A 28 de dezembro de 1895 os irmãos Lumiére realizaram a apresentação do seu invento “o cinematógrafo” e assim, promoveram a primeira exibição pública de cinema. Nessa sessão 33 privilegiados assistiram pela à “Chegada de um comboio”, L’Arrivée d’un Train à La Ciotat.
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A realizadora Ana Sofia Fonseca vai marcar presença em Coimbra, no Festival Caminhos do Cinema Português. A realizadora de “Cesária Évora” estará na exibição do documentário sobre a cantora cabo-verdiana, que tem início às 21h30 de terça-feira, 8 de novembro, na Casa do Cinema de Coimbra.
A Casa do Cinema de Coimbra celebra o mês de Junho com um ciclo muito especial dedicado ao Cinema Queer Brasileiro. As sessões acontecem de 9 a 30 de junho, todas as quintas-feiras às 18:00.
Após a XXVII edição dos Caminhos do Cinema Português, a Casa do Cinema de Coimbra retoma a sua exibição regular com exibições de terça a sexta e vários momentos especiais com filmes em estreia nacional e sessões para ver cinema em família.
Primeira longa-metragem do realizador portuense exibida à tarde no Teatro Académico de Gil Vicente. À noite será exibido o documentário, de Miguel Dores, sobre o homicídio de Alcindo Monteiro
O realizador David Bonneville e a produtora Isabel Machado estarão presentes esta quinta-feira no Teatro Académico de Gil Vicente, na exibição do filme “O Último Banho”. A sessão tem início às 17h30 e contará também com a presença do realizador José Magro do filme Nha Sunhu.
A primeira longa-metragem do realizador portuense estreou no verão de 2021 e conta, no elenco, com as irmãs Anabela e Margarida Moreira, Miguel Guilherme e Martim Canavarro.
Entre o desabafo do cineasta José Barahona que afirmava que “isto com rock’n’roll é ainda melhor” e a subida triunfal a palco do ator Ruben Garcia que, num salto, galgou o fosso da orquestra, a Cerimónia de Encerramento da XXVI Edição do Festival Caminhos premiou o melhor da cinematografia nacional.
“O Fim do Mundo” pode até retratar uma comunidade “esquecida” por Portugal, mas o mais recente trabalho de Basil da Cunha não passou certamente despercebido aos olhos do Júri da Seleção Caminhos.
A película do luso-suíço sagrou-se, assim, grande vencedora desta XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Nas palavras dos próprios jurados, “o tempo, o imaginário e um elenco generoso” convergem no grande ecrã, construindo “um universo emocionalmente duro, mas que acompanha o espectador numa reflexão que se prolonga para lá dos créditos finais”. “O Fim do Mundo” arrecadou ainda o Prémio D. Quijote, atribuído pelo Júri da Federação Internacional de Cineclubes.
Chegados à recta final deste quarto de século do Festival Caminhos do Cinema Português, celebra-se a variedade criativa das curtas da 7ª arte nacional.
Isto porque – exceptuando-se “Caminho de Casa” de Arlindo Orta, o cardápio deste último dia está repleto de curtas-metragens, entre as quais se assinala o regresso de Teresa Villaverde com “Où en êtes-vous, Teresa Villaverde?“, um documentário que pelo título poderia dar aparências de auto-biográfico.. mas, como a realizadora já nos habituou, trata-se somente de olhar pessoal não sobre a cineasta, mas sim sobre o Carnaval do Rio o desfile que a Escola da Mangueira fez em homenagem a Marielle Franco.
De facto, o formato curta denota-se como o mais popular de entre os autores cinematográficos de Portugal e os Caminhos deste ano não desmentem tal tendência. No entanto, aponta-se é um número menor de projectos de animação, embora o género se mantenha vivo com curtas como “Moulla” de Rui Cardoso, “O Peculiar Crime o Estranho Sr. Jacinto” de Bruno Caetano e “Les Extraordinaires Mésaventures de la Jeune Fille de Pierre” de Gabriel Abrantes. Esta última curta – que figurou na cerimónia de abertura – embora não seja totalmente de animação, envereda por uma mistura de animação computadorizada com imagem real, talvez um sinal de que os criadores de animação em Portugal estejam a preparar-se para abraçar as técnicas do CGI.
A oitava edição do curso de cinema “Cinemalogia” entra agora na sua última fase: a pós-produção. Depois da formação teórica, seguiu-se a veia mais prática deste curso de cinema documental, na qual os formandos tiveram a oportunidade de produzir um documentário com base no tema da 20ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra, “As casas, oh as casas”.
Concluída a rodagem, a pós produção é a etapa subsequente, pautando-se pelas fases de montagem, edição e finalização, designadamente no que toca ao áudio, à imagem e à correção de cor, contando com a orientação do montador Tomás Baltazar, do colorista Nuno Garcia ou dos designers de som Luís Antero e Miguel Martins. Restam ainda 72 horas de formação, entre os dias 7 e 29 de abril, para conhecer e aprender os vários passos desta fase final da produção de uma obra cinematográfica, conjugando-se o saber teórico com o saber prático aplicado no desenvolvimento de um documentário. Há ainda espaço para estudar os procedimentos e mecanismos inerentes à distribuição de cinema e como se estabelecem os circuitos comerciais e de festival dos filmes.
As inscrições continuam abertas em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao.

