Na recta final de preparação para o Caminhos Film Festival desta anunciamos hoje os nomes dos jurados responsáveis pela atribuição do palmarés de 2015.
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A última sessão do Ciclo 20 Anos de Cinema Português é dedicada à realizadora Salomé Lamas. Salomé Lamas (1987, Lisboa) estudou Cinema em Lisboa e em Praga, tirou um MFA em Amesterdão e é doutoranda em estudos fílmicos na Universidade de Coimbra. O seu trabalho tem-se centrado na imagem em movimento e sido exibido tanto em espaços artisticos como festivais de cinema. Após realizar algumas curtas, a sua primeira longa-metragem TERRA DE NINGUÉM estreou internacionalmente na Berlinale (Forum) e foi exibida em vários outros festivais.Lamas é bolseira da MacDowell Colony, do Rockefeller Foundation Bellagio Center, e da DAAD Berliner Künstlerprogramm.
Há algum tempo afirmámos que falar de cinema português não é fácil. E agora constatamos, mais uma vez, que não é. De 2012 a esta data passaram-se dois anos. Dois anos em que se viveu a angústia do ano zero, no que toca ao financiamento público ao sector, com uma produção cinematográfica reduzida e onde não nos foi possível encontrar os apoios, públicos e privados, necessários para tornar possível a realização deste festival.
O espaço Porto Cruz, em Vila Nova de Gaia, será, no próximo dia 18, anfitrião do desvendar da programação oficial dos XX Festival Caminhos Cinema Português.
A tarde, que terá o seu início pelas 16h00, contemplará a apresentação do cartaz principal e das actividades a decorrer paralelamente.
Foi a partir do Porto que Alexandra Ramires, mais conhecida por Xá, falou da sua mais recente criação, a curta-metragem “Elo” (2020). Este filme de animação estreou em Coimbra no dia 20 de novembro e integra as Secções Competitivas – Seleção Caminhos.
O trabalho mais recente de Alexandra Ramires conta já com o carimbo do 56.º Festival Internacional de Cinema de Chicago, tendo ganhado o prémio principal da competição (o Hugo de Ouro). “Uma bela paleta invertida de preto-e-branco atrai-nos imediatamente e uma grande quantidade de silêncio mantém-nos lá”. São estas as palavras do júri sobre a curta-metragem de animação “Elo”.