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Call for Movies · 32.ª edição

Estão abertas as inscrições para a 32.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, a decorrer em Coimbra, convidando realizadores, produtores e criadores audiovisuais de Portugal e do mundo a submeterem as suas obras até ao dia 30 de julho de 2026, para integração nas secções competitivas e mostras paralelas do Festival.

As candidaturas são submetidas através da plataforma FilmFreeway, de acordo com o regulamento do Festival que aceita filmes de ficção, documentário, animação e cinema experimental, tanto de curta como longa-metragens.

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20 NOV | A música toma conta do dia no Caminhos: «Orlando Pantera», «Complô» e uma rave celebratória!

O Festival Caminhos do Cinema Português entra no seu sexto dia com uma programação marcada pela energia da música, pela memória cultural e pelas vozes marginais que o cinema traz para o centro. Entre Cabo Verde, São Paulo e Coimbra, o dia de quinta-feira — 20 de novembro — propõe uma viagem sonora e emocional: do ritmo afro de Orlando Pantera ao techno português dos anos 90, do silêncio do luto à pulsação da dança.

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Conversas com os realizadores de «Outros Olhares»

As presenças de João Botelho, Leonor Areal, Frederico Corado e Rita Azevedo Gomes já estão confirmadas.

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Outros Olhares: do cinema para o ensaio, o arquivo, o teatro, a literatura e a instalação.

O cinema como palco para as mais diversas artes, num diálogo interdisciplinar constante. Destacamos o explícito diálogo entre o cinema e o teatro (em «Memórias do Teatro da Cornucópia», de Solveig Nordlund), a instalação («Ouro e Cinza»,  de Salomé Lamas), a fusão de escrita e a realização («Fuck the Polis» de Rita Azevedo Gomes), ou mesmo o cruzamento entre Paula Rego e literatura com «As Meninas Exemplares»,  de João Botelho. 

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Filmes Seleccionados (2022)

O Festival decorre de 5 a 19 de novembro com a exibição de 162 filmes entre o Teatro Académico de Gil Vicente, a Casa do Cinema de Coimbra, Auditório Salgado Zenha e o Convento de São Francisco.

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“A Nossa Terra, o Nosso Altar” vence Prémio Queima das Fitas de Coimbra – Melhor Filme Outros Olhares

Documentário sobre o Bairro do Aleixo, no Porto, vale o prémio ao realizador André Guiomar

O filme “A Nossa Terra, o Nosso Altar”, de André Guiomar, foi distinguido pelo Festival Caminhos do Cinema Português com o Prémio Queima das Fitas de Coimbra – Melhor Filme Outros Olhares.

A película testemunha as últimas rotinas do dia-a-dia do Bairro do Aleixo, no Porto, durante o processo de demolição das torres.

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“O Casarão” em antestreia no Festival Caminhos

Filme de Filipe Araújo exibido pela primeira vez esta quarta-feira à noite na Casa do Cinema de Coimbra, com a presença do realizador e do protagonista

A antestreia de “O Casarão”, de Filipe Araújo, marca o dia do Festival Caminhos do Cinema Português, a 10 de novembro. O realizador e o protagonista, António Oliveira, estarão presentes na Casa do Cinema de Coimbra, no Centro Comercial Avenida. Num dia em que Marielle Franco, Fernando Pessoa e os direitos LGBT estão também em exibição.

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Outros Olhares

Primeiro foi o “novo normal”, e agora é o “regresso à normalidade”. E ainda nem tivemos o tempo necessário e imprescindível para assimilar a inerente estranheza destas expressões tão curiosas que repentinamente vieram assaltar o nosso quotidiano. Teremos estado assim tão inundados pela constante torrente de “notícias”, “opiniões” e variadas outras reações oferecidas pelos novos meios, aos quais temos a desfaçatez de encarar enquanto “comunicação”, para não nos termos apercebido do comodismo com que medimos toda e qualquer realidade, por mais espantosa que seja, através do confortável conceito de “normal”? E se sim, como observar de facto essa normalidade a que estamos a regressar?

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Destaques de 30 de Novembro

Chegados ao último dia da XXV edição do Festival Caminhos do Cinema Português, o Teatro Académico Gil Vicente será palco de uma cerimónia de encerramento às 21h:45 com a participação da banda RAGS da Tuna Académica da Universidade de Coimbra.

A Big Bang Rags surgiu no seio da Tuna Académica da Universidade de Coimbra em 1995, pela mão do seu então director artístico André Granjo. Consistindo originalmente num grupo de Ragtime com cerca de dez músicos, ao longo dos anos foram-se juntando mais elementos e foi gradualmente surgindo o formato de Big Band, formalizado em 1999, e que se mantém até hoje. Conhecida pelo seu estilo irreverente e pelo entusiasmo em palco, a Big Band Rags hoje dedica-se maioritariamente ao jazz e à música ligeira, incluindo ainda no seu repertório alguns êxitos do funk, soul e da música portuguesa.

Este evento contará com a entrega de prémios aos filmes em competição, estando presentes os jurados do festival, os vencedores e vários ilustres do panorama do cinema nacional.

Destaque para a carta branca a João Salaviza com uma sessão especial às 15h00 no Mini-Auditório Salgado Zenha. Lotação muito limitada. 

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