A responsabilidade de atribuir os prémios da da 29ª Edição do Festival Caminhos do Cinema Português, cai sobre as cinco equipas de júri, bem como sobre o público. Os jurados além de designar quais são os melhores filmes em competição, avaliarão as obras a concurso mediante vários parâmetros técnicos e artísticos, destacando a qualidade do trabalho dos profissionais do Cinema Português.
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As inscrições para a 29.ª Edição do Festival Caminhos do Cinema Português decorrem até 31 de julho.
O Festival Caminhos do Cinema Português regressa a Coimbra entre os dias 5 e 19 de novembro, com o melhor cinema feito no nosso país.
Após um intenso período de inscrições, que terminou no final de Julho, a organização está neste momento a trabalhar para anunciar os seleccionados a 15 de Outubro. Tendo-se recebido mais de 650 propostas de 49 países, o Cinema Português mostra que está pujante com 327 inscrições para esta 28.ª edição. Além de reflectir a confiança que os Caminhos adquiriram de toda a comunidade artística, estes resultados demonstram o crescimento e o reconhecimento da arte cinematográfica no nosso país. Uma qualidade reconhecida internacionalmente para o qual o público nacional começa a despertar.
A próxima edição dos Caminhos do Cinema Português promete ser uma montra do nosso cinema mas também um lugar de encontro entre os vários intervenientes, que ano após ano marcam presença no festival.
Mais informação em breve.
A inglesa Julia Brow e o espanhol Víctor Feliu juntam-se ao português Vítor Ribeiro e compõem, assim, o Júri da Federação Internacional de Cineclubes / IFFS. A este painel de avaliadores cabe a distinção de um dos filmes a concurso na Seleção Caminhos com o Prémio Don Quijote.
Uma assistente de cinema, um professor de Inglês e um cinéfilo com formação em Engenharia provam, por isso, aquilo que a organização do Festival Caminhos define como uma importante vertente do cineclubismo: “a reunião de pessoas apaixonadas pela sétima arte”.
Os Caminhos do Cinema Português são um festival que ao longo da sua história se tem transformado e adaptado a todas as oscilações da produção cinematográfica e crises culturais e sociais. Na edição transacta, realizada em contexto pandémico, optámos por enfrentar de frente todas as adversidades, abrindo as salas de cinema, durante quase dois meses, a um programa cinematográfico vasto, plural e sobretudo revelador da diversidade do Cinema Português e dos seus pontos de contacto com a cinematografia mundial. Voltámos a confinar em 2021, tornando-nos mais tenazes e teimosos, e assim, anunciamos aberto o período de inscrições para a nossa XXVII edição.
Os prémios da XXVI Edição dos Caminhos do Cinema Português podem até já ter sido entregues, mas tal não significa que as luzes dos projetores de cinema se tenham apagado. Para além das já anunciadas Mostras Paralelas “Filmes do Mundo” e “Intervenção!”, o Festival dinamiza, entre os dias 5 e 17 de dezembro, as habituais Reposições.
Nas palavras da direção do Caminhos, “estas sessões devolvem à tela do Estúdio 2 das Galerias Avenida alguns dos títulos mais marcantes das três secções competitivas”. Explicam ainda que as Reposições funcionam como um “reforçar do repto para que os públicos regressem às salas”.
Entre o desabafo do cineasta José Barahona que afirmava que “isto com rock’n’roll é ainda melhor” e a subida triunfal a palco do ator Ruben Garcia que, num salto, galgou o fosso da orquestra, a Cerimónia de Encerramento da XXVI Edição do Festival Caminhos premiou o melhor da cinematografia nacional.




