A Casa do Cinema de Coimbra recebe, no próximo sábado, dia 20 de junho, às 18h15, uma sessão especial de «Pai Nosso: Os Últimos Dias de Salazar», o mais recente filme de José Filipe Costa. O realizador estará presente para uma conversa após a projeção, juntamente com o historiador Miguel Cardina, investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.
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José Filipe Costa apresenta «Pai Nosso: Os Últimos Dias de Salazar» na Casa do Cinema de Coimbra
2026-06-03A Casa do Cinema de Coimbra apresenta na próxima sexta-feira, 5 de junho, às 21h30, uma sessão especial de «Pai Nosso: Os Últimos Dias de Salazar», o mais recente filme de José Filipe Costa. A sessão conta com a presença do realizador e de José Manuel Mendes, Professor Catedrático de Sociologia e Diretor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, investigador do Centro de Estudos Sociais, para uma conversa após a projeção.
VII Programa!Ação: “O Desejo e o Sexo no Cinema Português” em foco na Casa do Cinema de Coimbra
2025-09-24De 25 de setembro a 1 de outubro, a Casa do Cinema de Coimbra recebe a VII edição do ciclo Programa!Ação. Com o tema “O Desejo e o Sexo no Cinema Português”, a mostra tem curadoria de João R. Pais e Rita Alcaire.
A 31.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português revelou o seu palmarés, distinguindo obras que afirmam a diversidade, a inovação e a vitalidade do cinema nacional contemporâneo. Entre longas de ficção, documentários, animação e cinema universitário, o júri e o público premiaram filmes que tratam a memória, o território, a identidade e as novas linguagens cinematográficas. «La Durmiente», de Maria Inês Gonçalves, recebeu o Grande Prémio Cidade de Coimbra, enquanto «Paraíso», de Daniel Mota, reforçou o reconhecimento ao conquistar não apenas o Prémio de Melhor Documentário, mas também o Prémio do Público FILMin.
O mês de Setembro tradicionalmente é um mês de retoma da actividade, trazendo consigo várias novidades. Na Casa do Cinema de Coimbra não é diferente. Depois de no quente mês de Agosto termos revisitado alguns dos clássicos do cinema de horror, apresentamos em Setembro um mês pleno de diversidade e ofertas cinematográficas entre a exibição, com um novo inquilino na Casa: a Nitrato Filmes e a realização do 1.º Ciclo “Cinema Fora de Portas”, até à formação conhecendo “As Mulheres fazem Cinema!” de Mark Cousins e o curso de verão “Montagem e Autoria” orientado por Miguel Mira, com palestras de Afonso Cruz, José Filipe Costa e Jerónimo Rocha. As novidades continuam com os cine-concertos que abrem caminho para a 3.ª mostra Programa!Ação.
Assim, iremos promover durante o mês de setembro sessões de terça a sábado sempre às 21h30. Bilhetes a partir de 3€, com condições privilegiadas para os nossos associados.
No cinema, a montagem é um elemento presente na expressão cinematográfica antes do som, da cor e do movimento de câmara. Na literatura, sobretudo nos contextos experimentais, a montagem surge por associação de elementos, de palavras, da construção silábica, sendo uma expressão natural do seu espaço e por consequência do tempo.
Neste curso de verão serão abordadas diversas questões num conjunto de conversas com autores e cineastas que partilharão as suas concepções sobre o uso expressivo da montagem no seu trabalho literário, cinematográfico ou em ambas as valências.
Complementando o espírito de partilha e debate, é promovida uma oficina de montagem vídeo permitindo aos alunos aprender noções base do trabalho de edição e da criação de um pensamento narrativo.
O Curso, organizado pela Caminhos do Cinema Português – Associação de Artes Cinematográficas de Coimbra e pelo Centro de Estudos Cinematográficos/AAC, decorrerá ao longo de 4 dias, em duas edições. A primeira edição decorrerá já na próxima semana, entre 20 e 23 de Julho, e a segunda edição entre 14 e 17 de Setembro de 2021 (inscrições limitadas). As inscrições até 18 de Julho têm 50% de desconto, havendo condições especiais para os associados das entidades organizadoras e membros das entidades parceiras.
A Casa do Cinema de Coimbra recebe o verão com três ciclos distintos que olham cinematográficamente para a expressão autoral pela montagem, para a região de Coimbra, e para o nosso lugar no Mundo. São ciclos que apesar de uma curadoria autónoma se complementam e enriquecem as perspectivas dos espectadores que por aqui passam.
Acompanhando, com atenção, o contexto de saúde pública actual decidimos unificar o horário das projeções para as 21h30. Esta decisão foi tomada com a ressalva que, na necessidade de reforçar a mitigação da propagação da pandemia covid-19, poderemos a qualquer momento retomar o horário anterior das 20h30.
Após 177 filmes e mais de uma semana de festa, nada melhor do que fechar com chave d’ouro a XXV edição do Festival Caminhos do Cinema Português, contando assim com uma grandiosa e entusiasmante cerimónia de entrega de prémios que teve início pelas 21:45 na já conhecida casa do Teatro Académico Gil Vicente.
Com o acompanhamento musical da Big Band Rags, da Tuna Académica da Universidade de Coimbra, e a presença de diversas figuras que contribuíram, contribuem e continuarão a contribuir para o panorama cinematográfico nacional.
A noite iniciou-se com uma breve introdução sobre o decurso da cerimónia e logo discursaram figuras da direção e organização do festival como Tiago Santos e António Pita.
Chegados à recta final deste quarto de século do Festival Caminhos do Cinema Português, celebra-se a variedade criativa das curtas da 7ª arte nacional.
Isto porque – exceptuando-se “Caminho de Casa” de Arlindo Orta, o cardápio deste último dia está repleto de curtas-metragens, entre as quais se assinala o regresso de Teresa Villaverde com “Où en êtes-vous, Teresa Villaverde?“, um documentário que pelo título poderia dar aparências de auto-biográfico.. mas, como a realizadora já nos habituou, trata-se somente de olhar pessoal não sobre a cineasta, mas sim sobre o Carnaval do Rio o desfile que a Escola da Mangueira fez em homenagem a Marielle Franco.
De facto, o formato curta denota-se como o mais popular de entre os autores cinematográficos de Portugal e os Caminhos deste ano não desmentem tal tendência. No entanto, aponta-se é um número menor de projectos de animação, embora o género se mantenha vivo com curtas como “Moulla” de Rui Cardoso, “O Peculiar Crime o Estranho Sr. Jacinto” de Bruno Caetano e “Les Extraordinaires Mésaventures de la Jeune Fille de Pierre” de Gabriel Abrantes. Esta última curta – que figurou na cerimónia de abertura – embora não seja totalmente de animação, envereda por uma mistura de animação computadorizada com imagem real, talvez um sinal de que os criadores de animação em Portugal estejam a preparar-se para abraçar as técnicas do CGI.
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