Chegou a etapa decisiva da oitava edição do Cinemalogia – Curso de Cinema Documental. Durante as primeiras 40 horas deste curso os formandos foram introduzidos às metodologias de investigação e planeamento de uma produção de documentário. As casas, “oh as casas”, são o mote central desta produção e da 20.ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra, e foi com António Morais e agora com David Badalo e Pedro Magano que os formandos vão dominar as técnicas de produção de imagem e som atendendo à formulação da casa como um dispositivo transitório produtor de memórias e modelador de pessoas. Acha que pode contribuir para esta investigação? Escreva-nos para cinemalogia@caminhos.info
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O curso de cinema documental – cinemalogia – promovido pelos Caminhos do Cinema Português, completa este fim de semana a sua componente teórica com uma viagem guiada por Ricardo Leite pela história do documentário português. A prática documental começa no domingo, 18 de Março, pela captura da imagem com a orientação de António Morais.
Os formandos serão apresentados à história e teoria do cinema, analisando o desenvolvimento da linguagem e estética cinematográfica, desde a sua origem até à atualidade. Inscrições ainda disponíveis em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao
Sobre a éfige d’As Casas o curso de cinema – Cinemalogia – procura ensinar os métodos de produção de um documentário. A formação arranca sob a orientação de Catarina Alves Costa dando aos formandos as ferramentas necessárias para Investigação, Escrita e Planeamento da produção.
Considerando o forte interesse na oitava edição do curso de cinema documental Cinemalogia demonstrado nas últimas horas vem a organização prolongar o período de campanha para as inscrições globais possibilitando a inscrição nas 160 horas de formação, por 300€ para estudantes e 400€ para o público geral, até ao dia 5 de março.
Por forma a que nenhum dos inscritos fique prejudicado no seu plano de aprendizagem face a esta alteração os módulos de História e Linguagem do Cinema, com Margarida Leitão, e Estruturas Narrativas, com Daniel Ribas, passam a ser leccionados respectivamente nos dias 14 de Março e 1 de Maio.
Nesta oitava edição do Curso de Cinema – Cinemalogia os Caminhos do Cinema Português procuraram renovar o seu projecto pedagógico e explorar das fronteiras entre o real e a ficção, entre o cinema documental e o ficcional, isto é o cinema de docuficção. Os objectivos gerais do projecto vão para além da formação de estudantes. Pretende-se, de forma similar às edições anteriores, que o curso seja capaz de produzir uma obra fílmica cuja qualidade lhe permita a participação em eventos cinematográficos de relevo contribuindo para o enriquecimento curricular e profissional dos formandos. Em cento e sessenta horas o curso propõe treze módulos essenciais para a compreensão do diálogo cinematográfico documental.
A XXIII Edição do Festival Caminhos do Cinema Português não podia terminar sem um dos momentos altos do evento. A cerimónia de encerramento e respetiva entrega dos prémios são um marco fundamental para o reconhecimento do melhor que se produz no cinema e indústria cinematográfica portuguesa.
E os Caminhos são um evento especial. Mais do que replicar inesgotavelmente uma fórmula, procuramos inovar e reconhecer todos os que procuram promover o Cinema português, técnicos e artistas, e não apenas os filmes. E foi isto que nos moveu, criando programações em ambas as secções competitivas e não competitivas com novas perspetivas e abordagens.
Esta sessão de índole protocolar marca o início formal desta XXIII edição. Nela são recebidas todas as entidades envolvidas no Festival e são nomeadas em gesto de agradecimento. É também feita uma pequena apresentação da programação geral do Festival e do grupo de jurados das mais diversas categorias. Também marca a estreia em grande écran da curta metragem – A Costureirinha – produzida no âmbito do 6.º curso de cinemalogia promovidos pela organização. Há ainda espaço para a música com a actuação do Grupo de Cordas da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra.
Inicia-se hoje a 23ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português.Com a cidade de Coimbra como anfitriã, a Seleção Caminhos, uma das vertentes competitivas do festival, anuncia sete dias de cinema português na zona centro, com destaque para os filmes “Quem é Bárbara Virgínia?” e “O Homem de Trás-os-Montes”.
130 é o número de filmes que nos próximos sete dias estarão em exibição no Festival Caminhos do Cinema Português, compreendendo um total de 60 horas de cinema.
A primeira sessão, que inaugura a presente edição dos Caminhos do Cinema Português, tem início às 15 horas, no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), com a exibição de “A Tocadora”, uma animação de Joana Imaginário. Seguem-se os documentários “António e Catarina” de Cristina Hanes, vencedor do Prémio Pardino d’Oro do Festival de Cinema de Locarno, e “Quem é Bárbara Virgínia?” de Luísa Sequeira, sobre a primeira mulher a realizar um filme em Portugal.
Pelas 17h30 tem lugar a segunda Sessão Juvenis. Com realização de Leonor Areal, o documentário “Nasci com a Trovoada – Autobiografia póstuma de um cineasta” serve de homenagem a Manuel Guimarães, o único realizador neo-realista do cinema nacional.
A cerimónia de abertura do festival, com apresentação a cargo de Luís Rodrigues e Sandra José, tem horário marcado para as 21h45, no TAGV, com a apresentação das principais actividades do festival pelo seu Diretor Vítor Ferreira, seguindo-se o visionamento de “A Costureirinha”, produção da sexta edição do curso de cinema – ‘Cinemalogia’.


