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“Onde fica esta rua? ou Sem antes nem depois” com a presença de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata

Depois de estrear no Festival de Locarno e ter passado pela 28ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, “Onde fica esta rua? ou Sem antes nem depois”, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, tem estreia marcada para o dia 30 de novembro. Acompanhando a chegada às salas de cinema, os realizadores estarão presentes na Casa do Cinema de Coimbra nos dias 4 dezembro (21:30) e 5 novembro (11:00), em duas sessões apresentadas por Rita Gomes Ferrão, investigadora em História da Arte.

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“Onde fica esta rua? ou Sem antes nem depois” com João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata

Depois de estrear no Festival de Locarno e ter passado pela 28ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, “Onde fica esta rua? ou Sem antes nem depois”, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, tem estreia marcada para o dia 30 de novembro.

Acompanhando a chegada às salas de cinema, os realizadores estarão presentes na Casa do Cinema de Coimbra nos dias 4 dezembro (21:30) e 5 novembro (11:00), em duas sessões apresentadas por Rita Gomes Ferrão, investigadora em História da Arte.

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Filmes Seleccionados (2022)

O Festival decorre de 5 a 19 de novembro com a exibição de 162 filmes entre o Teatro Académico de Gil Vicente, a Casa do Cinema de Coimbra, Auditório Salgado Zenha e o Convento de São Francisco.

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“O Casarão” em antestreia no Festival Caminhos

Filme de Filipe Araújo exibido pela primeira vez esta quarta-feira à noite na Casa do Cinema de Coimbra, com a presença do realizador e do protagonista

A antestreia de “O Casarão”, de Filipe Araújo, marca o dia do Festival Caminhos do Cinema Português, a 10 de novembro. O realizador e o protagonista, António Oliveira, estarão presentes na Casa do Cinema de Coimbra, no Centro Comercial Avenida. Num dia em que Marielle Franco, Fernando Pessoa e os direitos LGBT estão também em exibição.

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Outros Olhares

Primeiro foi o “novo normal”, e agora é o “regresso à normalidade”. E ainda nem tivemos o tempo necessário e imprescindível para assimilar a inerente estranheza destas expressões tão curiosas que repentinamente vieram assaltar o nosso quotidiano. Teremos estado assim tão inundados pela constante torrente de “notícias”, “opiniões” e variadas outras reações oferecidas pelos novos meios, aos quais temos a desfaçatez de encarar enquanto “comunicação”, para não nos termos apercebido do comodismo com que medimos toda e qualquer realidade, por mais espantosa que seja, através do confortável conceito de “normal”? E se sim, como observar de facto essa normalidade a que estamos a regressar?

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Apresentação Selecção Caminhos (XXIII)

Seleccionar e programar cinema português, no único festival que se dedica exclusivamente ao mesmo, implica um desafio constante para a programação. Seleccionar é estar atento e desperto às movimentações comerciais e não-comerciais dos filmes que são anualmente produzidos, mudando constantemente a nossa perspectiva de eer um programa e um festival de cinema. É tentar criar e recriar fórmulas (sempre imperfeitas) de fazer com que se troque o banco de casa ou do bar pelo de cinema, para que se aceda a esta combinação perfeita criada pelos realizadores portugueses de um mundo fílmico diferente, muitas vezes quase espiritual e expressivo.

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