A preparação de uma rodagem faz-se pela preparação de todos os aspectos técnicos e artísticos. No próximo fim-de-semana, 16 e 17 de Fevereiro, abordamos a construção de personagens nos módulos de “Figurinos”, orientado por Silvia Grabowski e Caterina Cucinotta, e Caracterização, orientado por Carlos Gago.
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Após a escolha do argumento é tempo de fazer o planeamento da produção compreendendo as competências da direção artística de forma a poder passar para uma correta e adequada fase de pré-produção da curta metragem. A 9 de fevereiro, Luís Alvarães irá orientar os formandos quanto à Gestão e Conceção de Produções e a 10 de fevereiro é a vez de Luísa Bebiano Correia ficar encarregue por explicar o papel da Direção da Arte. As inscrições, a partir de 30€ por módulo, estão abertas em permanência.
Ao sexto dia dos Caminhos do Cinema Português chega o dia em que serão exibidas três longas e uma curta-metragem.
Ao início da tarde a selecção oficial estará representada pela curta-metragem Descobrindo a Variável Perfeita, de Rafael Almeida naquela que será uma incursão a um universo muito particular e com alguns elementos “Andersonianos”, a qual será seguida pela longa-metragem Soldado Milhões, de Gonçalo Galvão Teles num retrato do herói português da Primeira Guerra Mundial agora que cumpre o seu centenário.
Ao final da tarde será exibida a longa-metragem Lovers on Borders (Amantes na Fronteira), uma co-produção luso-nipónica realizada por Atsushi Funahashi e que centra a sua dinâmica em dois espaços temporais distintos mas com elementos históricos que os unem… tal como às suas personagens.
E finalmente, a sessão da noite irá apresentar Praça Paris, de Lúcia Murat, uma co-produção luso-brasileira protagonizada por Grace Passô e Joana de Verona num estudo abordagem à violência e à sua directa influência no indivíduo.
Próximos do Jubileu que com certeza marcará a vida deste evento, orgulhamo-nos de trazer a Coimbra de forma ininterrupta e contínua o melhor do que se faz no cinema português. Consideramos que ao longo de 24 edições alcançamos um equilíbrio programático que reflete todos os géneros e feitios que caracterizam a produção de cinema no país, procurando de forma equitativa dar-lhe um espaço e públicos, que anseiam por ele, ou que lhes permite a descoberta do mesmo. Sem seccionismos, elitismos ou proselitismos tentamos manter coerente a identidade que nos caracteriza desde sempre: mostrar todo o cinema português.
Nesta primeira noite da 24ª Edição de “Caminhos do Cinema Português”, o ponto de encontro foi o Teatro Académico Gil Vicente (TAGV). Com as portas abertas ao público, não demorou muito até que a multidão começasse a convergir para o que seria o início de um belo serão. De estudantes a profissionais, dos mais curiosos aos mais experientes, o festival acolheu, de braços abertos, cinéfilos de todas as idades. Da mesma forma, a sétima arte viria, como se percebeu pelo ambiente vivido, a ser acarinhada por todos os seus amantes que por cá passaram. Acabada de chegar à cidade dos estudantes, sua velha conhecida de edições anteriores, a magia do cinema português voltou a fazer-se notar.
Começou a XXIVª edição do Caminhos do Cinema Português, o mais antigo festival de cinema do país dedicado, na sua matriz, à divulgação do cinema nacional e que terá mais uma vez lugar no TAGV – Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra e que irá durar até ao próximo dia 01 de Dezembro data na qual serão conhecidos todos os vencedores da edição.
Sábado, dia 24 de novembro, às 21h45, o Teatro Académico Gil Vicente será o palco da Cerimónia de Abertura do festival Caminhos do Cinema Português, com apresentação de Carolina Santos e Diogo Carvalho.