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- O ciclo “Cinema e a Exploração da Mimesis Dramática” chegará hoje ao fim com a realização de uma Mesa Redonda. Nessa mesa reunimos além do tema do ciclo convidados especiais. Para ver hoje, às 16h00, na nossa página de Facebook.
Konrad Begg vem aos Caminhos para a exibição de “Hireth”. O realizador escocês Konrad Begg está em Coimbra, no âmbito do Festival Caminhos do Cinema Português. Realizador distinguido pelos prémios BAFTA, Emmy e pela Royal Television Society, Konrad Begg foi, durante quatro anos, o realizador do conhecido programa “Top Gear”, da BBC, dedicado ao setor automóvel.
A vinda de Konrad Begg a Portugal enquadra-se na exibição da sua curta-metragem “Hireth”, na secção Filmes do Mundo. Uma curta de 12 minutos que mostra um drama de um jovem que esteve na guerra. Konrad Begg faz-se acompanhar do produtor da curta, Neil Edson.
Para além de “Hireth”, a segunda-feira do Festival Caminhos traz a estreia, em 2021, dos Caminhos Juniores, com exibições de filmes animados portugueses a crianças do pré-escolar e primeiro ciclo. Na secção Filmes da Lusofonia, serão exibidas duas películas oriundas do Brasil. A noite será dedicada à secção Outros Olhares, com obras de Patrick Mendes, Paulo Abreu e Samuel Barbosa.
No seu segundo mês de exibições, a Casa do Cinema de Coimbra oferece novos ciclos atendendo a uma experiência cinematográfica diferenciada. Esta casa traz à tela um conjunto de títulos de cariz patrimonial e histórico, sem esquecer a celebração do mês queer e o combate aos estereótipos sociais.
Os Caminhos do Cinema Português, em conjunto com o Centro de Estudos Cinematográficos e o Fila K Cineclube, apresentam as suas exibições na Casa do Cinema de Coimbra até ao final do ano.
Após a abertura da Casa do Cinema de Coimbra, iremos-nos encontra com o Cineclube De Torres Novas promovendo a nossa primeira extensão da XXVI edição. Nesta sessão reunimos os vencedores dos Prémios Revelação – Moço, de Bernardo Lopes – e o vendedor dos Prémios D. Quijote da IFFS International federation of film societies e o Grande Prémio do Festival Turismo Centro de Portugal – O Fim do Mundo, de Basil da Cunha. A sessão tem lugar na Biblioteca Gustavo Pinto Lopes, às 18h00, e tem entrada gratuita.
Os Caminhos do Cinema Português são um festival que ao longo da sua história se tem transformado e adaptado a todas as oscilações da produção cinematográfica e crises culturais e sociais. Na edição transacta, realizada em contexto pandémico, optámos por enfrentar de frente todas as adversidades, abrindo as salas de cinema, durante quase dois meses, a um programa cinematográfico vasto, plural e sobretudo revelador da diversidade do Cinema Português e dos seus pontos de contacto com a cinematografia mundial. Voltámos a confinar em 2021, tornando-nos mais tenazes e teimosos, e assim, anunciamos aberto o período de inscrições para a nossa XXVII edição.
Os prémios da XXVI Edição dos Caminhos do Cinema Português podem até já ter sido entregues, mas tal não significa que as luzes dos projetores de cinema se tenham apagado. Para além das já anunciadas Mostras Paralelas “Filmes do Mundo” e “Intervenção!”, o Festival dinamiza, entre os dias 5 e 17 de dezembro, as habituais Reposições.
Nas palavras da direção do Caminhos, “estas sessões devolvem à tela do Estúdio 2 das Galerias Avenida alguns dos títulos mais marcantes das três secções competitivas”. Explicam ainda que as Reposições funcionam como um “reforçar do repto para que os públicos regressem às salas”.
Entre o desabafo do cineasta José Barahona que afirmava que “isto com rock’n’roll é ainda melhor” e a subida triunfal a palco do ator Ruben Garcia que, num salto, galgou o fosso da orquestra, a Cerimónia de Encerramento da XXVI Edição do Festival Caminhos premiou o melhor da cinematografia nacional.
“O Fim do Mundo” pode até retratar uma comunidade “esquecida” por Portugal, mas o mais recente trabalho de Basil da Cunha não passou certamente despercebido aos olhos do Júri da Seleção Caminhos.
A película do luso-suíço sagrou-se, assim, grande vencedora desta XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Nas palavras dos próprios jurados, “o tempo, o imaginário e um elenco generoso” convergem no grande ecrã, construindo “um universo emocionalmente duro, mas que acompanha o espectador numa reflexão que se prolonga para lá dos créditos finais”. “O Fim do Mundo” arrecadou ainda o Prémio D. Quijote, atribuído pelo Júri da Federação Internacional de Cineclubes.








