Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Vasco Andrade escreveu sobre o filme que vai ser exibido no dia 19 de novembro, terça-feira, às 14h30, no Teatro Académico de Gi Vicente..
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Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Ana Catalão, estudante da Licenciatura em Estudos Artísticos/FLUC, escreveu sobre um dos filmes da Seleção Ensaios, que vai ser exibido no dia 19 de novembro, quarta-feira, às 14h45, na Casa do Cinema de Coimbra.
O Caminhos acolhe hoje a exibição de «Tapete Voador», de Justin Amorim, às 18h45 no TAGV, do Dia Europeu para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual. A sessão integra o conjunto de curtas-metragens do festival. Leia aqui a crítica de Vasco Andrade ao filme.
Esta quarta-feira, dia 18 de novembro, sugerimos-lhe que, a partir de “Sétima Asa” (Débora Gonçalves), reflita sobre o significado da sétima arte como meio de os mais novos sonharem e criarem. Propomos-lhe ainda que viaje até ao Estuário do Sado, à boleia de “O mar já não pára aqui“. Pedro Augusto Almeida, autor da película, vai marcar presença na sessão da Seleção Outros Olhares (18h).
A programação de 18 de novembro no Festival XXX Caminhos do Cinema reflete a profundidade e a diversidade do cinema contemporâneo, desde narrativas históricas e ficcionais até produções ousadas que exploram identidade, amor e resistência. Alguns destaques dos filmes e atividades num dia onde ainda há lugar para a masterclasse «Atuar Entre Gerações e Culturas», com Valerie Braddell
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Vasco Andrade escreveu sobre o filme que vai ser exibido no dia 19 de novembro, quarta-feira, às 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente..
O Festival Caminhos do Cinema Português chega ao seu quarto dia com uma programação dedicada à memória do cinema português — às suas figuras fundadoras, às suas casas de criação e ao gesto material de projetar imagens em sala.
Uma proposta entre a poesia, a memória e o renascimento. O filme é apresentado em estreia mundial no dia 18 de novembro, terça-feira, às 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente. No final da exibição, será possível conversar com o realizador e com os atores Ana Moreira e Miguel Guilherme.
Esta terça-feira, dia 17 de novembro, sugerimos-lhe que descubra o significado da relação “9/10” (Ricardo Vieira Lisboa) – sinónimo de “cânone” para Almada Negreiros, mas de “revolta e mágoa” para o autor desta curta-metragem que vai marcar presença nesta sessão da Seleção Ensaios (15h).
Propomos-lhe de igual forma que descubra o que poderão Salazar e o conde Drácula ter em comum. Nas palavras de Pedro Réquio, realizador de “Salazácula“: “Não fazemos a menor ideia”. Mas tal nem por isso o impediu de unir os dois imaginários.





