Esta segunda-feira, dia 16 de novembro, sugerimos-lhe que conheça “Nestor” (João Gonzalez), personagem com comportamentos obsessivo-compulsivos que tem um barco oscilante por casa. Propomos-lhe, igualmente, que descubra o que é que o Sr. Jaime de “MNEMOSYNE” (João Duque) recebeu pelo seu 63.º aniversário e que viaje até à capital lusa à boleia de “Silêncio: Vozes de Lisboa” (Judit Kalmár e Céline Coste Carlisle).
Programação Saiba tudo sobre a Programação dos Caminhos
Reunindo registos do Alentejo, «As Estações», novo filme de Maureen Fazendeiro, é apresentado pela realizadora no domingo, 7 de dezembro, às 16h40, na Casa do Cinema de Coimbra. A sessão inclui um momento de perguntas e respostas com a cineasta, dinamizado pelo investigador André Tomás Santos.
Este domingo, dia 15 de novembro, propomos-lhe uma tríade de reflexões relacionadas com a memória: a memória e a doença de Alzheimer, em “Mãos de Prata” (Catarina Gonçalves); as memórias do quotidiano captadas por câmaras de vigilância desprotegidas, em “Panopticon” (João Pedro Mateus); e uma memória quase em forma de tributo à vida de Cesina Bermudes, a obstetra anti-Estado Novo que introduziu os partos indolor em Portugal, em “Parto Sem Dor” (Maria Mire).
A Casa do Cinema de Coimbra apresenta «Zootrópolis 2», de Jared Bush e Byron Howard, na sua próxima matiné infantil, no domingo, 18 de janeiro, às 14h30. Com bilhetes a 3 € e exibida na versão portuguesa, a segunda parte da animação revisita a metrópole animal com humor, ação e mensagens sobre parceria e compreensão.
No âmbito da 31.ª edição do Caminhos do Cinema Português, inaugura no dia 15 de novembro, às 15h, a exposição «Nem Musa, Nem Sombra», no Estúdio 1 (7.º piso, Edifício Avenida). A mostra permanecerá aberta ao público, mediante marcação, durante todo o festival, celebrando e dando visibilidade às mulheres que constroem o cinema e o audiovisual em Portugal — diante e atrás da câmara.
O Festival Caminhos do Cinema Português inicia no sábado, 15 de novembro, a sua 31.ª edição, dando desde logo nota da diversidade de atividades que se estendem por vários espaços da cidade e se dirigem a todos os públicos.
Ao longo de oito dias, Coimbra volta a afirmar-se como o epicentro do cinema nacional, com uma programação que inclui mais de 110 filmes, a realização de masterclasses e mesas-redondas e a inauguração de uma exposição dedicada ao trabalho das mulheres no cinema português. Toda a informação está disponível em caminhos.info.
Uma proposta, fora de horas, do Caminhos com filmes que exploram o erotismo, o terror, a violência, o prazer e o perigo. Sessões para espectadores inquietos, com filmes para quem aceita entrar no escuro.
Penacova volta a integrar o Festival Caminhos do Cinema Português, acolhendo sessões entre 15 e 22 de novembro no Auditório Municipal. Filmes provenientes de várias secções do festival — Seleção Caminhos, Ensaios, Turno da Noite, Filmes do Mundo e Caminhos Juniores — compõem uma programação que percorre diferentes territórios cinematográficos, com sessões de animação, curtas-metragens, cinema de terror e longas-metragens para o público em geral.
Casa do Cinema de Coimbra traz sessão especial em dose dupla de «A Memória do Cheiro da Coisas»
2025-11-06Na próxima quinta-feira, 6 de novembro, a Casa do Cinema de Coimbra acolhe uma sessão especial em dose dupla do filme <<A Memória do Cheiro das Coisas>>, realizado por António Ferreira. As exibições serão às 19h15 e 21h45, e contarão com a presença do elenco e da equipa técnica, que participarão numa conversa com o público após a exibição.
O cinema como fronteira móvel — onde a criação portuguesa dialoga com novas geografias, novas vozes e novas formas de imaginar. São filmes que falam de identidade, colonialismo e pertença, de violência e cuidado, de sonhos e assombrações, de corpos que resistem e reinventam o seu lugar.
Outros Olhares: do cinema para o ensaio, o arquivo, o teatro, a literatura e a instalação.
2025-11-05O cinema como palco para as mais diversas artes, num diálogo interdisciplinar constante. Destacamos o explícito diálogo entre o cinema e o teatro (em «Memórias do Teatro da Cornucópia», de Solveig Nordlund), a instalação («Ouro e Cinza», de Salomé Lamas), a fusão de escrita e a realização («Fuck the Polis» de Rita Azevedo Gomes), ou mesmo o cruzamento entre Paula Rego e literatura com «As Meninas Exemplares», de João Botelho.
No sábado, 1 de novembro, às 16h15, a Casa do Cinema de Coimbra recebe o produtor de «O Riso e a Faca», Tiago Hespanha, para uma exibição especial da nova longa-metragem de Pedro Pinho. A antropóloga sócio-cultural Cristina Sá Valentim conduz uma conversa com o cineasta após a sessão.
Adaptação da literatura, «As Aves», filme de Pedro Magano, é exibido em sessão especial na terça-feira, 28 de outubro, às 19h, na Casa do Cinema de Coimbra. Acompanhado do produtor Pedro Sá, o cineasta conversa com o investigador Salvador Tito após a projeção.
Sessão especial e masterclass: estreia nacional traz realizador e equipa à Casa do Cinema de Coimbra
2025-10-23«O Velho e a Espada», longa-metragem de fantasia e comédia de Fábio Powers, é apresentada pelo realizador no dia 25 de outubro, às 18h30, na Casa do Cinema de Coimbra. Com a presença da equipa técnica do filme, a sessão inclui ainda uma masterclass dedicada à produção nacional de cinema de género e um momento de perguntas e respostas dinamizado por Pedro Alarcão, do blog Cinemaxunga.
A Casa do Cinema de Coimbra apresenta «A Casa de Bonecas da Gabby: O Filme», de Ryan Crego, nas matinés infantis do mês de outubro: no sábado, dia 18, às 11h, e no domingo, dia 19, às 14h30. Com bilhetes a 3 € e exibida na versão portuguesa, a comédia adapta a famosa série animada para imagem real e convida todos os públicos a uma viagem colorida e repleta de imaginação.
Na semana de 9 a 15 de outubro, a programação da Casa do Cinema de Coimbra apresenta quatro sessões especiais dedicadas ao cinema português que juntam realizadores, atrizes e produtores das obras. Além de «Ardente Paciência» (1983), de Antonio Skármeta, são exibidos o recém-estreado «O Céu em Queda», de Carlos Ruiz Carmona; a cópia restaurada de «Três Irmãos» (1994), de Teresa Villaverde; e a estreia de «Sombras», de Jorge Cramez.













