Tag Senhor Jaime

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Crónica do Festival – II

“Só posso dizer que não há palavras para descrever a atividade e a felicidade no rosto das centenas de crianças que enchem as sessões. Há de facto coisas na vida que não têm preço e esta é sem dúvida uma delas.” Foi com estas palavras que Viviana Andrade descreveu a primeira sessão dos “Caminhos Juniores”, que é uma das atividades que coordena e que inaugurou, às 10.00h na sala principal do TAGV, o segundo dia do Festival “Caminhos do Cinema Português”. O caminho faz-se caminhando, e a melhor forma de começar o dia é pelo início, ou seja, pela formação de novos públicos para o cinema português.

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Cinema para a geração ‹‹Juniores››

A XXIII edição do Festival Caminhos do Cinema Português irá decorrer entre os dias 27 de Novembro a 3 de Dezembro do presente ano civil. Esta edição à semelhança das anteriores, irá contar com uma atividade dedicada ao público infantil, os “ Caminhos Juniores”. Esta atividade tem como principal objetivo aproximar o público infantil da 7ª Arte, tendo uma uma intervenção cívica e humana.  Toda a programação tem o intuito de transmitir a este público uma mensagem, uma aprendizagem feita de forma diferente, uma aula que se realiza numa sala de cinema.

Desta maneira, a programação selecionada compromete-se a transmitir importantes mensagens para a formação cívica das crianças convidadas. Com um programa dinâmico e construtivo, as curtas metragens selecionadas, apresentam uma índole cultural e uma moral educativa de forma lúdica, de modo a desenvolver valores humanos e de companheirismo, aos nossos jovens convidados.

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Apresentação da Seleção Caminhos

Todos os anos nos são apresentados novos tipos de desafios aquando da selecção e programação do cinema criado no nosso país. Mesmo recebendo apenas aquelas obras que foram produzidas depois da nossa última edição, vemos que anualmente o fluxo de inscrições tem sido constante e muito diverso.

Apesar de acreditarmos que nem tudo o que se mexe em ecrã deva ser considerado cinema, todas as inscrições são colocadas ao mesmo nível de análise, desprendendo-nos de critérios formais (como o autor ou a produtora) e ansiando pela criação de momentos cinematográficos em sala. Esses momentos vêm de fora para dentro, pois tudo dentro de nós é movimento que – devidamente inspirado – nos leva a escapar os limites físicos desta realidade, criando o filme uma nova foprma de existir que, como é interior, é só nossa.

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