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As especificidades de uma pós-produção

A especialização nas várias disciplinas participantes no processo de pós-produção é o caminho apresentado pelo curso cinemalogia no mês de junho. Finda a montagem de imagem e som é necessário trabalhar ambas as dimensões na sua especificidade olhando ao potencial diegético presente no material de “Horizonte Artificial”.

Na imagem serão trabalhadas a cor e a sequência de título com a coordenação de Lee Fuzeta, Eduardo Nunes e Pedro Vaz, respectivamente, sendo que no som a Banda Sonora e as Misturas Finais serão abordadas por Luís Pedro Madeira e Emídio Buchinho. Há ainda lugar à preparação da distribuição do filme produzido com os módulos de Tradução e Legendagem, com Paulo Montes, e Marketing Cinematográfico, com Nuno Gonçalves.

O curso findará em Julho oferecendo com a formação em “Branding e Comunicação Visual”, bem como com os módulos complementares dedicados à “Interpretação em Cinema”, “Cinema Científico em Contexto Educativo e Artístico” e “Cinema e Vídeo: Desconstruções Pedagógicas”.

As Inscrições, a partir de 35€ por módulo, estão abertas em permanência em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao.

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Crónica do Festival – IV

Consciente de que o cinema é um caminho que exige momentos de play and repete – ou seja, de constantes desafios, de permanentes investidas, mas também de pausa e de reflexão – o festival “Caminhos do Cinema Português” pretende ser um mostruário deste perpétuo dilema, que se revela tanto na cinematografia lusa como nas de outras origens e latitudes. Por isso mesmo, a Seleção Ensaios elege uma gama de trabalhos que são, em muitos casos, primeiras obras oriundas de escolas de cinema de todo o mundo e antecipadoras de longas e reconhecidas carreiras. Assim, e tal como nos dias anteriores, as sessões no Miniauditório Salgado Zenha foram um palco de exposição dessas experiências fílmicas pioneiras. Ontem, na Seleção em questão, foi possível assistir, às 16.30h, a filmes como The Visitor, de Ali Baharlou, ou Let Me In, de Max Dawiczewski, e na sessão das 18.00h a Danke, de António Sequeira (que foi representado pelos seus pais, Carlos e Albina Sequeira), ou a We Are Desperate, de Joana Maria Sousa, todos ele precursores de novos e interessantes caminhos da cinematografia portuguesa, mas não só.

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Ciclo “Arqueologia pela Imagem em Movimento”

O Museu Monográfico de Conimbriga, em parceria com os Caminhos do Cinema Português e o Centro de Estudos Cinematográficos, apresentam a programação do ciclo de cinema “Arqueologia pela Imagem em Movimento”. A partir do pensamento de Jorge de Alarcão – “se o animal deixa no chão traços da sua passagem, maiores são os vestígios que o homem deixa de si nos lugares onde esteve” – procura-se com este ciclo de cinema desvelar circunstâncias históricas da passagem do homem pelo tempo. Num apelo à dimensão imagética revelar-se-á uma arqueologia que conta histórias. Traços de épocas. Com ação, romance e suspense.

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