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Filmes Produzidos em Coimbra são exibidos na Baixa

Os Caminhos do Cinema Português associaram-se ao Projecto Há Baixa na preservação da memória colectiva da cidade de Coimbra. Iniciado em 2011 o Curso de Cinema Cinemalogia ‘da Ideia ao filme’ tem promovido o ensino e a produção de Cinema na região Centro. Esta iniciativa inédita no resto do país criou uma comunidade heterogénea de novos cineastas um pouco por todo o país.

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Banda Sonora, Marketing Cinematográfico e Comunicação Digital

Após um breve intervalo entramos agora nas três últimas etapas propostas pela 5º edição do Curso de cinema, Cinemalogia ‘da ideia ao filme’. De novembro do ano passado fomos produzindo e re-escrevendo a história de Alexandre Neves que durante o processo de edição de um livro re-descobre, no meio dos pertences de seu pai, uma nova história do conceituado humanista e professor universitário Joaquim Neves. Como reagirá Alexandre? Entregará todo o material encontrado à editora ou não?

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Sessão dedicada ao Cinema Nacional na Casa do Professor

Em Braga iremos participar numa noite inteiramente dedicada ao cinema, que contará com a presença de Vítor Ferreira, diretor do Festival Caminhos do Cinema Português e Pedro Magano, realizador do documentário “Irmãos”. Da programação farão parte duas curtas metragens produzidas no âmbito do Curso de cinema Cinemalogia ‘da ideia ao filme’, Paloma e Nunca é Tarde, e posterior exibição do documentário Irmãos vencedor do Grande Prémio ‘Portugal Sou Eu’ do festival Caminhos do Cinema Português.

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Montagem de Som e Imagem

Em abril começámos o percurso final da produção de uma obra cinematográfica. A pós-produção engloba o tratamento de todos os brutos de som e imagem produzidos ao longo de uma rodagem. Nesta fase é essencial a organização de todo o material imagético e sonoro bem como a consistência estética de toda a obra.

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Nuno Rocha, Manuel Pinto Barros e Pedro Adamastor coordenam rodagem de curta-metragem em Coimbra

O curso de Cinema – Cinemalogia, promovido pelos Caminhos do Cinema Português desde 2011, preparou ao longo dos últimos meses uma produção cinematográfica e entra agora na derradeira etapa da rodagem. O início dos trabalhos está marcado para o dia 19 e prolongar-se-á até 23 de Março. Esta é a etapa culminar de toda a formação teórica e prática levada a cabo desde o início deste curso dando forma visual ao imaginário criado no argumento.

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Início dos trabalhos do II Simpósio Internacional – As Fusões no Cinema

Tem inicio amanhã o II Simpósio Internacional Fusões no Cinema. Integrado no XXI Caminhos do Cinema Português, e a decorrer até sábado nas instalações de Coimbra da Universidade Aberta, o encontro enquandra-se no esforço do festival de promover a criação e divulgação de conhecimento sobre o cinema.

Depois do sucesso da edição inaugural no ano transacto, o II Simpósio alarga o âmbito das comunicações apresentadas para incluir todas as fusões na sétima arte. Os trabalhos iniciam-se às nove da manhã com uma mesa redonda onde estarão os jurados do festival Maria Vieira e Lauro António.

A partir das onze da manhã é aberto o primeiro painel onde serão discutidas as potencialidades do cinema narrativo e sua relação com o momento didáctico da sétima arte. Aprender com o cinema: da narrativa à didáctica, é o tema do painel que abre o Simpósio e terá como oradores convidados Luis M. Alves, da Universidade do Porto e Pedro Alves, da Universidade Católica do Porto.

Ao longo do dia mais três painéis terão lugar, subordinados as temas tão diversos como o Webdocumentário e a Interactividade ou as visões diferentes da Arquitectura no Cinema. Até ao final do Simpósio, sábado dia 5 de Dezembro, ainda existe a possibilidade de assistir a comunicações que abordarão temas como o cruzamento do Cinema com a Literatura, às nove da manhã de dia 4; com a Pintura ou com a Fotografia esteroscópica do século XIX no mesmo dia à tarde e por fim como ultrapassar as dificuldades da Tradução e Legendagem no sábado de manhã.

