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Premiados da XXIV edição

Terminou a 1 de dezembro a XXIV edição dos Caminhos do Cinema Português. Das cinco equipas de júri; Caminhos, Ensaios, FICC, Imprensa CISION e Público, resultaram 26 premiações dais quais “Cabaret Maxime”, de Bruno de Almeida, foi o filme que mais galardões alcançou, nomeadamente Melhor Banda Sonora, para Manuel João Vieira, Melhor Realização, para Bruno de Almeida, Melhor Direção Artística, para João Torres, Melhor Actor Secundário para John Wentinmiglia e o Grande Prémio do Festival.

Destaque ainda para “Até que o Porno nos Separe” de Jorge Pelicano que na sua primeira exibição alcançou o prémio de Melhor Documentário Universidade de Coimbra e o Prémio do Público Chama Amarela, “Por Tua Testemunha” de João Pupo com os Prémios de Melhor Argumento Adaptado e de Melhor Actor para Fernando Rodrigues, “Aparição”, de Fernando Vendrell, que conquistou os prémios de Melhor Atriz Secundária e Melhor Guarda-Roupa, “Maria”, de Catarina Neves Ricci, com os prémios de Melhor Atriz e Menção Honrosa do Júri FICC, Anteu, de João Vladimiro, premiado com o Prémio Melhor Comunicação e Promoção Ivity Brand Corp. e Melhor Curta-Metragem Turismo do Centro, “Entre Sombras”, de Mónica Santos e Alice Guimarães, Melhor Animação e Menção Honrosa do Júri de Imprensa CISION e, finalmente, para “Terra Franca”, de Leonor Teles, que alcançou os prémios D. Quijote da Federação Internacional de Cineclubes e o Prémio de Melhor Longa-Metragem de Ficção Europcar.

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Antevisão 29 Novembro

Ao sexto dia dos Caminhos do Cinema Português chega o dia em que serão exibidas três longas e uma curta-metragem.

Ao início da tarde a selecção oficial estará representada pela curta-metragem Descobrindo a Variável Perfeita, de Rafael Almeida naquela que será uma incursão a um universo muito particular e com alguns elementos “Andersonianos”, a qual será seguida pela longa-metragem Soldado Milhões, de Gonçalo Galvão Teles num retrato do herói português da Primeira Guerra Mundial agora que cumpre o seu centenário.

Ao final da tarde será exibida a longa-metragem Lovers on Borders (Amantes na Fronteira), uma co-produção luso-nipónica realizada por Atsushi Funahashi e que centra a sua dinâmica em dois espaços temporais distintos mas com elementos históricos que os unem… tal como às suas personagens.

E finalmente, a sessão da noite irá apresentar Praça Paris, de Lúcia Murat, uma co-produção luso-brasileira protagonizada por Grace Passô e Joana de Verona num estudo abordagem à violência e à sua directa influência no indivíduo.

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Seleção Caminhos (2018)

Programar é um dos passos finais desta “mise-en-scène”, onde se vê tudo e se mostra parte de acordo com quem vai ver. Nesta XXIV Edição do festival Caminhos do Cinema Português, continuamos a acreditar que os criadores cinematográficos devem ser sempre equiparados aos autores de todas as outras artes já historicamente estabelecidas e por isso tratados com o mesmo cuidado e consideração. Seja qual for o seu formato, género, localidade ou até suporte financeiro, seremos sempre um catálogo vivo das principais manifestações audiovisuais que marcaram o ano desde a nossa última edição.

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Ciclo Fusões é dedicado à música em maio e junho

Os Caminhos do Cinema Português e o Centro de Estudos Cinematográficos retomam o seu ciclo de cinema “Fusões no Cinema” esta quinta-feira dia 18 de Maio. O ciclo terá lugar todas as quintas-feiras às 22h00 no Mini-Auditório Salgado Zenha da Associação Académica de Coimbra. A programação inclui obras especialmente dedicadas à música e percorre o espírito da contracultura nacional, desde os anos 60 com o filme Meio Metro de Pedra, aos anos 80 com o grupo Heróis do Mar retratado em Brava Dança, até hoje, acompanhando a banda Humanos que retomou a obra de António Variações e também, David Santos com os temas de Noiserv. Depois navegamos até ao outro lado do oceano Atlântico ao ritmo do Tango com A morte de Carlos Gardel, obra adaptada de António Lobo Antunes e por fim, chegamos até à cidade Surabaia, onde nos encontramos com uma geração de jovens indonésios que se juntam à volta duma cultura musical controversa, o black metal. Entrada gratuita e limitada à lotação da sala.

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Direcção de Produção com João Fonseca

A rodagem começa com a definição de todas as acções e respectivos intervenientes. Enquadrado nos módulos de rodagem, a Direcção de Produção irá abordar, com a coordenação de João Fonseca, os processos de decisão necessários à fase final da pré-produção e inicio de produção de um filme. Nesta fase espera-se que os formandos sejam capazes de planificar e definir o trabalho a levar a cabo durante os cinco dias em que será levada a cabo a realização de “A Costureirinha”, uma produção no âmbito da 19.ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra.

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Apontamentos da Selecção Caminhos II

Há uns anos quando Kiarostami nos mostrou o público de Shirin, ficámos com uma visão diferente daquilo que era cinema e espectador, do que era a catarse e o sentimento expresso na face daquele que se isola acompanhado na sala de projecção. André Gil da Mata consegue ir mais longe, indo até à sala de projecção mostrando-nos Sena e o seu quotidiano de projecionista jugoslava, com o amor pelo cinema e pela memória colectiva da arte cinematográfica com o pretexto e metáfora de Eva Ras.

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