Tag João Viana

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Antevisão do dia 25

Com o segundo dia do Caminhos do Cinema Português chegam as reflexões do cinema nacional sobre algumas problemáticas internacionais ou perspectivas internacionais que estão directamente relacionadas com a realidade portuguesa.

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Seleção Caminhos (2018)

Programar é um dos passos finais desta “mise-en-scène”, onde se vê tudo e se mostra parte de acordo com quem vai ver. Nesta XXIV Edição do festival Caminhos do Cinema Português, continuamos a acreditar que os criadores cinematográficos devem ser sempre equiparados aos autores de todas as outras artes já historicamente estabelecidas e por isso tratados com o mesmo cuidado e consideração. Seja qual for o seu formato, género, localidade ou até suporte financeiro, seremos sempre um catálogo vivo das principais manifestações audiovisuais que marcaram o ano desde a nossa última edição.

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Crónica do Festival – IV

Consciente de que o cinema é um caminho que exige momentos de play and repete – ou seja, de constantes desafios, de permanentes investidas, mas também de pausa e de reflexão – o festival “Caminhos do Cinema Português” pretende ser um mostruário deste perpétuo dilema, que se revela tanto na cinematografia lusa como nas de outras origens e latitudes. Por isso mesmo, a Seleção Ensaios elege uma gama de trabalhos que são, em muitos casos, primeiras obras oriundas de escolas de cinema de todo o mundo e antecipadoras de longas e reconhecidas carreiras. Assim, e tal como nos dias anteriores, as sessões no Miniauditório Salgado Zenha foram um palco de exposição dessas experiências fílmicas pioneiras. Ontem, na Seleção em questão, foi possível assistir, às 16.30h, a filmes como The Visitor, de Ali Baharlou, ou Let Me In, de Max Dawiczewski, e na sessão das 18.00h a Danke, de António Sequeira (que foi representado pelos seus pais, Carlos e Albina Sequeira), ou a We Are Desperate, de Joana Maria Sousa, todos ele precursores de novos e interessantes caminhos da cinematografia portuguesa, mas não só.

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Selecção Caminhos · Filmes Seleccionados

Programar Cinema, num festival cujo mote é ‘todo o cinema português’, torna-se em tarefa alcantilada quando o universo de selecção se aproxima das mil inscrições. Assistir a todas essas horas de cinema português não é difícil ou tampouco exigente, mas a tentativa de encontrar a linguagem comum formada no cinema português desde a nossa última edição torna-se complexa, mas entusiasmante.

Em cada edição, as nossas sessões mudam constantemente de título, por os filmes que são selecionados e programados apresentarem sempre algo de novo. Não há um fio condutor na programação dos Caminhos do Cinema Português, cada edição ousa criar múltiplos fios condutores em si mesma. Não aceitamos a conservação de personalidades pela sua possível presença no diálogo do mundo cinematográfico, colocando cada proponente ao mesmo nível, independentemente dos nomes e currículos mais consagrados.

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