A Casa do Cinema de Coimbra apresenta em conjunto com a Nitrato Filmes o ciclo — BRASIL MUSICAL, composto por um conjunto de obras que homenageiam os artistas mais marcantes da música brasileira.
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Os nomeados aos Óscares foram anunciados e a Casa do Cinema de Coimbra vai receber alguns dos títulos que estão na corrida aos prémios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas ao longo das próximas semanas.
O alinhamento apresentado pela Casa do Cinema de Coimbra em 2022 além de apresentar mais oportunidades para acompanhar as nossas sugestões cinematográficas, trouxe consigo novas caras à nossa sala. No espaço de três semanas superámos a marca dos trezentos e trinta espectadores. Mais que um número significativo, esta resposta do público motiva-nos a continuar a abrir a nossa sala de cinema à região.
Após um breve interregno, a Casa do Cinema de Coimbra retoma a sua exibição regular. Este novo ano é marcado por um novo alinhamento que permitirá aos espectadores assistir às nossas exibições de quarta a sábado tanto ao final de tarde – às 18h00 – como à noite – 21h30. Desta forma, esperamos tornar a nossa programação mais acessível a um público mais alargado.
Com cinco secções de jurados, o júri do Festival procura abranger a diversidade das diferentes áreas que se articulam com o cinema. Desde produtores culturais, críticos, professores, jornalistas e músicos, bem como elementos ligados a outras áreas como o Direito ou a Antropologia, procurou obter-se uma visão diversificada dos filmes a ser exibidos.
A inglesa Julia Brow e o espanhol Víctor Feliu juntam-se ao português Vítor Ribeiro e compõem, assim, o Júri da Federação Internacional de Cineclubes / IFFS. A este painel de avaliadores cabe a distinção de um dos filmes a concurso na Seleção Caminhos com o Prémio Don Quijote.
Uma assistente de cinema, um professor de Inglês e um cinéfilo com formação em Engenharia provam, por isso, aquilo que a organização do Festival Caminhos define como uma importante vertente do cineclubismo: “a reunião de pessoas apaixonadas pela sétima arte”.
Os prémios da XXVI Edição dos Caminhos do Cinema Português podem até já ter sido entregues, mas tal não significa que as luzes dos projetores de cinema se tenham apagado. Para além das já anunciadas Mostras Paralelas “Filmes do Mundo” e “Intervenção!”, o Festival dinamiza, entre os dias 5 e 17 de dezembro, as habituais Reposições.
Nas palavras da direção do Caminhos, “estas sessões devolvem à tela do Estúdio 2 das Galerias Avenida alguns dos títulos mais marcantes das três secções competitivas”. Explicam ainda que as Reposições funcionam como um “reforçar do repto para que os públicos regressem às salas”.
Entre o desabafo do cineasta José Barahona que afirmava que “isto com rock’n’roll é ainda melhor” e a subida triunfal a palco do ator Ruben Garcia que, num salto, galgou o fosso da orquestra, a Cerimónia de Encerramento da XXVI Edição do Festival Caminhos premiou o melhor da cinematografia nacional.

