Este sábado, dia 14 de novembro, sugerimos-lhe que conheça a Ella de “A Greenhouse” (Francisco Pereira Coutinho), uma mulher dividida entre a atração pelo florista do bairro e a necessidade de preservar um casamento menos convencional do que à primeira vista nos pode parecer. Propomos-lhe, ainda, uma viagem a Nova Iorque à boleia de “Carnage” (Francisco Valente) e uma reflexão sobre o erotismo, o obsceno e o erótico em “The Kiss” (Miguel De).
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Demos início à XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português há uma semana: na passada sexta-feira, dia 13 de novembro. Apesar do mau fado que os mais supersticiosos poderiam ter atribuído à data, esta edição tem superado as nossas expectativas. Conseguimos reinventar-nos face a restrições horárias que nos impediram de promover sessões noturnas e ao fim-de-semana e, exibição após exibição, temos provado que, apesar de separados por medidas, continuamos unidos pela cultura.
Esta sexta-feira, dia 13 de novembro, propomos-lhe uma viagem até ao mundo apocalíptico de “Bunker ou Contos que Ouvi Depois do Mundo Acabar” (João Estrada), sugerimos-lhe que conheça a menina e a mulher de “Sonho de um Verão” (Inês Nunes) e que se deixe arrepiar por uma certa “Canção de Embalar” (João Pedro Frazão).
Marcelo Rebelo de Sousa e Assembleia da República concedem Alto Patrocínio ao Festival Caminhos
2024-12-17“Ouvinte atento e grato espectador” do cinema português – foram estas as palavras escolhidas pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para classificar a sua relação com a sétima arte nacional. Proferidas em setembro deste ano, no âmbito da entrega dos Prémios Sophia, as declarações tiveram também eco em Coimbra.
Assim, o Festival Caminhos do Cinema Português conta uma vez mais com o Alto Patrocínio da República Portuguesa, atribuído pela mão do seu mais elevado representante. Também a Assembleia da República que, desde 2011, concede o seu Alto Patrocínio ao Festival volta a atribuir-nos esta condecoração.
A XXVI Edição do Festival conta, então, com o Alto Patrocínio de Sua Excelência, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e com o Alto Patrocínio de Sua Excelência, o Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.
Congratulamo-nos, por isso, ao ver reconhecido o valor do Festival como importante agente de divulgação, promoção e celebração do cinema português.
A par do nosso mais sincero “obrigado”, deixamos também o convite para que, entre 9 de novembro e 5 de dezembro, conheçam connosco o melhor da cinefilia nacional.
Esta quinta-feira, dia 26 de novembro, sugerimos-lhe que se deixe apaixonar pelo “coro de afetos” de “Amor Fati” (Cláudia Varejão) e que acompanhe o Nuno de “Discos Perdidos“, um açoriano a viver em Lisboa, na sua busca pela coleção de vinis da adolescência. Em estreia nacional no Festival Caminhos do Cinema Português, a película de Tiago P. de Carvalho cruza os acordes dos The Pale Saints, Pixies e The Cure com o tradicional folclore da cultura açoriana. O realizador marcará, inclusive, presença na sessão das 15h.
Já ao final da tarde, a nossa proposta passa por uma outra estreia nacional: “Aos Nossos Filhos” (Maria de Medeiros) – uma narrativa no feminino que explora a relação entre mãe e filha.
“O Fim do Mundo”, do luso-suíço Basil da Cunha, sagrou-se o grande vencedor da XXVI Edição dos Caminhos do Cinema Português. O filme levou para casa o Grande Prémio do Festival – Turismo do Centro e mereceu o reconhecimento da Federação Internacional de Cineclubes que lhe atribuiu o Prémio D. Quijote.
Pelas 20h30 desta terça-feira, dia 15 de dezembro, o Festival devolve por isso aos espectadores a oportunidade de (re)verem os 104 minutos que tamanhos elogios mereceram do painel de jurados.
“Celebrar os criadores do amanhã” é o mote da Seleção Ensaios, uma das três secções competitivas do Festival Caminhos do Cinema Português. Esta mostra em particular é dedicada aos filmes produzidos em contexto académico ou de formação técnico-profissional. Noutras palavras, as janelas de exibição da Seleção Ensaios abrem espaço às produções de Escolas de Cinema, Audiovisual e Multimédia, tanto do Ensino Secundário quanto do Ensino Superior.
Turno da Noite, uma das mostras paralelas do Festival Caminhos do Cinema Português, tem início a uma sexta-feira 13. Devemos, por isso, admitir que nunca um acaso do calendário nos pareceu fazer tanto sentido. É que entre o centro comercial abandonado de “Merry Christmas, Mr. Monster” (João Pais da Silva e André Rodrigues), os sonhos do cineasta que protagoniza “The Great Parody” (André Carvalho) e a jovem bastarda e pirómana de “Canção de Embalar” (João Pedro Frazão), Turno da Noite promete arrepiar até o espectador mais cético.
A XXVI Edição do Festival que celebra o “cinema português para todos” acaba de revelar os nomes dos primeiros jurados a integrar o painel de avaliadores deste ano. Três das cinco equipas de júris já estão completas e contam com vultos ligados ao jornalismo, à investigação académica e, claro, à sétima arte.
