Concluída a 9.ª edição do Curso de Cinema ‘Cinemalogia’, os formandos Lucas Fidalgo Knoeller, Nídia Nascimento e Paulo Duarte continuam o caminho da aprendizagem e domínio da sétima arte. Esta foi uma das 3 equipas selecionadas para integrar a residência cinematográfica PLANO FRONTAL, que vai decorrer durante o Festival Internacional de Documentário de Melgaço ‘MDOC’ entre 26 Julho a 4 Agosto.
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Os Caminhos do Cinema Português têm ao longo dos últimos anos aprenderam e transformaram-se ao longo de um íntimo diálogo com a massa crítica resultante da produção nacional, da promoção do ensino e da investigação cinematográfica e dos diálogos interculturais e inter-artes que daí resultam. A passos largos são construídos os Caminhos naquela que será a sua 25.ª edição, a realizar-se de 22 a 30 de novembro.
Até 31 de julho aberta a convocatória de filmes nacionais (Competições; Selecção Caminhos, Ensaios e Outros Olhares, Secções Paralelas; Juniores, Séniores) e internacionais (Competição Seleção Ensaios e Secção Paralela Caminhos Mundiais), podendo a inscrição ser realizada na plataforma http://filmfreeway.com/caminhos.
A capacidade de criar uma marca é essencial para o sucesso de um produto. Tendo em conta que a imagem é a forma de comunicação mais directa, este módulo articula algumas formas de criar uma marca através da imagem.
A formação em Branding e Comunicação Visual pretende dotar os participantes de autonomia na criação e difusão de materiais de comunicação para a Web, com particular incidência na divulgação e promoção de obras e ou iniciativas, directa ou indirectamente, relacionadas com o universo cinematográfico considerando as diferentes etapas de activação e comunicação de uma marca e o seu comportamento nos diversos canais estacionários e digitais. Olhar-se-á ainda para as estratégias de desenvolvimento de uma estratégia de comunicação concertada de um filme, olhando ao caso prático desta edição do curso de cinema ‘cinemalogia’; a curta-metragem Horizonte Artificial.
Os Caminhos do Cinema Português no âmbito do seu programa pedagógico Cinemalogia promovem, nos módulos transversais, as pontes da ciência e educação com a sétima arte.
O Módulo de Cinema Científico em Contexto Educativo e Artístico orientado por Pedro Branco, abordará a divulgação das descobertas científicas ao grande público tem que ultrapassar a distância que separa o conhecimento científico do saber comum.
O que distingue a interpretação no cinema do teatro? A interpretação para cinema envolve técnicas e exigências específicas adequadas a um set de filmagem e à linguagem cinematográfica. Esta oficina de Interpretação para o Cinema guia o aluno dentro desse universo e linguagem específica, dando um panorama profissional e preparando o ator para o trabalho no set, ao mesmo tempo que desenvolve e amplia seus conhecimentos, experiências e técnicas de interpretação. O realizador Nuno Rocha coordenará, nos próximos dias 6,7,13 e 14 de Julho, em Coimbra, esta oficina de “Interpretação para Cinema”, integrada na oferta formativa do curso de cinema CINEMALOGIA.
Foi em torno do cruzamento entre liberdade, arte e políticas que se desenrolou o último painel da XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Com um especial interesse pela história do cinema português, os professores e investigadores Paulo Cunha e Tiago Baptista surgiram no ecrã pelas três horas da tarde para falar de censura no cinema, políticas de financiamento e liberdade.
A especialização nas várias disciplinas participantes no processo de pós-produção é o caminho apresentado pelo curso cinemalogia no mês de junho. Finda a montagem de imagem e som é necessário trabalhar ambas as dimensões na sua especificidade olhando ao potencial diegético presente no material de “Horizonte Artificial”.
Na imagem serão trabalhadas a cor e a sequência de título com a coordenação de Lee Fuzeta, Eduardo Nunes e Pedro Vaz, respectivamente, sendo que no som a Banda Sonora e as Misturas Finais serão abordadas por Luís Pedro Madeira e Emídio Buchinho. Há ainda lugar à preparação da distribuição do filme produzido com os módulos de Tradução e Legendagem, com Paulo Montes, e Marketing Cinematográfico, com Nuno Gonçalves.
O curso findará em Julho oferecendo com a formação em “Branding e Comunicação Visual”, bem como com os módulos complementares dedicados à “Interpretação em Cinema”, “Cinema Científico em Contexto Educativo e Artístico” e “Cinema e Vídeo: Desconstruções Pedagógicas”.
As Inscrições, a partir de 35€ por módulo, estão abertas em permanência em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao.
Começa no próximo fim‑de‑semana a primeira parte da formação em montagem com a orientação de Pedro Ribeiro. Ao longo de 32 horas será realizada uma abordagem aos aspetos artísticos e estéticos da montagem, noção da continuidade no espaço e no tempo, bem como a introdução ao conceito de estrutura. Todo o processo de aprendizagem no módulo será acompanhado por uma forte componente prática, onde os itens da formação serão assimilados no contacto directo com o material produzido.
No seu vasto currículo existe um equilíbrio entre a linguagem audiovisual comercial ou publicitária, em que começou a carreira, e o cinema de arte e ensaio, encontrando-se a colaboração com realizadores como Bille August, Bruno de Almeida, Gonçalo Galvão Teles, Gonçalo Waddington, José Sacramento, Leonel Vieira, Pedro Costa, Pedro Sena Nunes, Pilar Ruiz-Gutiérrez ou Tiago Guedes. Entre os trabalhos mais recentes de Pedro Ribeiro estão os filmes Variações (2019), de João Maia, SNU (2019) de Patrícia Sequeira, Parque Mayer (2018) e Os Gatos Não Têm Vertigens (2014) de António Pedro Vasconcelos, Quarta Divisão (2013) de Joaquim Leitão, ou Os Insensíveis (2012) de Juan Carlos Medina. A sua carreira cinematográfica começou em 1994 como Assistente de Montagem no filme Pandora, de António da Cunha Telles, Manual de Evasão, de Edgar Pêra e no ano seguinte em Adão e Eva de Joaquim Leitão.
Adicionalmente trabalhou em outros filmes na Direção de Actores, Fotografia ou Som. As inscrições estão disponíveis em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao
A 20 de maio, às 21h30, no renovado Mini-Auditório Salgado Zenha (piso 0 da AAC), os Caminhos do Cinema Português apresentam a segunda masterclass de 2019. A Improvisação no Trabalho de Ator para a Criação Cinematográfica é o mote para a palestra do ator, improvisador e encenador Zeca Carvalho.








