Os Caminhos do Cinema Português são um conjunto de atividades que culminam na forma do único festival generalista dedicado à filmografia nacional. É igualmente o maior festival realizado em contexto universitário. Iniciaram-se estes caminhos em 1988 na forma de mostra, realizando-se as três primeiras edições até 1990, sendo retomados sob a forma de festival em 1997. Desde então têm promovido a cinematografia nacional acompanhando o seu crescimento. Apresenta-se com duas secções competitivas onde atribui 26 prémios e várias secções paralelas. Presentemente o festival é o único evento que coloca em competição não só a filmografia profissional e académica, mas também todos os contributos técnicos que permitem a materialização do cinema contemporâneo português. Para além da exibição os Caminhos promovem um conjunto de atividades de formação e investigação prática e teórica sobre a sétima arte. Estão abertas as inscrições para voluntariado no festival até 1 de Novembro.
Notícias
É a 23 e 24 de Novembro, em São João da Madeira que os Caminhos do Cinema Português e a Universidade Aberta, promovem a 5.ª edição do Simpósio “Fusões no Cinema”. As inscrições para comunicações estão abertas até 15 de setembro, sendo que o público tem inscrição gratuita.
Desde 1 de maio está a decorrer o Call for Movies da XXIV Edição dos Caminhos do Cinema Português, terminando oficialmente amanhã, 31 de julho.
Dedicada essencialmente às produções nacionais realizadas desde o final do prazo de inscrições da XXIII Edição do festival, a organização do festival convida todos os produtores, realizadores e criadores portugueses a concorrerem às secções competitivas e paralelas existentes no festival. As duas Secções competitivas diferem no tipo de obras que acolhem, mas têm o mesmo objetivo, a promoção de todo o Cinema Português.
A Cision Portugal e os Caminhos do Cinema Português renovaram a parceria existente tendo em vista a XXIV edição do único festival de cinema em Portugal dedicado às produções nacionais.
Depois de terem firmado uma parceria na XXIII Edição do festival, procurando perceber qual o impacto mediático do festival junto do público português, esta é uma relação que renovou agora os seus laços.
A Cision é hoje líder de mercado em software e serviços de Relações Públicas, fornecendo serviços a algumas das maiores marcas mundiais como forma de compreender o impacto das mesmas.
Para Vítor Ferreira, diretor do festival, “a associação a uma empresa de referência no que concerne à avaliação e medição da sua comunicação e a dos impactos comunicacionais daí resultantes é extremamente importante”. Num mundo cada vez mais digital e viciado em dados, Vítor Ferreira acrescenta ainda que “Os eventos e as realizações culturais têm de conhecer profundamente estes dados por forma a otimizar a sua comunicação, mas igualmente como forma de o evento crescer alicerçando este crescimento nos resultados efetivos de um evento ou projeto, garantindo parcerias mutuamente benéficas e eliminado as associações ad hoc”. Uriel Oliveira, vice-presidente da Cision Portugal, completa que “A nossa pareceria com os Caminhos do Cinema Português, para além de reforçar a ligação que temos à cultura portuguesa, permite-nos partilhar o mesmo espaço de comunicação dos nossos clientes e potenciais clientes, pelo que é uma excelente oportunidade para partilhar o nosso trabalho e demonstrar o valor gerado pelos nossos serviços”
Na edição de 2018 do festival, a Cision volta a ter o seu naming atribuído a um dos prémios principais do festival – Prémio do Júri de Imprensa, constituído por um painel de individualidades, quer nacionais, quer estrangeiras, de reconhecido mérito e provenientes de diferentes órgãos de comunicação social. O Prémio de Imprensa CISION visa premiar o rigor e a ousadia estética, nos planos narrativos, imagéticos ou sonoros. Pretende-se, assim, valorizar a produção nacional numa perspectiva artística, que é uma das suas valências mais expressivas.
A XXIV edição dos Caminhos do Cinema Português decorrerá de 23 de novembro a 1 de dezembro, novamente, na cidade de Coimbra.
Foi com uma enorme tristeza que a organização do Caminhos do Cinema Português tomou conhecimento do falecimento do amigo António Loja Neves.
Na memória, ficam os momentos de amizade e de partilha com alguém que sempre esteve presente e que deixa a sua marca na história do nosso festival. Desde o primeiro dia que o António procurou trazer aos Caminhos uma mostra de cinema de expressão portuguesa, encetando contactos e criando soluções que nos permitiram exibir obras primas.
Fica o nosso eterno agradecimento e os mais sinceros votos de pesar à família.
O Mundo do Cinema Português perdeu hoje um dos seus grandes defensores.
Até sempre!
No próximo fim de semana de 28 e 29 de abril os Caminhos do Cinema Português promovem o módulo de Pós-Produção de Som com o Sound Designer e Recording Mixer Miguel Martins. O plano de trabalho para este módulo engloba várias fases deste processo, começando por definições de estrutura de som para cinema, descrição de processo de trabalho e membros de equipa da pós-produção de som. Durante o decorrer do módulo demonstrar-se-á vários exemplos que explicam o processo e mostram resultados de cada etapa de finalização aplicado em situações de referência em filmes concluídos bem como no trabalho desenvolvido ao longo do curso.
A oitava edição do curso de cinema “Cinemalogia” entra agora na sua última fase: a pós-produção. Depois da formação teórica, seguiu-se a veia mais prática deste curso de cinema documental, na qual os formandos tiveram a oportunidade de produzir um documentário com base no tema da 20ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra, “As casas, oh as casas”.
Concluída a rodagem, a pós produção é a etapa subsequente, pautando-se pelas fases de montagem, edição e finalização, designadamente no que toca ao áudio, à imagem e à correção de cor, contando com a orientação do montador Tomás Baltazar, do colorista Nuno Garcia ou dos designers de som Luís Antero e Miguel Martins. Restam ainda 72 horas de formação, entre os dias 7 e 29 de abril, para conhecer e aprender os vários passos desta fase final da produção de uma obra cinematográfica, conjugando-se o saber teórico com o saber prático aplicado no desenvolvimento de um documentário. Há ainda espaço para estudar os procedimentos e mecanismos inerentes à distribuição de cinema e como se estabelecem os circuitos comerciais e de festival dos filmes.
As inscrições continuam abertas em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao.
Retomamos as etapas formativas e, consequentemente, iniciamos a pós-produção do documentário dedicado ao tema “As casas, Oh as casas”, com os módulos de Design de Som e de Montagem de Som e Imagem. O primeiro, a decorrer no dia 7 de abril, é coordenado pelo fonografista Luís Antero e tem como objetivo primordial mostrar a importância do som enquanto elemento diegético e a sua capacidade de incorporar camadas de significação. Será explorada a relação entre a perspetiva das paisagens sonoras e da relação destas com o indivíduo e os lugares, a sua identidade, o seu ambiente e com o próprio cinema, denotando a importância do som no quotidiano. A montagem do som e da imagem produzidos começa no dia seguinte. É com o montador Tomás Baltazar que, ao longo de 24 horas, se estruturará toda a narrativa criada, bem como serão abordados os aspetos artísticos e estéticos e a continuidade no espaço e no tempo. O módulo encerra com a preparação do material da curta-metragem para a correção de cor.


