Entre os meses de outubro e dezembro, o Centro de Artes de Águeda (CAA) exibe um Ciclo de Cinema Português organizado em conjunto com a Casa do Cinema de Coimbra. Com bilhetes a 3 €, as sessões destacam o documentário «O Palácio dos Cidadãos» (2024), de Rui Pires, «Os Demónios do meu Avô» (2022), animação de Nuno Beato, e a comédia «A Mãe é que sabe» (2016), de Nuno Rocha.
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Integrando a programação do 10.º Encontro Nacional de Estudantes de Design (ENED), a longa-metragem de animação Os Demónios do Meu Avô, de Nuno Beato, é exibida no sábado, 5 de abril, às 14h30, na Casa do Cinema de Coimbra. A projeção é seguida, às 16h15, de uma masterclass com o realizador, também integrada no evento. Em parceria com os Caminhos do Cinema Português, ambas as sessões estão abertas ao público geral conforme o preçário habitual do local.
O Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz (AEZUFF) irá encerrar as atividades letivas com uma sessão especial de cinema ao ar livre. Na próxima sexta-feira, dia 14 de junho, às 21h30, a Escola João de Barros receberá a projeção de “Os Demónios do Meu Avô”. Realizado por Nuno Beato, um filme de animação – combinação de animação 2D e stop motion – que explora temas de autoconhecimento e renovação pessoal. A entrada é livre.
Retomar a aposta na formação ao longo da XXIX edição do festival é uma das apostas dos Caminhos para a formação de públicos. Tirando partido do potencial formativo da Casa do Cinema de Coimbra, pretende-se aproximar o cinema Português e o público jovem, criando novas oportunidades de formação em áreas muito específicas da produção de cinema.
Nesta sexta-feira, 5 de Maio, às 15h00, a Casa do Cinema de Coimbra apresenta o filme “Os Demónios Do Meu Avô” numa sessão dedicada ao público infantojuvenil com a presença do realizador Nuno Beato que após a exibição a 75 alunos do Agrupamento de Escolas de Moimenta da Beira vai partilhar o processo de construção do filme.
O Festival decorre de 5 a 19 de novembro com a exibição de 162 filmes entre o Teatro Académico de Gil Vicente, a Casa do Cinema de Coimbra, Auditório Salgado Zenha e o Convento de São Francisco.
Seleccionar e programar cinema português, no único festival que se dedica exclusivamente ao mesmo, implica um desafio constante para a programação. Seleccionar é estar atento e desperto às movimentações comerciais e não-comerciais dos filmes que são anualmente produzidos, mudando constantemente a nossa perspectiva de eer um programa e um festival de cinema. É tentar criar e recriar fórmulas (sempre imperfeitas) de fazer com que se troque o banco de casa ou do bar pelo de cinema, para que se aceda a esta combinação perfeita criada pelos realizadores portugueses de um mundo fílmico diferente, muitas vezes quase espiritual e expressivo.





