Este domingo, dia 15 de novembro, propomos-lhe uma tríade de reflexões relacionadas com a memória: a memória e a doença de Alzheimer, em “Mãos de Prata” (Catarina Gonçalves); as memórias do quotidiano captadas por câmaras de vigilância desprotegidas, em “Panopticon” (João Pedro Mateus); e uma memória quase em forma de tributo à vida de Cesina Bermudes, a obstetra anti-Estado Novo que introduziu os partos indolor em Portugal, em “Parto Sem Dor” (Maria Mire).
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Este sábado, dia 14 de novembro, sugerimos-lhe que conheça a Ella de “A Greenhouse” (Francisco Pereira Coutinho), uma mulher dividida entre a atração pelo florista do bairro e a necessidade de preservar um casamento menos convencional do que à primeira vista nos pode parecer. Propomos-lhe, ainda, uma viagem a Nova Iorque à boleia de “Carnage” (Francisco Valente) e uma reflexão sobre o erotismo, o obsceno e o erótico em “The Kiss” (Miguel De).
Demos início à XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português há uma semana: na passada sexta-feira, dia 13 de novembro. Apesar do mau fado que os mais supersticiosos poderiam ter atribuído à data, esta edição tem superado as nossas expectativas. Conseguimos reinventar-nos face a restrições horárias que nos impediram de promover sessões noturnas e ao fim-de-semana e, exibição após exibição, temos provado que, apesar de separados por medidas, continuamos unidos pela cultura.
Esta sexta-feira, dia 13 de novembro, propomos-lhe uma viagem até ao mundo apocalíptico de “Bunker ou Contos que Ouvi Depois do Mundo Acabar” (João Estrada), sugerimos-lhe que conheça a menina e a mulher de “Sonho de um Verão” (Inês Nunes) e que se deixe arrepiar por uma certa “Canção de Embalar” (João Pedro Frazão).
No dia em que Coimbra se soma à lista de concelhos com risco elevado de infeção por Covid-19, o cineasta Rui Simões e a realizadora e académica Raquel Rato reuniram-se em torno da mesma mesa virtual para falar sobre “Cinema em Tempos de Crise”. Uns minutos após as três horas da tarde, assomaram em frente ao ecrã na companhia de Abílio Hernandez, professor aposentado da Universidade de Coimbra, convidado para assumir o papel de moderador do painel.
Marcelo Rebelo de Sousa e Assembleia da República concedem Alto Patrocínio ao Festival Caminhos
2024-12-17“Ouvinte atento e grato espectador” do cinema português – foram estas as palavras escolhidas pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para classificar a sua relação com a sétima arte nacional. Proferidas em setembro deste ano, no âmbito da entrega dos Prémios Sophia, as declarações tiveram também eco em Coimbra.
Assim, o Festival Caminhos do Cinema Português conta uma vez mais com o Alto Patrocínio da República Portuguesa, atribuído pela mão do seu mais elevado representante. Também a Assembleia da República que, desde 2011, concede o seu Alto Patrocínio ao Festival volta a atribuir-nos esta condecoração.
A XXVI Edição do Festival conta, então, com o Alto Patrocínio de Sua Excelência, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e com o Alto Patrocínio de Sua Excelência, o Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.
Congratulamo-nos, por isso, ao ver reconhecido o valor do Festival como importante agente de divulgação, promoção e celebração do cinema português.
A par do nosso mais sincero “obrigado”, deixamos também o convite para que, entre 9 de novembro e 5 de dezembro, conheçam connosco o melhor da cinefilia nacional.
“O Fim do Mundo”, do luso-suíço Basil da Cunha, sagrou-se o grande vencedor da XXVI Edição dos Caminhos do Cinema Português. O filme levou para casa o Grande Prémio do Festival – Turismo do Centro e mereceu o reconhecimento da Federação Internacional de Cineclubes que lhe atribuiu o Prémio D. Quijote.
Pelas 20h30 desta terça-feira, dia 15 de dezembro, o Festival devolve por isso aos espectadores a oportunidade de (re)verem os 104 minutos que tamanhos elogios mereceram do painel de jurados.
Esta quinta-feira, dia 26 de novembro, sugerimos-lhe que se deixe apaixonar pelo “coro de afetos” de “Amor Fati” (Cláudia Varejão) e que acompanhe o Nuno de “Discos Perdidos“, um açoriano a viver em Lisboa, na sua busca pela coleção de vinis da adolescência. Em estreia nacional no Festival Caminhos do Cinema Português, a película de Tiago P. de Carvalho cruza os acordes dos The Pale Saints, Pixies e The Cure com o tradicional folclore da cultura açoriana. O realizador marcará, inclusive, presença na sessão das 15h.
Já ao final da tarde, a nossa proposta passa por uma outra estreia nacional: “Aos Nossos Filhos” (Maria de Medeiros) – uma narrativa no feminino que explora a relação entre mãe e filha.
“Celebrar os criadores do amanhã” é o mote da Seleção Ensaios, uma das três secções competitivas do Festival Caminhos do Cinema Português. Esta mostra em particular é dedicada aos filmes produzidos em contexto académico ou de formação técnico-profissional. Noutras palavras, as janelas de exibição da Seleção Ensaios abrem espaço às produções de Escolas de Cinema, Audiovisual e Multimédia, tanto do Ensino Secundário quanto do Ensino Superior.