Colour Grading é o processo de alterar e melhorar a cor de uma imagem, fixa ou em movimento, através de processos fotoquímicos, eletrónicos ou digitais. Neste processo, é possível melhorar ou até reparar a imagem obtida aquando das rodagens, introduzindo efeitos sobre o plano. O seu propósito é ajudar a criar ou reforçar o ambiente narrativo do filme na estética dos quadros que atravessam uma obra cinematográfica. Não é uma etapa conclusiva e independente do resto da produção, mas este trabalho começa logo na preparação da rodagem, sendo o Diretor de Fotografia responsável por planear e criar quadros capazes de armazenar o máximo de informação luminosa possível, tanto nas altas como nas baixas luzes. É a partir de uma imagem flat que podemos elevar a composição visual a outro patamar e exponenciar a expressão fílmica.




Mais informações estão disponíveis em www.caminhos.info/cinemalogia.

A oitava edição do curso de cinema “Cinemalogia” entra agora na sua última fase: a pós-produção. Depois da formação teórica, seguiu-se a veia mais prática deste curso de cinema documental, na qual os formandos tiveram a oportunidade de produzir um documentário com base no tema da 20ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra, “As casas, oh as casas”.
Concluída a rodagem, a pós produção é a etapa subsequente, pautando-se pelas fases de montagem, edição e finalização, designadamente no que toca ao áudio, à imagem e à correção de cor, contando com a orientação do montador Tomás Baltazar, do colorista Nuno Garcia ou dos designers de som Luís Antero e Miguel Martins. Restam ainda 72 horas de formação, entre os dias 7 e 29 de abril, para conhecer e aprender os vários passos desta fase final da produção de uma obra cinematográfica, conjugando-se o saber teórico com o saber prático aplicado no desenvolvimento de um documentário. Há ainda espaço para estudar os procedimentos e mecanismos inerentes à distribuição de cinema e como se estabelecem os circuitos comerciais e de festival dos filmes.
As inscrições continuam abertas em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao.
Durante esta semana o curso de cinema “Cinemalogia” promoveu o módulo de realização documental que, com a orientação do realizador Pedro Magano, se propôs materializar filmicamente a proposta da Universidade de Coimbra para esta 20.ª Semana Cultural. Tratando-se de um curso de estrutura modular, o Cinemalogia reúne, a cada edição, um grupo heterogéneo de formandos, com percursos académicos diversos e provenientes de vários pontos do país, unindo-se a profissionais da área do cinema na concretização de um filme.


