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- No próximo fim de semana, dias 2 e 3 de dezembro respetivamente, no Departamento de Engenharia Informática da UC, terá lugar a formação para o Módulo de Rodagem, no âmbito da 7ª edição do curso de cinema – Cinemalogia, onde cada formando irá realizar uma parte de uma curta-metragem e dirigir atores profissionais, permitindo-lhe experimentar as diversas tarefas de uma equipa de rodagem, como o som, a anotação ou a câmara.
Consciente de que o cinema é um caminho que exige momentos de play and repete – ou seja, de constantes desafios, de permanentes investidas, mas também de pausa e de reflexão – o festival “Caminhos do Cinema Português” pretende ser um mostruário deste perpétuo dilema, que se revela tanto na cinematografia lusa como nas de outras origens e latitudes. Por isso mesmo, a Seleção Ensaios elege uma gama de trabalhos que são, em muitos casos, primeiras obras oriundas de escolas de cinema de todo o mundo e antecipadoras de longas e reconhecidas carreiras. Assim, e tal como nos dias anteriores, as sessões no Miniauditório Salgado Zenha foram um palco de exposição dessas experiências fílmicas pioneiras. Ontem, na Seleção em questão, foi possível assistir, às 16.30h, a filmes como The Visitor, de Ali Baharlou, ou Let Me In, de Max Dawiczewski, e na sessão das 18.00h a Danke, de António Sequeira (que foi representado pelos seus pais, Carlos e Albina Sequeira), ou a We Are Desperate, de Joana Maria Sousa, todos ele precursores de novos e interessantes caminhos da cinematografia portuguesa, mas não só.
No terceiro dia do Festival “Caminhos do Cinema Português” teve lugar, no Miniauditório Salgado Zenha às 14.30h, a primeira sessão do ciclo “No Trilho dos Naturalistas”, uma iniciativa cujo objetivo é transportar o espetador, através do cinema, para territórios ao mesmo tempo próximos e longínquos, como os dos países africanos de língua portuguesa, instalando a ênfase no contacto do humano com a natureza e na forma como esta pode ser lida por ele. Ontem foi a vez de Angola, de João Nicolau, e teremos a possibilidade de assistir a mais três sessões deste ciclo nos próximos dias (até sábado).
A 23º edição do Festival Caminhos do Cinema Português já vai a meio, mas ainda há muitos filmes a ser exibidos. No quarto dia do festival, temos de novo um total de oito sessões.
“Só posso dizer que não há palavras para descrever a atividade e a felicidade no rosto das centenas de crianças que enchem as sessões. Há de facto coisas na vida que não têm preço e esta é sem dúvida uma delas.” Foi com estas palavras que Viviana Andrade descreveu a primeira sessão dos “Caminhos Juniores”, que é uma das atividades que coordena e que inaugurou, às 10.00h na sala principal do TAGV, o segundo dia do Festival “Caminhos do Cinema Português”. O caminho faz-se caminhando, e a melhor forma de começar o dia é pelo início, ou seja, pela formação de novos públicos para o cinema português.
Nesta vigésima terceira edição do festival Caminhos do Cinema Português irá acontecer pela primeira vez num festival nacional a promoção, premiação e concurso de critérios de comunicação, tais como a criação de posters, postais entre outras formas de divulgação de obras cinematográficas.
Assim, durante toda a extensão do festival, o público poderá encontrar no foyer do Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) em exposição os cartazes dos vários filmes em exibição no próprio festival. Desta forma estará facilitada a apreciação pelo nosso painel de jurados deste ano como dos próprios espectadores.
Os Caminhos Mundias são uma secção não competitiva dos Caminhos do Cinema Português, que integram curtas e longas metragens, filmes experimentais e documentários. Trata-se de uma introdução à cinematografia mundial aos diferentes públicos. Nesta 23ª edição dodos Caminhos do Cinema Português os temas são a importância da família na nossa vida e a vida no estrangeiro. Somos fruto das experiências que vivemos, sendo aquelas que passamos em família das mais importantes, podendo alterar a forma como percepcionamos o mundo. É essencial mostrar os sacrifícios que se fazem pela família e o quanto isso pode modificar uma vida.
“Al Berto” e “A Mãe É Que Sabe” são destaques no terceiro dia dos Caminhos do Cinema Português
2017-11-29São oito o número de sessões do terceiro dia do Caminhos Film Festival, que incluem a série-documental “No Trilho dos Naturalistas”.
A série documental “No trilho dos naturalistas” é composta por quatro episódios, produzidos no âmbito de um projecto de investigação co-financiado pelo Ciência Viva/ QREN, nos quais se apresentam os trilhos percorridos por investigadores da Universidade de Coimbra nas suas expedições botânicas a S. Tomé e Princípe, Angola e Moçambique, e se documentam as “Viagens Filosóficas” realizadas por cientistas portugueses no século XVIII, em incursões nas antigas colónias portuguesas.
Aproveitando como ponto de partida as expedições a África realizadas por investigadores portugueses na actualidade, esta série de documentários fala-nos sobre a diversidade de plantas e a ecologia, sobre o funcionamento dos ecossistemas e sobre a relação entre a acção humana e o ambiente. Em cada documentário, vai-nos sendo fornecida informação científica sobre o objecto de estudo da expedição em causa, intercalando-se a demonstração das descobertas científicas mais recentes com referências ao passado da investigação científica em torno dos ecossistemas das regiões africanas no período do domínio colonialista.





