No seu segundo mês de exibições, a Casa do Cinema de Coimbra oferece novos ciclos atendendo a uma experiência cinematográfica diferenciada. Esta casa traz à tela um conjunto de títulos de cariz patrimonial e histórico, sem esquecer a celebração do mês queer e o combate aos estereótipos sociais.
Programação Saiba tudo sobre a Programação dos Caminhos
Os Caminhos do Cinema Português, em conjunto com o Centro de Estudos Cinematográficos e o Fila K Cineclube, apresentam as suas exibições na Casa do Cinema de Coimbra até ao final do ano.
Os prémios da XXVI Edição dos Caminhos do Cinema Português podem até já ter sido entregues, mas tal não significa que as luzes dos projetores de cinema se tenham apagado. Para além das já anunciadas Mostras Paralelas “Filmes do Mundo” e “Intervenção!”, o Festival dinamiza, entre os dias 5 e 17 de dezembro, as habituais Reposições.
Nas palavras da direção do Caminhos, “estas sessões devolvem à tela do Estúdio 2 das Galerias Avenida alguns dos títulos mais marcantes das três secções competitivas”. Explicam ainda que as Reposições funcionam como um “reforçar do repto para que os públicos regressem às salas”.
Um catálogo de um festival como o Caminhos, revela uma definição espácio-temporal de parte da história cinematográfica actual, com claro destaque para aquelas produções co-produzidas ou produzidas em contexto nacional. Este produto editorial não é só uma mera representação quantitativa de obras produzidas num determinado ano ou edição, mas antes um um registo de carácter qualitativo da amplitude temática e técnica do cinema contemporâneo. Além disso, mostra-nos decisões conceptuais, artísticas e curatoriais de um evento que já conta com 26 edições e que realiza um conjunto de actividades que pretendem enriquecer a cultura cinematográfica junto de todo o tipo de públicos.
Estando Coimbra fora da lista de concelhos de risco “extremo” e de risco “muito elevado” devido ao número de casos de Covid-19, o Festival Caminhos do Cinema Português pôde fazer algumas alterações na sua programação. Na linha da frente destas mudanças estão o interesse, a acessibilidade e, sobretudo, a segurança de cineastas e espectadores.
O primeiro ajuste diz respeito à Cerimónia de Encerramento. O Caminhos continua a eleger o palco do Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) e os acordes dos The Twist Connection para encerrar a sua XXVI Edição, mas a celebração faz-se numa nova data. A Cerimónia de Encerramento transita, por isso, de sexta-feira para as 18h de sábado, dia 28 de novembro. Num final de tarde que se anuncia chuvoso, o Festival vai celebrar o melhor da cinematografia nacional (e não só), entregando quase 30 prémios. Além do trio conimbricense, o Caminhos espera contar com a presença dos galardoados deste ano.
Estando Coimbra fora da lista de concelhos de risco “extremo” e de risco “muito elevado” devido ao número de casos de Covid-19, o Festival Caminhos do Cinema Português pôde fazer algumas alterações na sua programação. Na linha da frente destas mudanças estão o interesse, a acessibilidade e, sobretudo, a segurança de cineastas e espectadores.
O primeiro ajuste diz respeito à Cerimónia de Encerramento. O Caminhos continua a eleger o palco do Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) e os acordes dos The Twist Connection para encerrar a sua XXVI Edição, mas a celebração faz-se numa nova data. A Cerimónia de Encerramento transita, por isso, de sexta-feira para as 18h de sábado, dia 28 de novembro. Num final de tarde que se anuncia chuvoso, o Festival vai celebrar o melhor da cinematografia nacional (e não só), entregando quase 30 prémios. Além do trio conimbricense, o Caminhos espera contar com a presença dos galardoados deste ano.
A principal secção competitiva do Festival Caminhos do Cinema Português arranca já na manhã desta quinta-feira, dia 19 de novembro, no recentemente reativado Estúdio 2 das Galerias Avenida. Pelas 10h30, “Maré”, curta-metragem de animação realizada por Joana Rosa Bragança, é o filme que dá o pontapé de saída da Seleção Caminhos.
A esta película seguir-se-ão outras 42 entre animação, documentário e ficção. “Um Animal Amarelo” (Felipe Bragança) e “A Vida Dura Muito Pouco” (Dinis Leal Machado) são apenas dois dos títulos em destaque, aos quais se juntam as estreias nacionais de “Submissão” (Leonardo António) e “Aos Nossos Filhos” (Maria de Medeiros). “Amor Fati” (Cláudia Varejão) e “Listen” (Ana Rocha), o candidato português aos Óscares, não poderiam também deixar de constar da lista de filmes em exibição.
Esta quinta-feira, dia 19 de novembro, damos início à Seleção Caminhos, principal secção competitiva do Festival. Como tal, propomos-lhe que atravesse o Atlântico e que aterre na Buenos Aires de “Salsa” (Igor Dimitri) para depois rumar ao coração da Amazónia à boleia de “Nheengatu” (José Barahona).