O programa completo do II Simpósio Internacional Fusões no Cinema pode ser consultado em caminhos.info/pt/programa-ii-simposio-internacional. Para assistir às comunicações é necessária inscrição prévia que pode ser efectuada em caminhos.info/pt/simposio/simposio-inscricao/inscricao-simposio-publico-geral.

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Quarto dia do XXI Caminhos

O festival Caminhos do Cinema Português de 2015 é um evento com uma vasta oferta aos espectadores. Só no dia de ontem, 30 de Novembro, foram perto de uma dezena de sessões de cinema onde foram exibidas mais de trinta obras cinematográficas.

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Dia três do Caminhos Film Festival

O Caminhos Film Festival de 2015 é pleno de estreias. Depois de se ter inaugurado o Conservatório de Música e os Cinemas NOS do Fórum como espaços de exibição da mostra de cinema de Coimbra, domingo 29 de Novembro apresentou outra novidade, agora na programação do certame.

Mas comecemos pelo início. O terceiro dia de festival abriu às três da tarde com o regresso à casa habitual do Caminhos, o Teatro Académico de Gil Vicente. A animação Vigil, de Rita Cruchinho Neves foi o primeiro filme exibido, complementado com dois documentários. O primeiro, de Filipa Reis e João Miller Guerra, Fora da Vida, sobre a ociosidade não voluntária no Portugal de 2015 e por fim, a primeira de três obras exibidas este ano do cineasta Manuel Mozos. João Bénard da Costa: Outros Amarão as Coisas que Amei, não só uma homenagem ao próprio Cinema mas também ao homem que foi director da Cinemateca Portuguesa durante dezoito anos e também crítico, autor e leitor voraz e criativo.

Enquanto no TAGV se iniciava mais uma sessão da Selecção Caminhos, no auditório do Conservatório de Música de Coimbra (ACMC) ocorria mais uma estreia nesta edição do festival. Pela primeira vez um filme de produção exclusivamente internacional foi exibido numa sessão competitiva do festival Caminhos do Cinema Português. A abertura da Selecção Ensaios, proporcionou que ao filme Fast Food, do polaco Eryk Lenartowicz, coubesse a honra de encetar a abertura da porção internacional do festival. Fast Food retrata a vida monótona e repetitiva de Roberto, trabalhador num restaurante de comida rápida e a alterção que sofre o seu quotidiano quando um novo vizinho se apresenta no seu prédio. Também neste primeira sessão da Selecção Ensaios Internacionais foram exibidos os filmes How I was making a movie about my granny, de Anna Sinitskaya, Elevator, de Asan Djantaliev, Chhaya, de Debanjan Nandy, Echo, de Madhuri Ravishankar, No one at that place, de Seung Hyeob Kim e Come the Light, de Chao Koi-Wang. A abertura da Selecção Ensaios a obras internacionais teve como principal motivação a necessidade de recontextualizar o que é produzido nas escolas de cinema portuguesas e oferecer a oportunidade de descobrir novas e diferentes identidades ao público do festival.

O dia do Caminhos Film Festival continuou às 17h30 com mais uma sessão da Selecção Caminhos no TAGV e simultaneamente novo conjunto de Ensaios Internacionais no Conservatório. Às 21h30 apenas um filme foi exibido no Teatro Académico de Gil Vicente. Portugal, Um Dia de Cada Vez, de João Canijo e Anabela Moreira retrata o dia a dia da população cada vez mais idosa de Trás-os-Montes e Alto Douro, uma jornada por um quotidiano desertificado.

Um pouco mais tarde, às 21h45, nos cinemas NOS do Fórum Coimbra houve a oportunidade de rever alguns dos filmes mais marcantes do dia numa sessão condensada de várias das secções do festival.

O Caminhos Film Festival continua esta semana, segunda-feira já pelas dez da manhã com a abertura dos Caminhos Juniores aos alunos das escolas e infantários de Coimbra, numa iniciativa que tem construído o público do cinema português desde tenra idade.

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