição, num percurso pelo cinema contemporâneo feito cá e lá fora.

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IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL FUSÕES NO CINEMA

Inicia hoje a IV edição do Simpósio Internacional Fusões no Cinema, a acontecer em São João da Madeira, encerrando no dia 18 de novembro. Sendo co-organizado pelo Festival Caminhos do Cinema Português e pela Unidade de Desenvolvimento dos Centros Locais de Aprendizagem (UMCLA) da Universidade Aberta, nesta edição podemos contar com a presença de vários docentes, investigadores, oradores convidados, especialistas e artistas de diferentes áreas, tais como Fran­cisco Gar­cía Gar­cía da Uni­ver­si­dad Com­plu­tense de Madrid, João Rita do Cine Club Arouca ou Daniel Mill da Uni­ver­si­dade Fede­ral de São Car­los. Estes irão analisar questões que remetem às práticas artísticas e educativas nos dias de hoje, assim como os novos papéis dos diferentes agentes envolvidos na dinâmica criativa e operativa da arte, da educação e da cultura. O certamente conta ainda com um painel de sessões paralelas com comunicações propostas por académicos de vários pontos do mundo que foram escrutinadas pelo Comité Científico num processo de Double Blind Review.

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