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Tânia Duarte, In Memoriam

Tânia Duarte, realizadora e animadora de cinema de animação, deixou-nos esta semana. Uma presença assídua nos festivais de cinema nacionais, além dos seus filmes destacou-se pelo intenso papel de formação de públicos, tanto no infanto-juvenil, como de novos cineastas. Recordamos, com alegria, a presença regular no nosso festival e a recepção que os seus filmes tiveram junto dos nossos espectadores.

Em 2012 tivemos a honra de contar com a sua colaboração como jurada e assim ficar incontornavelmente associada ao arranque da nossa segunda secção competitiva, a Seleção Ensaios. Da ficção que co-premiou, mas sobretudo no cinema de animação Tânia Duarte prestou um enorme serviço público na formação de públicos preparando-os para a sensibilidade estética de dar a ver e ouvir, as suas próprias histórias.

Esse entusiasmo é reverberado nas histórias de miúdos, inspirando-nos a olhar com maior profundidade para o cinema de animação produzido no contexto de formação. Essa foi uma das motivações que nos levou, nesta XXVI edição, a introduzir o Prémio Melhor Ensaio de Animação Nacional. É mais um passo para que os Caminhos dão em direção a um espaço pluralizador do cinema português. O legado de Tânia Duarte destaca-a como uma das figuras mais importantes do cinema de animação nacional.

Os Caminhos do Cinema Português vêm por este meio expressar o seu mais profundo pesar à família e amigos de Tânia Duarte.

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Contingência e Produção

Um festival de Cinema opera na dupla condição de satisfazer a exigência dos espectadores e proporcionar janelas de exibição competitivas e dignificantes à filmografia seleccionada. Não podemos apresentar outros caminhos para a próxima edição do festival que não promovam o contacto estreito, mas seguro, do público com os criadores, nem tão pouco critérios de admissão que não compreendam as novas dinâmicas de distribuição do cinema e audiovisual. A pandemia veio impor as potencialidades digitais sob os nossos hábitos sociais, remediando-os, sem contudo conseguir substituir a aura das experiências in loco. 

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2.º Call for Movies

Os Caminhos do Cinema Português preparam a sua 26.ª edição, procurando reunir a melhor cinematografia contemporânea nacional. Num ano atípico, tentamos olhar tanto aos direitos dos espectadores como às oportunidades e contingências que assolam os produtores e criadores.

Olhando às premissas actuais em que vivemos a organização anuncia que na actual edição o ponto 4.3 do regulamento do festival será ignorado, sendo admitidos todos os filmes concluídos desde 31 de Julho de 2019, mesmo tendo sido exibidos em televisão ou publicados, por vontade do autor ou produtor, em sítios da internet, serviços de streaming (ex: Netflix, NOS Play, Videoclube Meo), ou editados em DVD ou BluRay. Olhando às novas condições de admissão o prazo de inscrição de filmes é prorrogado até 15 de Setembro de 2020.

Realçamos a promoção de um novo prémio na Selecção Ensaios para a melhor Animação Nacional reconhecendo a evolução que este género tem alcançado nos diversos centros de formação tanto universitários como em programas dinamizados por cineclubes, museus e outras entidades do setor junto da população juvenil.


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Caminhos do Cinema Português em Torres Novas

A descentralização do acesso à cultura e o estímulo de novos hábitos de consumo da cultura cinematográfica nacional, são alguns dos pilares do festival Caminhos do Cinema Português. Nesse sentido, em conjunto com o Município e o Cineclube de Torres Novas, os Caminhos do Cinema Português passarão por esta cidade ribatejana no próximo fim‑de‑semana.

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Até Sempre, Henrique

O Cinema Português está de luto. Henrique Espírito Santo, produtor, cineclubista, activista e formador de várias gerações intervenientes na construção do Cinema Português faleceu.

A sua generosidade marcou-nos e inspirou-nos. O privilégio do seu convívio marcou várias edições do festival participando com a sua filmografia, partilhando a sua experiência, dando-nos a ver como foi feito o caminho para se fazer o (novo) cinema português. Também por cá ajudou a formar novos intervenientes do nosso cinema.

É um marco que se perde. Foi um prazer termos tido o privilégio de privar com tamanho vulto! Resta-nos dizer: Obrigado, Henrique.

Os Caminhos do Cinema Português expressam as suas mais sentidas condolências à família e amigos de Henrique Espírito Santo.

Até sempre!

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Alva, de Ico Costa, estreia a 16 de Janeiro

“Um filme sem artifícios. Belo, fluido como as águas do rio. Misterioso.”
— (Júri Caminhos 2019: Carla Vasconcelos, Hugo Van Der Ding, João Telmo, Lucinda Loureiro, Paulo Carneiro)

Alva, a primeira longa-metragem de ficção de Ico Costa e vencedora de 3 prémios na XXV edição dos Caminhos do Cinema Português, estreia nos cinemas portugueses no dia 16 de janeiro 2020. O filme tem exibição em Coimbra nos Cinemas NOS do Alma Shopping.

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Boas festas

O término do ano é um momento de balanço da actividade do festival. XXV edições também o foram. Introduziram-se e testaram-se vários modelos de actividades que na passagem do ano avaliamos e consideramos a sua execução no futuro. Cremos que o resultado geral da nossa actividade é uma valorização geral da relação do Cinema Português com os seus públicos. 

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Destaques de 30 de Novembro

Chegados ao último dia da XXV edição do Festival Caminhos do Cinema Português, o Teatro Académico Gil Vicente será palco de uma cerimónia de encerramento às 21h:45 com a participação da banda RAGS da Tuna Académica da Universidade de Coimbra.

A Big Bang Rags surgiu no seio da Tuna Académica da Universidade de Coimbra em 1995, pela mão do seu então director artístico André Granjo. Consistindo originalmente num grupo de Ragtime com cerca de dez músicos, ao longo dos anos foram-se juntando mais elementos e foi gradualmente surgindo o formato de Big Band, formalizado em 1999, e que se mantém até hoje. Conhecida pelo seu estilo irreverente e pelo entusiasmo em palco, a Big Band Rags hoje dedica-se maioritariamente ao jazz e à música ligeira, incluindo ainda no seu repertório alguns êxitos do funk, soul e da música portuguesa.

Este evento contará com a entrega de prémios aos filmes em competição, estando presentes os jurados do festival, os vencedores e vários ilustres do panorama do cinema nacional.

Destaque para a carta branca a João Salaviza com uma sessão especial às 15h00 no Mini-Auditório Salgado Zenha. Lotação muito limitada. 

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