Em parceria com o Shortcutz Vila Real, é apresentada hoje, 6 de janeiro, às 21h30, uma extensão do Festival Caminhos do Cinema Português com a exibição de cinco curtas-metragens vencedoras da 31.ª edição. A sessão, de entrada livre, realiza-se no Teatro Municipal de Vila Real.
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Em parceria com a União de Freguesias de Coimbra, a Casa do Cinema de Coimbra promove, de 18 julho a 29 agosto, “O Verão da Criança” com a exibição de filmes a pensar nos mais novos, por apenas 2€. As sessões decorrem uma vez por semana, sempre às 14:45.
Realizada por Alain Ughetto, a Melhor Longa-metragem da Animação Europeia nos Prémios do Cinema Europeu “Interdito a Cães e Italianos” conta o périplo de Luigi Ughetto, avô do realizador, que, no início do século 20, deixa o norte de Itália e atravessa os Alpes em busca de uma vida melhor, em França.
Após a XXVII edição dos Caminhos do Cinema Português, a Casa do Cinema de Coimbra retoma a sua exibição regular com exibições de terça a sexta e vários momentos especiais com filmes em estreia nacional e sessões para ver cinema em família.
Entre o desabafo do cineasta José Barahona que afirmava que “isto com rock’n’roll é ainda melhor” e a subida triunfal a palco do ator Ruben Garcia que, num salto, galgou o fosso da orquestra, a Cerimónia de Encerramento da XXVI Edição do Festival Caminhos premiou o melhor da cinematografia nacional.
“O Fim do Mundo” pode até retratar uma comunidade “esquecida” por Portugal, mas o mais recente trabalho de Basil da Cunha não passou certamente despercebido aos olhos do Júri da Seleção Caminhos.
A película do luso-suíço sagrou-se, assim, grande vencedora desta XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Nas palavras dos próprios jurados, “o tempo, o imaginário e um elenco generoso” convergem no grande ecrã, construindo “um universo emocionalmente duro, mas que acompanha o espectador numa reflexão que se prolonga para lá dos créditos finais”. “O Fim do Mundo” arrecadou ainda o Prémio D. Quijote, atribuído pelo Júri da Federação Internacional de Cineclubes.
Chegados à recta final deste quarto de século do Festival Caminhos do Cinema Português, celebra-se a variedade criativa das curtas da 7ª arte nacional.
Isto porque – exceptuando-se “Caminho de Casa” de Arlindo Orta, o cardápio deste último dia está repleto de curtas-metragens, entre as quais se assinala o regresso de Teresa Villaverde com “Où en êtes-vous, Teresa Villaverde?“, um documentário que pelo título poderia dar aparências de auto-biográfico.. mas, como a realizadora já nos habituou, trata-se somente de olhar pessoal não sobre a cineasta, mas sim sobre o Carnaval do Rio o desfile que a Escola da Mangueira fez em homenagem a Marielle Franco.
De facto, o formato curta denota-se como o mais popular de entre os autores cinematográficos de Portugal e os Caminhos deste ano não desmentem tal tendência. No entanto, aponta-se é um número menor de projectos de animação, embora o género se mantenha vivo com curtas como “Moulla” de Rui Cardoso, “O Peculiar Crime o Estranho Sr. Jacinto” de Bruno Caetano e “Les Extraordinaires Mésaventures de la Jeune Fille de Pierre” de Gabriel Abrantes. Esta última curta – que figurou na cerimónia de abertura – embora não seja totalmente de animação, envereda por uma mistura de animação computadorizada com imagem real, talvez um sinal de que os criadores de animação em Portugal estejam a preparar-se para abraçar as técnicas do CGI.
Os “Caminhos Juniores”, inseridos na 25ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, têm como principal objetivo aproximar o público infantil, do pré-escolar e do 1º ciclo (das escolas de Coimbra), à 7ª Arte, tendo uma intervenção cívica e humana. A atividade irá decorrer no Teatro Académico Gil Vicente, entre os dias 25 a 29 de novembro.
Aqui, milhares de crianças tem a oportunidade de contactar, alguns pela primeira vez, com o cinema, numa sala própria, com uma tela gigante e som que percorre todo o ambiente. Toda a programação tem o intuito de transmitir a este público uma mensagem e uma aprendizagem feita de forma diferente.
Encontramo-nos na reta final da seleção e programação da XXIV Edição do festival Caminhos do Cinema Português. Num ano com um extenso universo de 760 inscrições, foram mais de 370 horas de visionamento realizado pela equipa de programação. A partir de 1 de Outubro começarão a ser revelados os selecionados das seleções competitivas (Seleção Caminhos e Seleção Ensaios) e paralelas (Juniores, Juvenis, Seniores, Outros Olhares e Mundiais). Esta é a oportunidade do espetador conhecer a grande montra do melhor que foi produzido em Portugal (profissional e academicamente) e, simultaneamente, comparar com aquilo que é feito lá fora sob um prisma crítico e comparativo.


