Tag André Gil Mata

IMG_5867.jpeg

Palmarés 31.ª edição

A 31.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português revelou o seu palmarés, distinguindo obras que afirmam a diversidade, a inovação e a vitalidade do cinema nacional contemporâneo. Entre longas de ficção, documentários, animação e cinema universitário, o júri e o público premiaram filmes que tratam a memória, o território, a identidade e as novas linguagens cinematográficas. «La Durmiente», de Maria Inês Gonçalves, recebeu o Grande Prémio Cidade de Coimbra, enquanto «Paraíso», de Daniel Mota, reforçou o reconhecimento ao conquistar não apenas o Prémio de Melhor Documentário, mas também o Prémio do Público FILMin.

Saber mais

rua-escura2.jpg

Filmar o território e a memória: Casa do Cinema de Coimbra recebe sessão especial de curtas da Rua Escura

Três curtas-metragens da cooperativa cinematográfica Rua Escura são exibidas na Casa do Cinema de Coimbra no sábado, dia 10 de maio, às 17h: Quando a Terra Foge, de Frederico Lobo, Campos Belos, de David Ferreira, e Tanganhom, de Vítor Covelo. A sessão conta com a presença de realizadores e representantes da produtora.

Saber mais

SACC_STILL_1.jpg

«Sob a Chama da Candeia» tem sessão especial com o realizador André Gil Mata

A Casa do Cinema de Coimbra e a distribuidora Nitrato Filmes promovem uma sessão especial de Sob a Chama da Candeia, nova longa-metragem de André Gil Mata, na segunda-feira, 14 de abril, às 21h30. Após a exibição do filme, o realizador conversa com a programadora de cinema Esmeralda Sousa e partilha detalhes do seu processo criativo com o público.

Saber mais

site1800x1200.jpg

Filmes premiados em exibição no Auditório Salgado Zenha

Terminada mais uma edição do Caminhos do Cinema Português, vários dos filmes premiados no festival são exibidos num conjunto de sessões, entre 07 dezembro e 11 janeiro, sempre às 18:30, no Auditório Salgado Zenha.

Saber mais

premios.jpg

Premiados XXIX Edição

No dia 18 de Novembro de 2023 foram conhecidos, na Antiga Igreja do Convento de São Francisco, os vencedores da XXIX edição dos Caminhos do Cinema Português.

Saber mais

Premiados da XXIV edição

Terminou a 1 de dezembro a XXIV edição dos Caminhos do Cinema Português. Das cinco equipas de júri; Caminhos, Ensaios, FICC, Imprensa CISION e Público, resultaram 26 premiações dais quais “Cabaret Maxime”, de Bruno de Almeida, foi o filme que mais galardões alcançou, nomeadamente Melhor Banda Sonora, para Manuel João Vieira, Melhor Realização, para Bruno de Almeida, Melhor Direção Artística, para João Torres, Melhor Actor Secundário para John Wentinmiglia e o Grande Prémio do Festival.

Destaque ainda para “Até que o Porno nos Separe” de Jorge Pelicano que na sua primeira exibição alcançou o prémio de Melhor Documentário Universidade de Coimbra e o Prémio do Público Chama Amarela, “Por Tua Testemunha” de João Pupo com os Prémios de Melhor Argumento Adaptado e de Melhor Actor para Fernando Rodrigues, “Aparição”, de Fernando Vendrell, que conquistou os prémios de Melhor Atriz Secundária e Melhor Guarda-Roupa, “Maria”, de Catarina Neves Ricci, com os prémios de Melhor Atriz e Menção Honrosa do Júri FICC, Anteu, de João Vladimiro, premiado com o Prémio Melhor Comunicação e Promoção Ivity Brand Corp. e Melhor Curta-Metragem Turismo do Centro, “Entre Sombras”, de Mónica Santos e Alice Guimarães, Melhor Animação e Menção Honrosa do Júri de Imprensa CISION e, finalmente, para “Terra Franca”, de Leonor Teles, que alcançou os prémios D. Quijote da Federação Internacional de Cineclubes e o Prémio de Melhor Longa-Metragem de Ficção Europcar.

Saber mais

Antevisão do dia 25

Com o segundo dia do Caminhos do Cinema Português chegam as reflexões do cinema nacional sobre algumas problemáticas internacionais ou perspectivas internacionais que estão directamente relacionadas com a realidade portuguesa.

Saber mais

Seleção Caminhos (2018)

Programar é um dos passos finais desta “mise-en-scène”, onde se vê tudo e se mostra parte de acordo com quem vai ver. Nesta XXIV Edição do festival Caminhos do Cinema Português, continuamos a acreditar que os criadores cinematográficos devem ser sempre equiparados aos autores de todas as outras artes já historicamente estabelecidas e por isso tratados com o mesmo cuidado e consideração. Seja qual for o seu formato, género, localidade ou até suporte financeiro, seremos sempre um catálogo vivo das principais manifestações audiovisuais que marcaram o ano desde a nossa última edição.

Saber mais

Apresentação da Seleção Caminhos

Todos os anos nos são apresentados novos tipos de desafios aquando da selecção e programação do cinema criado no nosso país. Mesmo recebendo apenas aquelas obras que foram produzidas depois da nossa última edição, vemos que anualmente o fluxo de inscrições tem sido constante e muito diverso.

Apesar de acreditarmos que nem tudo o que se mexe em ecrã deva ser considerado cinema, todas as inscrições são colocadas ao mesmo nível de análise, desprendendo-nos de critérios formais (como o autor ou a produtora) e ansiando pela criação de momentos cinematográficos em sala. Esses momentos vêm de fora para dentro, pois tudo dentro de nós é movimento que – devidamente inspirado – nos leva a escapar os limites físicos desta realidade, criando o filme uma nova foprma de existir que, como é interior, é só nossa.

Saber mais