O Festival Caminhos do Cinema Português alia-se ao Município de Montemor-o-Velho para mostrar que há muito tempo que sabemos que o que é nosso, que o que é nacional, é mesmo muito bom. Por isso, dia 23 de julho, às 22h, o Castelo de Montemor-o-Velho irá receber uma sessão de cinema ao livre em que serão exibidos “Florbela”, de Vicente Alves do Ó, e “Vicky & Sam”, de Nuno Rocha.
A entrada é gratuita e, para além do bom cinema feito por realizadores portugueses, a sala é única no país e oferece uma paisagem inesquecível.
Proporcionar uma experiência cultural fora do comum e acessível a todos são também alguns dos propósitos da ação “Castelo Sente” promovida pelo Município de Montemor-o-Velho.
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Após um breve intervalo entramos agora nas três últimas etapas propostas pela 5º edição do Curso de cinema, Cinemalogia ‘da ideia ao filme’. De novembro do ano passado fomos produzindo e re-escrevendo a história de Alexandre Neves que durante o processo de edição de um livro re-descobre, no meio dos pertences de seu pai, uma nova história do conceituado humanista e professor universitário Joaquim Neves. Como reagirá Alexandre? Entregará todo o material encontrado à editora ou não?
Em Braga iremos participar numa noite inteiramente dedicada ao cinema, que contará com a presença de Vítor Ferreira, diretor do Festival Caminhos do Cinema Português e Pedro Magano, realizador do documentário “Irmãos”. Da programação farão parte duas curtas metragens produzidas no âmbito do Curso de cinema Cinemalogia ‘da ideia ao filme’, Paloma e Nunca é Tarde, e posterior exibição do documentário Irmãos vencedor do Grande Prémio ‘Portugal Sou Eu’ do festival Caminhos do Cinema Português.
Em abril começámos o percurso final da produção de uma obra cinematográfica. A pós-produção engloba o tratamento de todos os brutos de som e imagem produzidos ao longo de uma rodagem. Nesta fase é essencial a organização de todo o material imagético e sonoro bem como a consistência estética de toda a obra.
Tem inicio amanhã o II Simpósio Internacional Fusões no Cinema. Integrado no XXI Caminhos do Cinema Português, e a decorrer até sábado nas instalações de Coimbra da Universidade Aberta, o encontro enquandra-se no esforço do festival de promover a criação e divulgação de conhecimento sobre o cinema.
Depois do sucesso da edição inaugural no ano transacto, o II Simpósio alarga o âmbito das comunicações apresentadas para incluir todas as fusões na sétima arte. Os trabalhos iniciam-se às nove da manhã com uma mesa redonda onde estarão os jurados do festival Maria Vieira e Lauro António.
A partir das onze da manhã é aberto o primeiro painel onde serão discutidas as potencialidades do cinema narrativo e sua relação com o momento didáctico da sétima arte. Aprender com o cinema: da narrativa à didáctica, é o tema do painel que abre o Simpósio e terá como oradores convidados Luis M. Alves, da Universidade do Porto e Pedro Alves, da Universidade Católica do Porto.
Ao longo do dia mais três painéis terão lugar, subordinados as temas tão diversos como o Webdocumentário e a Interactividade ou as visões diferentes da Arquitectura no Cinema. Até ao final do Simpósio, sábado dia 5 de Dezembro, ainda existe a possibilidade de assistir a comunicações que abordarão temas como o cruzamento do Cinema com a Literatura, às nove da manhã de dia 4; com a Pintura ou com a Fotografia esteroscópica do século XIX no mesmo dia à tarde e por fim como ultrapassar as dificuldades da Tradução e Legendagem no sábado de manhã.
O programa completo do II Simpósio Internacional Fusões no Cinema pode ser consultado em caminhos.info/pt/programa-ii-simposio-internacional. Para assistir às comunicações é necessária inscrição prévia que pode ser efectuada em caminhos.info/pt/simposio/simposio-inscricao/inscricao-simposio-publico-geral.
O festival Caminhos do Cinema Português de 2015 é um evento com uma vasta oferta aos espectadores. Só no dia de ontem, 30 de Novembro, foram perto de uma dezena de sessões de cinema onde foram exibidas mais de trinta obras cinematográficas.
O Caminhos Film Festival de 2015 é pleno de estreias. Depois de se ter inaugurado o Conservatório de Música e os Cinemas NOS do Fórum como espaços de exibição da mostra de cinema de Coimbra, domingo 29 de Novembro apresentou outra novidade, agora na programação do certame.
Mas comecemos pelo início. O terceiro dia de festival abriu às três da tarde com o regresso à casa habitual do Caminhos, o Teatro Académico de Gil Vicente. A animação Vigil, de Rita Cruchinho Neves foi o primeiro filme exibido, complementado com dois documentários. O primeiro, de Filipa Reis e João Miller Guerra, Fora da Vida, sobre a ociosidade não voluntária no Portugal de 2015 e por fim, a primeira de três obras exibidas este ano do cineasta Manuel Mozos. João Bénard da Costa: Outros Amarão as Coisas que Amei, não só uma homenagem ao próprio Cinema mas também ao homem que foi director da Cinemateca Portuguesa durante dezoito anos e também crítico, autor e leitor voraz e criativo.