Após uma dupla viagem a terras sul-americanas, contamos com “A Raiz da Margem” (Sílvia Coelho e Paulo Raposo) para nos fazer regressar aos cenários portugueses já familiares. Rodada no Estuário do Tejo, a curta-metragem segue o ritmo dos ciclos das marés.
As secções competitivas do Festival Caminhos do Cinema Português podem até terminar com a Cerimónia de Encerramento da tarde de 28 de novembro, mas as mostras paralelas do Festival mantêm Coimbra no epicentro da cinematografia nacional (e não só!) até mais de meados de dezembro.
Os filmes das sessões paralelas Turno da Noite, Filmes do Mundo e Intervenção! vão ser exibidos no ecrã do recentemente reativado Estúdio 2 das Galerias Avenida.
Numa época que o cinema parece, progressivamente, passar do grande para os pequenos ecrãs, o Festival Caminhos do Cinema Português continua a remar contra a maré digital, acreditando que o cinema deve ser visto e vivido em sala. O ciclo “Programa!Ação”, que serve de antecâmara ao próprio Festival, é mais um passo neste sentido.
O ciclo “Programa!Ação” faz-nos recuar até ao início de carreira de reputados cineastas nacionais, revisitando as suas primeiras produções. Uma viagem que, no fundo, representa o aceder à mente de jovens realizadores e o reconhecer da semente que germina e das suas novas formas de olhar o cinema e o mundo.
Encontram-se abertas as inscrições para a 26.ª Edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Entre os dias 1 de Janeiro e 31 de Julho poderão ser submetidas via FilmFreeway as obras para a Selecção Caminhos, Selecção Ensaios e Outros Olhares. Até 31 de Maio todas as inscrições de filmes nacionais serão gratuitas.
Na sua 26.ª edição há uma aposta do festival em reconhecer a importância do cinema de animação como um traço importante da qualidade da cinematografia nacional. Essa aposta é projectada pela introdução do Prémio Melhor Ensaio de Animação. Confira todos os detalhes no regulamento do festival.
No dia 30 de Novembro entregaram-se os prémios da XXV edição dos Caminhos do Cinema Português. A cerimónia começou às 21h45 no Teatro Académico de Gil Vicente contando com o acompanhamento musical da Big Band Rags, da Tuna Académica de Coimbra.
Na sessão das 21H45 do Festival Caminhos do Cinema Português, no TAGV, será exibido o filme Mutant Blast, uma comédia de terror de Fernando Alle. Depois de milhares de experiências científicas, que não correm como esperado, o mundo depara-se com o apocalipse. Milhões de zombies percorrem as ruas em busca de pessoas para se alimentarem. A sua sobrevivência está nas mãos de três heróis: Maria, ex-militar; TS-347, um homem com força sobre-humana e Pedro, que, além dos problemas comuns, se debate com uma ressaca descomunal, resultado de uma noite para esquecer.
Os “Caminhos Juniores”, inseridos na 25ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, têm como principal objetivo aproximar o público infantil, do pré-escolar e do 1º ciclo (das escolas de Coimbra), à 7ª Arte, tendo uma intervenção cívica e humana. A atividade irá decorrer no Teatro Académico Gil Vicente, entre os dias 25 a 29 de novembro.
Aqui, milhares de crianças tem a oportunidade de contactar, alguns pela primeira vez, com o cinema, numa sala própria, com uma tela gigante e som que percorre todo o ambiente. Toda a programação tem o intuito de transmitir a este público uma mensagem e uma aprendizagem feita de forma diferente.
A edição do catálogo de um festival é a materialização física de um conjunto de ideias, actos e vectores tomados a cada edição do evento. É um momento marcante na medida em que é essa mesma materialidade que permite perpetuar o trabalho de um ano inteiro de estudo, reflexão e programação do cinema que nos é proposto pelos criadores.
A importância da materialidade é feita pelas contingências em que o conseguimos produzir. Terabytes perdidos, centenas de informações recolhidas a partir das inscrições efectuadas por distribuidores e produtores unidos pela paixão cinematográfica tornam, ano após ano, a edição, o design e a revisão um processo desafiante que agora partilhamos com todos numa edição bilingue que torna o festival acessível a todos.
O cinema começa por documentar acontecimentos comuns, a simples chegada de um comboio deslumbrava e assustava toda a plateia, sendo o encantamento por esta nova tecnologia suficiente para atrair multidões. Naturalmente, com o decorrer do tempo começam a ser criadas narrativas, que se vão tornando cada vez mais elaboradas, com personagens que assentam maioritariamente numa moralidade que defende a ordem e a homogeneização social. Atualmente o cinema incorpora uma análise mais complexa, contraditória e aberta, da condição humana.

