No domingo, dia 15 de março, às 16h30, a Casa do Cinema de Coimbra apresenta a longa-metragem “Explode São Paulo, Gil”, realizada por Maria Clara Escobar. Abrindo espaço para refletir sobre os sonhos, identidade e as possibilidades, a realizadora estará presente para uma conversa com Élia Sofia Ramalho.
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Esta segunda-feira, dia 23 de novembro, propomos-lhe que fique a conhecer melhor o trabalho de Rodrigo Areias, cineasta que assina as duas películas (“Vencidos da Vida” e “Surdina“) que inauguram a tela do Teatro Académico de Gil Vicente, pelas 10h30.
Sugerimos-lhe ainda que se deixe comover pelas histórias de perda, morte e luto que “Desterro” (Maria Clara Escobar) leva até ao grande ecrã. E, por fim, que se deixe enternecer pela conexão inesperada que, em “Estrada para o Céu” (Pedro Vaz Simões), começa a nascer entre mãe e filho.
O cinema como fronteira móvel — onde a criação portuguesa dialoga com novas geografias, novas vozes e novas formas de imaginar. São filmes que falam de identidade, colonialismo e pertença, de violência e cuidado, de sonhos e assombrações, de corpos que resistem e reinventam o seu lugar.
À boleia da diversidade de géneros, estilos e contextos que, a cada ano, marcam a sétima arte nacional, os Caminhos regressam a Coimbra, entre 9 de novembro e 5 de dezembro, para provar que há cinema português para todos. Com a exibição de quase centena e meia de filmes, as secções competitivas do Festival Caminhos do Cinema Português arrancam já na próxima semana e trazem consigo estreias nacionais e um candidato a representar Portugal nos Óscares.
A principal secção competitiva do Festival Caminhos do Cinema Português arranca já na manhã desta quinta-feira, dia 19 de novembro, no recentemente reativado Estúdio 2 das Galerias Avenida. Pelas 10h30, “Maré”, curta-metragem de animação realizada por Joana Rosa Bragança, é o filme que dá o pontapé de saída da Seleção Caminhos.
A esta película seguir-se-ão outras 42 entre animação, documentário e ficção. “Um Animal Amarelo” (Felipe Bragança) e “A Vida Dura Muito Pouco” (Dinis Leal Machado) são apenas dois dos títulos em destaque, aos quais se juntam as estreias nacionais de “Submissão” (Leonardo António) e “Aos Nossos Filhos” (Maria de Medeiros). “Amor Fati” (Cláudia Varejão) e “Listen” (Ana Rocha), o candidato português aos Óscares, não poderiam também deixar de constar da lista de filmes em exibição.

