A Casa do Cinema de Coimbra apresenta, entre 9 e 15 de janeiro, “Percebes“, a premiada curta-documental de animação de Alexandra Ramires e Laura Gonçalves presente na shortlist dos Óscares 2025 na categoria de Melhor Curta-Metragem de Animação. Procurando motivar o público a descobrir o cinema de curta-metragem, as sessões são promovidas com bilhete único a 2€.
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A lista dos prémios do XXX Caminhos do Cinema Português é…
O Cinema Português de Curta-Metragem volta a integrar os finalistas às nomeações dos Óscares da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
Celebrando a indicação na shortlist dos filmes “O Homem do Lixo” de Laura Gonçalves, “Ice Merchants” de João Gonzalez, ao Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação, e “O Lobo Solitário” de Filipe Melo, ao Oscar de Melhor Curta-Metragem de “Acção Real”, os “Caminhos do Cinema Português” apresentam, em parceria com a “Agência da Curta-Metragem” e a “Força de Produção”, a exibição dos filmes indicados de 19 a 24 Janeiro.
O Festival decorre de 5 a 19 de novembro com a exibição de 162 filmes entre o Teatro Académico de Gil Vicente, a Casa do Cinema de Coimbra, Auditório Salgado Zenha e o Convento de São Francisco.
Inicia-se hoje a 23ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português.Com a cidade de Coimbra como anfitriã, a Seleção Caminhos, uma das vertentes competitivas do festival, anuncia sete dias de cinema português na zona centro, com destaque para os filmes “Quem é Bárbara Virgínia?” e “O Homem de Trás-os-Montes”.
130 é o número de filmes que nos próximos sete dias estarão em exibição no Festival Caminhos do Cinema Português, compreendendo um total de 60 horas de cinema.
A primeira sessão, que inaugura a presente edição dos Caminhos do Cinema Português, tem início às 15 horas, no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), com a exibição de “A Tocadora”, uma animação de Joana Imaginário. Seguem-se os documentários “António e Catarina” de Cristina Hanes, vencedor do Prémio Pardino d’Oro do Festival de Cinema de Locarno, e “Quem é Bárbara Virgínia?” de Luísa Sequeira, sobre a primeira mulher a realizar um filme em Portugal.
Pelas 17h30 tem lugar a segunda Sessão Juvenis. Com realização de Leonor Areal, o documentário “Nasci com a Trovoada – Autobiografia póstuma de um cineasta” serve de homenagem a Manuel Guimarães, o único realizador neo-realista do cinema nacional.
A cerimónia de abertura do festival, com apresentação a cargo de Luís Rodrigues e Sandra José, tem horário marcado para as 21h45, no TAGV, com a apresentação das principais actividades do festival pelo seu Diretor Vítor Ferreira, seguindo-se o visionamento de “A Costureirinha”, produção da sexta edição do curso de cinema – ‘Cinemalogia’.
Seleccionar e programar cinema português, no único festival que se dedica exclusivamente ao mesmo, implica um desafio constante para a programação. Seleccionar é estar atento e desperto às movimentações comerciais e não-comerciais dos filmes que são anualmente produzidos, mudando constantemente a nossa perspectiva de eer um programa e um festival de cinema. É tentar criar e recriar fórmulas (sempre imperfeitas) de fazer com que se troque o banco de casa ou do bar pelo de cinema, para que se aceda a esta combinação perfeita criada pelos realizadores portugueses de um mundo fílmico diferente, muitas vezes quase espiritual e expressivo.


