Chocados com a notícia do falecido de Norberto Pires, os Caminhos do Cinema Português endereçam as suas mais sinceras condolências à família e amigos enlutados.
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No cinema, a montagem é um elemento presente na expressão cinematográfica antes do som, da cor e do movimento de câmara. Na literatura, sobretudo nos contextos experimentais, a montagem surge por associação de elementos, de palavras, da construção silábica, sendo uma expressão natural do seu espaço e por consequência do tempo.
Neste curso de verão serão abordadas diversas questões num conjunto de conversas com autores e cineastas que partilharão as suas concepções sobre o uso expressivo da montagem no seu trabalho literário, cinematográfico ou em ambas as valências.
Complementando o espírito de partilha e debate, é promovida uma oficina de montagem vídeo permitindo aos alunos aprender noções base do trabalho de edição e da criação de um pensamento narrativo.
O Curso, organizado pela Caminhos do Cinema Português – Associação de Artes Cinematográficas de Coimbra e pelo Centro de Estudos Cinematográficos/AAC, decorrerá ao longo de 4 dias, em duas edições. A primeira edição decorrerá já na próxima semana, entre 20 e 23 de Julho, e a segunda edição entre 14 e 17 de Setembro de 2021 (inscrições limitadas). As inscrições até 18 de Julho têm 50% de desconto, havendo condições especiais para os associados das entidades organizadoras e membros das entidades parceiras.
A Casa do Cinema de Coimbra recebe o verão com três ciclos distintos que olham cinematográficamente para a expressão autoral pela montagem, para a região de Coimbra, e para o nosso lugar no Mundo. São ciclos que apesar de uma curadoria autónoma se complementam e enriquecem as perspectivas dos espectadores que por aqui passam.
Acompanhando, com atenção, o contexto de saúde pública actual decidimos unificar o horário das projeções para as 21h30. Esta decisão foi tomada com a ressalva que, na necessidade de reforçar a mitigação da propagação da pandemia covid-19, poderemos a qualquer momento retomar o horário anterior das 20h30.
O ciclo “Cinema e a Exploração da Mimesis Dramática” chegará hoje ao fim com a realização de uma Mesa Redonda. Nessa mesa reunimos além do tema do ciclo convidados especiais. Para ver hoje, às 16h00, na nossa página de Facebook.
Os Caminhos do Cinema Português, em conjunto com o Centro de Estudos Cinematográficos e o Fila K Cineclube, apresentam as suas exibições na Casa do Cinema de Coimbra até ao final do ano.
Após a abertura da Casa do Cinema de Coimbra, iremos-nos encontra com o Cineclube De Torres Novas promovendo a nossa primeira extensão da XXVI edição. Nesta sessão reunimos os vencedores dos Prémios Revelação – Moço, de Bernardo Lopes – e o vendedor dos Prémios D. Quijote da IFFS International federation of film societies e o Grande Prémio do Festival Turismo Centro de Portugal – O Fim do Mundo, de Basil da Cunha. A sessão tem lugar na Biblioteca Gustavo Pinto Lopes, às 18h00, e tem entrada gratuita.
Os Caminhos do Cinema Português são um festival que ao longo da sua história se tem transformado e adaptado a todas as oscilações da produção cinematográfica e crises culturais e sociais. Na edição transacta, realizada em contexto pandémico, optámos por enfrentar de frente todas as adversidades, abrindo as salas de cinema, durante quase dois meses, a um programa cinematográfico vasto, plural e sobretudo revelador da diversidade do Cinema Português e dos seus pontos de contacto com a cinematografia mundial. Voltámos a confinar em 2021, tornando-nos mais tenazes e teimosos, e assim, anunciamos aberto o período de inscrições para a nossa XXVII edição.
Os prémios da XXVI Edição dos Caminhos do Cinema Português podem até já ter sido entregues, mas tal não significa que as luzes dos projetores de cinema se tenham apagado. Para além das já anunciadas Mostras Paralelas “Filmes do Mundo” e “Intervenção!”, o Festival dinamiza, entre os dias 5 e 17 de dezembro, as habituais Reposições.
Nas palavras da direção do Caminhos, “estas sessões devolvem à tela do Estúdio 2 das Galerias Avenida alguns dos títulos mais marcantes das três secções competitivas”. Explicam ainda que as Reposições funcionam como um “reforçar do repto para que os públicos regressem às salas”.
Entre o desabafo do cineasta José Barahona que afirmava que “isto com rock’n’roll é ainda melhor” e a subida triunfal a palco do ator Ruben Garcia que, num salto, galgou o fosso da orquestra, a Cerimónia de Encerramento da XXVI Edição do Festival Caminhos premiou o melhor da cinematografia nacional.


