Tag Caminhos Film Festival

Cerimónia de Abertura da 23.ª edição

Esta ses­são de índole pro­to­co­lar marca o iní­cio for­mal desta XXIII edi­ção. Nela são rece­bi­das todas as enti­da­des envol­vi­das no Fes­ti­val e são nome­a­das em gesto de agra­de­ci­mento. É tam­bém feita uma pequena apre­sen­ta­ção da pro­gra­ma­ção geral do Fes­ti­val e do grupo de jura­dos das mais diver­sas cate­go­rias. Tam­bém marca a estreia em grande écran da curta metra­gem – A Costureirinha – pro­du­zida no âmbito do 6.º curso de cine­ma­lo­gia pro­mo­vi­dos pela orga­ni­za­ção. Há ainda espaço para a música com a actuação do Grupo de Cordas da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra.

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Júri Internacional FICC/IFFS

O Prémio D. Quijote é um prémio da FICC – Federação Internacional de Cineclubes, atribuído em festivais de cinema selecionados pela Federação Internacional de Cineclubes. O Júri FICC/IFFS é composto por cinéfilos de qualquer país do mundo, apurados entre as candidaturas das várias Federações Nacionais de Cineclubes.

O português Carlos Coelho, o norueguês Odd Vaagland e o afegão Abdul Malek Ghulam Hussin são os nomeados Júri FICC da 23ª edição dos Caminhos do Cinema Português.

A Seleção Caminhos, além dos prémios atribuídos pelo Júri da Seleção Caminhos, é também avaliada pelo Júri do Prémio de Imprensa CISION, bem como pelo Público e pelo Júri FICC. Para o Prémio D. Quijote estão elegíveis os filmes presentes em competição na Seleção Caminhos, que estejam legendados em francês ou inglês, ou ausentes de diálogos.

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Retratos do Cinema Português

O festival Caminhos do Cinema Português e a Academia Portuguesa de Cinema apresentam a exposição “Retratos da Academia Portuguesa”, que poderá ser vista em todos os espaços de projecção do festival. A mostra fotográfica irá ser em Coimbra (Teatro Académico Gil Vicente) e em Leiria (Teatro Miguel Franco e Teatro José Lúcio da Silva), entre os dias 19 e 26 de Novembro.

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Caminhos do Cinema Português – Sessões Juvenis

O cinema tem um importante papel na instrução cultural do seu espectador. Existem filmes que, devido à sua ligeireza temática e técnica, servem meramente para entreter quem o vê, fazendo esquecer, não pensar, não conhecer. Nesta programação especial para o público juvenil, foram seleccionadas obras que graças ao seu argumento e harmonia estética despertam a contemplação ao interior e ao meio, agindo como instrumento de inspiração e reflexão para todos os jovens que irão assistir às sessões. Por o cinema fazer crescer e cogitar, é premente a sua divulgação junto dos mais novos.

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“Elo”, de Alexandra Ramires: “Há um lado de beleza naquilo que é assustador”

Foi a partir do Porto que Alexandra Ramires, mais conhecida por Xá, falou da sua mais recente criação, a curta-metragem “Elo” (2020). Este filme de animação estreou em Coimbra no dia 20 de novembro e integra as Secções Competitivas – Seleção Caminhos. 

O trabalho mais recente de Alexandra Ramires conta já com o carimbo do 56.º Festival Internacional de Cinema de Chicago, tendo ganhado o prémio principal da competição (o Hugo de Ouro). “Uma bela paleta invertida de preto-e-branco atrai-nos imediatamente e uma grande quantidade de silêncio mantém-nos lá”. São estas as palavras do júri sobre a curta-metragem de animação “Elo”.

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