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Cerimónia de Abertura da 23.ª edição

Esta ses­são de índole pro­to­co­lar marca o iní­cio for­mal desta XXIII edi­ção. Nela são rece­bi­das todas as enti­da­des envol­vi­das no Fes­ti­val e são nome­a­das em gesto de agra­de­ci­mento. É tam­bém feita uma pequena apre­sen­ta­ção da pro­gra­ma­ção geral do Fes­ti­val e do grupo de jura­dos das mais diver­sas cate­go­rias. Tam­bém marca a estreia em grande écran da curta metra­gem – A Costureirinha – pro­du­zida no âmbito do 6.º curso de cine­ma­lo­gia pro­mo­vi­dos pela orga­ni­za­ção. Há ainda espaço para a música com a actuação do Grupo de Cordas da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra.

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Iniciam-se os Caminhos do Cinema Português…

Inicia-se hoje a 23ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português.Com a cidade de Coimbra como anfitriã, a Seleção Caminhos, uma das vertentes competitivas do festival, anuncia sete dias de cinema português na zona centro, com destaque para os filmes “Quem é Bárbara Virgínia?” e “O Homem de Trás-os-Montes”.

130 é o número de filmes que nos próximos sete dias estarão em exibição no Festival Caminhos do Cinema Português, compreendendo um total de 60 horas de cinema.

A primeira sessão, que inaugura a presente edição dos Caminhos do Cinema Português, tem início às 15 horas, no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), com a exibição de “A Tocadora”, uma animação de Joana Imaginário. Seguem-se os documentários “António e Catarina” de Cristina Hanes, vencedor do Prémio Pardino d’Oro do Festival de Cinema de Locarno, e “Quem é Bárbara Virgínia?” de Luísa Sequeira, sobre a primeira mulher a realizar um filme em Portugal.

Pelas 17h30 tem lugar a segunda Sessão Juvenis. Com realização de Leonor Areal, o documentário “Nasci com a Trovoada – Autobiografia póstuma de um cineasta” serve de homenagem a Manuel Guimarães, o único realizador neo-realista do cinema nacional.

A cerimónia de abertura do festival, com apresentação a cargo de Luís Rodrigues e Sandra José, tem horário marcado para as 21h45, no TAGV, com a apresentação das principais actividades do festival pelo seu Diretor Vítor Ferreira, seguindo-se o visionamento de “A Costureirinha”, produção da sexta edição do curso de cinema – ‘Cinemalogia’.

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Apresentação Selecção Caminhos (XXIII)

Seleccionar e programar cinema português, no único festival que se dedica exclusivamente ao mesmo, implica um desafio constante para a programação. Seleccionar é estar atento e desperto às movimentações comerciais e não-comerciais dos filmes que são anualmente produzidos, mudando constantemente a nossa perspectiva de eer um programa e um festival de cinema. É tentar criar e recriar fórmulas (sempre imperfeitas) de fazer com que se troque o banco de casa ou do bar pelo de cinema, para que se aceda a esta combinação perfeita criada pelos realizadores portugueses de um mundo fílmico diferente, muitas vezes quase espiritual e expressivo.

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