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Painéis Temáticos e Conversas “O Meu Cinema” transportam Caminhos para o digital

Na sua XXVI Edição, os Caminhos do Cinema Português promovem pontos de encontro entre os temas da sala de cinema e aqueles que preenchem o nosso dia-a-dia. Nesse sentido, e porque queremos que todos nos possam acompanhar, dinamizamos um conjunto de conversas e painéis temáticos com recurso às redes sociais.

A promoção de um festival de cinema num contexto pandémico suscitou-nos várias questões ao longo do ano, às quais procuraremos dar resposta num conjunto de painéis sobre “Cinema em Tempos de Crise” e “Festivais de Cinema e os Novos Autores” e, porque neste clima tão frágil nos confinamos, também sobre a relação entre “Liberdade: A Arte e as Políticas”.

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Irreverência formal da Seleção Outros Olhares chega aos ecrãs do Cinema Avenida

Derrubam os cânones, desprendem-se das regras tradicionais e procuram uma nova linguagem cinematográfica em que o argumento dê lugar à sensação – são assim os 34 filmes em exibição na Seleção Outros Olhares, uma das três secções competitivas do Festival Caminhos do Cinema Português.

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Programação das três Secções Competitivas do Festival Caminhos já é conhecida

À boleia da diversidade de géneros, estilos e contextos que, a cada ano, marcam a sétima arte nacional, os Caminhos regressam a Coimbra, entre 9 de novembro e 5 de dezembro, para provar que há cinema português para todos. Com a exibição de quase centena e meia de filmes, as secções competitivas do Festival Caminhos do Cinema Português arrancam já na próxima semana e trazem consigo estreias nacionais e um candidato a representar Portugal nos Óscares.

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Filmes Seleccionados (2022)

O Festival decorre de 5 a 19 de novembro com a exibição de 162 filmes entre o Teatro Académico de Gil Vicente, a Casa do Cinema de Coimbra, Auditório Salgado Zenha e o Convento de São Francisco.

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Dezembro na Casa do Cinema de Coimbra

Após a XXVII edição dos Caminhos do Cinema Português, a Casa do Cinema de Coimbra retoma a sua exibição regular com exibições de terça a sexta e vários momentos especiais com filmes em estreia nacional e sessões para ver cinema em família.

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Retratos íntimos da Guerra Colonial na Casa do Cinema de Coimbra

Tarde do Festival Caminhos dedicada a Timor e Espanha.

“Os Fotocines”, de Sabrina D. Marques, é exibido na noite de terça-feira, 9 de novembro, na Casa do Cinema de Coimbra. Trata-se de um retrato íntimo da Guerra Colonial Portuguesa feita com os seus sobreviventes, ao longo dos 72 minutos do documentário. “Os Fotocines” foi concluído em maio de 2021 e estará em exibição a partir das 21h45, na Casa do Cinema de Coimbra.

Nesta mesma noite, estarão em exibição três curtas, também na secção Outros Olhares. “Éleonor”, da realizadora luso-francesa Éleonor Silva; “Urubu é o Amigo Desconhecido” do ator e realizador luso-guineense Welket Bungué; e “Cassandra de Balaclava”, a história de uma atriz que abandona a sua carreira e o seu país, realizada por Nuno M. Cardoso, que marcará presença na Casa do Cinema de Coimbra.

Durante a tarde, na secção Filmes da Lusofonia, estará em exibição “Uma Halibur Hamutuk – Uma Casa que nos Une”, de Ricardo Dias. Um filme que mostra relatos de mulheres timorenses sobre o atribulado ano de 1999, altura em que foi referendada a independência do país, perante a ocupação indonésia. “O Solo Sagrado da Terra”, sobre a poetisa são-tomense Alda Espírito Santo, completa a secção neste 9 de novembro.

Em Filmes do Mundo, destaque para a presença do realizador hispano-venezuelano Luís Suarez Bracho, autor de “Dilemma”. “Distello Bravio”, de Ainhoa Rodríguez, também originário de Espanha, completa a secção.

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Outros Olhares

Primeiro foi o “novo normal”, e agora é o “regresso à normalidade”. E ainda nem tivemos o tempo necessário e imprescindível para assimilar a inerente estranheza destas expressões tão curiosas que repentinamente vieram assaltar o nosso quotidiano. Teremos estado assim tão inundados pela constante torrente de “notícias”, “opiniões” e variadas outras reações oferecidas pelos novos meios, aos quais temos a desfaçatez de encarar enquanto “comunicação”, para não nos termos apercebido do comodismo com que medimos toda e qualquer realidade, por mais espantosa que seja, através do confortável conceito de “normal”? E se sim, como observar de facto essa normalidade a que estamos a regressar?

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