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Seleção Ensaios

O nosso Festival segue o mote de ser uma montra de todo o cinema português, não podendo ser ignoradas as obras produzidas no seio das academias e escolas. Existe uma torrente anual constante de estudantes com vontade de criar ou, muitas das vezes, realizadores que voltam ao mundo académico para adquirir ou renovar novas competências no domínio da linguagem cinematográfica. Começa a ser muito ténue a linha que desarticula aquilo que consideramos cinema produzido em contexto profissional do que é produzido em contexto académico, mas sabemos que aquilo que os une é, sem dúvida, uma qualidade e originalidade surpreendentes.

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Selecionar e Programar

Encontramo-nos na reta final da seleção e programação da XXIV Edição do festival Caminhos do Cinema Português. Num ano com um extenso universo de 760 inscrições, foram mais de 370 horas de visionamento realizado pela equipa de programação. A partir de 1 de Outubro começarão a ser revelados os selecionados das seleções competitivas (Seleção Caminhos e Seleção Ensaios) e paralelas (Juniores, Juvenis, Seniores, Outros Olhares e Mundiais). Esta é a oportunidade do espetador conhecer a grande montra do melhor que foi produzido em Portugal (profissional e academicamente) e, simultaneamente, comparar com aquilo que é feito lá fora sob um prisma crítico e comparativo.

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Últimas horas do Call for Movies

Desde 1 de maio está a decorrer o Call for Movies da XXIV Edição dos Caminhos do Cinema Português, terminando oficialmente amanhã, 31 de julho.

Dedicada essencialmente às produções nacionais realizadas desde o final do prazo de inscrições da XXIII Edição do festival, a organização do festival convida todos os produtores, realizadores e criadores portugueses a concorrerem às secções competitivas e paralelas existentes no festival. As duas Secções competitivas diferem no tipo de obras que acolhem, mas têm o mesmo objetivo, a promoção de todo o Cinema Português.

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Crónica do Festival – VI

O dia 2 de dezembro foi o sexto do festival “Caminhos do Cinema Português”. Passadas que eram já incontáveis horas de visualização de novíssimas obras cinematográficas de produção nacional, felizmente faltavam ainda algumas mais, pois se há uma palavra que pode definir este sexto dia, essa palavra é “poderoso”.

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Encerramento e Entrega de Prémios a 3 de dezembro

A XXIII Edição do Festival Caminhos do Cinema Português não podia terminar sem um dos momentos altos do evento. A cerimónia de encerramento e respetiva entrega dos prémios são um marco fundamental para o reconhecimento do melhor que se produz no cinema e indústria cinematográfica portuguesa.

E os Caminhos são um evento especial. Mais do que replicar inesgotavelmente uma fórmula, procuramos inovar e reconhecer todos os que procuram promover o Cinema português, técnicos e artistas, e não apenas os filmes. E foi isto que nos moveu, criando programações em ambas as secções competitivas e não competitivas com novas perspetivas e abordagens.

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Outro Eu surge ao quinto dia

A 23ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português segue para o quinto dia de exibição de filmes, com um total de sete sessões. As sessões, do dia 1 de dezembro, iniciam-se às 14:30 horas, no Mini – Auditório Salgado Zenha, com “Viagens Filosóficas” da série “No Trilho dos Naturalistas”, realizado por Susana Nobre. Este episódio irá narrar as histórias sobre a ciência moderna portuguesa, levando-nos assim numa viagem sobre o estudo da botânica no decorrer dos anos que remonta ao século XVIII. A Seleção Caminhos terá 3 exibições, destacando-se a sessão das 17:30 horas, no TAGV, com “A Ilha dos cães” de Jorge António, uma adaptação do romance “Os Senhores do areal” do escritor angolano Henrique Abranches. “A ilha dos cães” conta com a participação de Nicolau Breyner, umas das suas últimas interpretações, e de João Cabral, presente na sessão de abertura do Festival. Também se poderá assistir aos filmes “Já passou” de Sebastião Salgado que recebeu o Prémio para Melhor Curta Metragem Internacional no 15º Rome Independent Film Festival e, ainda, “O dia em que as cartas pararam” de Cláudia Clemente que retrata uma paixão proibida vivida por um agente da PIDE e uma estudante universitária. A última sessão da Seleção Caminhos começará às 21:45 horas, no TAGV, com a estreia da curta – metragem “O Sapato” de Luís Vieira Campos. Seguir-se-ão as curta – metragens “Hei de morrer onde nasci” de Miguel Munhá, “Humores Artificiais” de Gabriel Antunes e “Flores” de Jorge Jácome. Para terminar passarão os documentários “Longe da Amazónia” de Francisco Carvalho e “Tudo o que imagino” de Leonor Noivo. O quinto dia do festival encerra com mais uma Master Sessions, com o tema “O Outro Eu” com moderação de Bruno Fontes e participação de Leonardo Mateus, Jorge António e Luís Vieira Campos.

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Ao quarto dia …

A 23º edição do Festival Caminhos do Cinema Português já vai a meio, mas ainda há muitos filmes a ser exibidos. No quarto dia do festival, temos de novo um total de oito sessões.

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Crónica do Festival – II

“Só posso dizer que não há palavras para descrever a atividade e a felicidade no rosto das centenas de crianças que enchem as sessões. Há de facto coisas na vida que não têm preço e esta é sem dúvida uma delas.” Foi com estas palavras que Viviana Andrade descreveu a primeira sessão dos “Caminhos Juniores”, que é uma das atividades que coordena e que inaugurou, às 10.00h na sala principal do TAGV, o segundo dia do Festival “Caminhos do Cinema Português”. O caminho faz-se caminhando, e a melhor forma de começar o dia é pelo início, ou seja, pela formação de novos públicos para o cinema português.

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