A aposta da Casa do Cinema de Coimbra nas curtas-metragens portuguesas indicadas aos Óscares comprovou que, além do seu valor artístico, existe público e potencial para a sua exibição regular em sala. Ao longo de sete semanas a curta Ice Merchants trouxe até à Casa do Cinema de Coimbra mais de 480 espectadores, tornando acessível o visionamento em sala do primeiro filme nacional indicado a um Óscar.
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Entre o desabafo do cineasta José Barahona que afirmava que “isto com rock’n’roll é ainda melhor” e a subida triunfal a palco do ator Ruben Garcia que, num salto, galgou o fosso da orquestra, a Cerimónia de Encerramento da XXVI Edição do Festival Caminhos premiou o melhor da cinematografia nacional.
“O Fim do Mundo” pode até retratar uma comunidade “esquecida” por Portugal, mas o mais recente trabalho de Basil da Cunha não passou certamente despercebido aos olhos do Júri da Seleção Caminhos.
A película do luso-suíço sagrou-se, assim, grande vencedora desta XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Nas palavras dos próprios jurados, “o tempo, o imaginário e um elenco generoso” convergem no grande ecrã, construindo “um universo emocionalmente duro, mas que acompanha o espectador numa reflexão que se prolonga para lá dos créditos finais”. “O Fim do Mundo” arrecadou ainda o Prémio D. Quijote, atribuído pelo Júri da Federação Internacional de Cineclubes.
Esta quinta-feira, dia 19 de novembro, damos início à Seleção Caminhos, principal secção competitiva do Festival. Como tal, propomos-lhe que atravesse o Atlântico e que aterre na Buenos Aires de “Salsa” (Igor Dimitri) para depois rumar ao coração da Amazónia à boleia de “Nheengatu” (José Barahona).
Após uma dupla viagem a terras sul-americanas, contamos com “A Raiz da Margem” (Sílvia Coelho e Paulo Raposo) para nos fazer regressar aos cenários portugueses já familiares. Rodada no Estuário do Tejo, a curta-metragem segue o ritmo dos ciclos das marés.
A nona edição do curso de cinema “Cinemalogia”, promovida pelos Caminhos do Cinema Português em conjunto com a Universidade Aberta, procuram atores e actrizes para a curta-metragem “Horizonte Artificial”, a produzir no âmbito da 21ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra.
O Casting decorrerá em Coimbra durante a Formação em Direção de Atores e Casting nos dias 23 e 24 de Março no Teatro de Bolso da Associação Académica de Coimbra (TEUC). A acção decorre sob coordenação do ator Nuno Rocha, tendo como objectivo tanto a seleção dos interpretes a integrar a próxima produção do curso, como o ensino da Direção de Actores e as metodologias de Casting.
O percurso de ‘Nunca é Tarde’ pelos festivais de cinema continua. Depois de Avanca, Figueira da Foz, Famalicão, Coimbra e Leira, passando primeiro por Mulvane no estado do Kansas, eis que o filme chega a Faro. A curta-metragem produzida no âmbito da 4.ª do Curso de Cinema Cinemalogia ‘da ideia ao filme’ promovido pelo Festival Caminhos Cinema Português, foi seleccionada pelo FARCUME – Festival Internacional de Curtas-Metragens de Faro -conjuntamente com outros 58 trabalhos proveniente de 17 países, na categoria de Ficção. A sétima edição deste festival realizar-se-á de 21 a 26 de de Agosto.
Chegados a Março, os formandos do curso de cinema “cinemalogia” vêem chegar a hora da verdade e têm de colocar em prática os seus conhecimentos. É a etapa fulcral onde a pré-produção se encontra com a produção efectiva da obra fílmica, sendo necessário responder a todas as necessidades estéticas e artísticas, sem menosprezar as condições técnicas e logísticas, possíveis de atingir num de âmbito formativo, atendendo à especificidade do guião desenvolvido pelos alunos.
A sexta edição do curso de cinema “cinemalogia”, promovida pelos Caminhos do Cinema Português em conjunto com a Universidade Aberta, procuram actrizes para integrar a produção de “A Costureirinha”.
Aproximamos-nos cada vez mais da derradeira etapa de materialização do argumento de “A Costureirinha” num filme. Antes de entrarmos em rodagem desta curta metragem, produzida no âmbito da XIX Semana Cultural da Universidade de Coimbra, ainda há um largo campo de trabalho por definir. A 25 de fevereiro recebemos a visita de Helena Batista.
