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Críticos «inesperados»: Alexandra Capelo, Ana Catalão, Clara Almeida Santos, David Falcão, Gaspar Nascimento e Vasco Andrade

Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — nem sempre ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. Esta abertura a novos olhares é um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e para ampliar os modos de ver, interpretar e pensar cinema. Acreditamos que o diálogo entre espectadores de diferentes áreas, idades e experiências enriquece a reflexão sobre as obras e torna o festival mais permeável ao mundo que o rodeia.

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21 NOV | O quotidiano que nos preocupa: do envelhecimento aos problemas atuais da juventude

O penúltimo dia do Festival Caminhos do Cinema Português propõe uma viagem entre geografias e estados de espírito — do Norte de Portugal à Grécia, do realismo íntimo à mitologia, da solidão à procura de sentido. Um dia de encontros entre casa e exílio, amor e desencanto, fé e dúvida. E já reservou lugar para a Cerimónia de Encerramento? Pode fazê-lo aqui.

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Caminhos apostou numa nova estratégia de comunicação: abrir o festival a críticos inesperados

Na edição deste ano, o Caminhos do Cinema Português adotou uma estratégia de comunicação que procura ampliar o diálogo entre o festival e os seus públicos, convidando críticos inesperados — vozes vindas de fora dos circuitos habituais da crítica de cinema — a escrever sobre as diferentes secções da programação. O objetivo é claro: diversificar os modos de olhar, interpretar e pensar o cinema, aproximando o festival de quem o vê, o estuda e o cria.

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«Naufragia», de Carolina Vaz Rebelo, por Ana Catalão

Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Ana Catalão, estudante da Licenciatura em Estudos Artísticos/FLUC,  escreveu sobre um dos filmes da Seleção Ensaios, que vai ser exibido no dia 21 de novembro, sexta-feira, às 14h30, na Casa do Cinema de Coimbra.

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«Imigrantes do Mar», de Manuel Vitorino, por Alexandra Capelo

Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Alexandra Capelo, estudante da Licenciatura em Estudos Artísticos/FLUC,  escreveu sobre um dos filmes da Seleção Ensaios, que vai ser exibido no dia 21 de novembro, sexta-feira, às 14h30, na Casa do Cinema de Coimbra.

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Corpos em Cena: Caminhos abre debate sobre ética, desejo e intimidade no cinema português

Da sensibilidade cinematográfica de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, à presença performativa e metamórfica de Ssel Marquesa, passando pela experiência ética e técnica de Stéphanie Breton, esta mesa reúne realizadores, performers e uma especialista em intimidade para pensar o corpo, o desejo e as suas políticas de representação.

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20 NOV | A música toma conta do dia no Caminhos: «Orlando Pantera», «Complô» e uma rave celebratória!

O Festival Caminhos do Cinema Português entra no seu sexto dia com uma programação marcada pela energia da música, pela memória cultural e pelas vozes marginais que o cinema traz para o centro. Entre Cabo Verde, São Paulo e Coimbra, o dia de quinta-feira — 20 de novembro — propõe uma viagem sonora e emocional: do ritmo afro de Orlando Pantera ao techno português dos anos 90, do silêncio do luto à pulsação da dança.

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19 NOV | Modos de olhar o mundo: identidade, migrações, envelhecimento, memórias e afetos no quinto dia dos Caminhos

O Festival Caminhos do Cinema Português chega ao seu quinto dia celebrando algumas vozes que moldaram o imaginário português — da literatura ao cinema, da memória ao desejo. Esta quarta-feira, 19 de novembro, o festival escuta Vergílio Ferreira e Natália Correia e testemunha a persistência de António Ferreira fazer cinema em Coimbra.

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«A Vida Luminosa», de João Rosas, por Vasco Andrade

Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Vasco Andrade escreveu sobre o filme que vai ser exibido no dia 19 de novembro, terça-feira, às 14h30, no Teatro Académico de Gi Vicente..

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