Enquanto no TAGV se iniciava mais uma sessão da Selecção Caminhos, no auditório do Conservatório de Música de Coimbra (ACMC) ocorria mais uma estreia nesta edição do festival. Pela primeira vez um filme de produção exclusivamente internacional foi exibido numa sessão competitiva do festival Caminhos do Cinema Português. A abertura da Selecção Ensaios, proporcionou que ao filme Fast Food, do polaco Eryk Lenartowicz, coubesse a honra de encetar a abertura da porção internacional do festival. Fast Food retrata a vida monótona e repetitiva de Roberto, trabalhador num restaurante de comida rápida e a alterção que sofre o seu quotidiano quando um novo vizinho se apresenta no seu prédio. Também neste primeira sessão da Selecção Ensaios Internacionais foram exibidos os filmes How I was making a movie about my granny, de Anna Sinitskaya, Elevator, de Asan Djantaliev, Chhaya, de Debanjan Nandy, Echo, de Madhuri Ravishankar, No one at that place, de Seung Hyeob Kim e Come the Light, de Chao Koi-Wang. A abertura da Selecção Ensaios a obras internacionais teve como principal motivação a necessidade de recontextualizar o que é produzido nas escolas de cinema portuguesas e oferecer a oportunidade de descobrir novas e diferentes identidades ao público do festival.
O dia do Caminhos Film Festival continuou às 17h30 com mais uma sessão da Selecção Caminhos no TAGV e simultaneamente novo conjunto de Ensaios Internacionais no Conservatório. Às 21h30 apenas um filme foi exibido no Teatro Académico de Gil Vicente. Portugal, Um Dia de Cada Vez, de João Canijo e Anabela Moreira retrata o dia a dia da população cada vez mais idosa de Trás-os-Montes e Alto Douro, uma jornada por um quotidiano desertificado.
Um pouco mais tarde, às 21h45, nos cinemas NOS do Fórum Coimbra houve a oportunidade de rever alguns dos filmes mais marcantes do dia numa sessão condensada de várias das secções do festival.
O Caminhos Film Festival continua esta semana, segunda-feira já pelas dez da manhã com a abertura dos Caminhos Juniores aos alunos das escolas e infantários de Coimbra, numa iniciativa que tem construído o público do cinema português desde tenra idade.
Depois de ontem o festival ter iniciado com abertura da Selecção Caminhos, hoje foi a vez de também a Selecção Caminhos Mundiais inaugurar as suas actividades no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. O país convidado da edição XXI do Caminhos é a Áustria e o que se tem produzido nesta sétima arte justifica a sua promoção junto do público do Caminhos.
O dia teve então início com os Caminhos Mundiais exibidos no Museu da Ciência às 15h, com as curtas High Tide, Maschin, Musik, Optical Sound, Das Begrassnis des Harald Kramer, Exterior Extended, Requiem for a Robot, Family Portrait, Metube: August Sings Carmen e Rote Flecken.
Em paralelo com a estreia deste ano da secção mundial continuou no Conservatório de Música de Coimbra a Selecção Caminhos. Às 15h foram exibidos a animação Especialidade da Casa, de Margarida Madeira e o Volume III da trilogia Mil e Uma Noites, de Miguel Gomes.
Já com a noite a cair numa tarde em que o sol de inverno ainda brilhou intensamente, às 17h30 foram exibidas as animações O Campo à Beira-Mar, de André Ruivo, Papel de Natal, de José Miguel Ribeiro, e o documentário AsTroianas, de Tiago Afonso.
Já também em exibição está também a exposição Os Anos d’Ouro do Cinema Português. No átrio do Conservatório de Música de Coimbra e na loja sita na Baixa de Coimbra, na rua Visconde da Luz nº 25 encontram-se vários exemplos de fotografias de produção, cartazes e outros elementos de memorabilia das décadas 30, 40 e 50. Com curadoria de Paulo Borges, a exposição recupera momentos essenciais da memória trazendo para a fisicalidade o que é cada vez mais digital.
A sessão das 21h30 continuou o festival novamente com a Selecção Caminhos no auditório do Conservatório de Música. Que dia é hoje?, do Colectivo Fotograma 24 de Montemor-o-Novo, e o super-herói do fascismo encerrou a sessão. Capitão Falcão, de João Leitão, trouxe a comédia ao Caminhos Film Festival.
Enquanto no Conservatório se combatiam “comuninjas” e os Capitães de Abril, às 21:45 uma estreia ocorreu no Caminhos. Pela primeira vez os cinemas NOS do Forum Coimbra exibiram uma sessão do festival, com a inauguração a caber à selecção de reposições, a oportunidade alternativa para todos os públicos conseguirem recuperar o que não conseguiam assistir. A Lei da Gravidade, exibido na sessão de abertura do festival, e o Volume III de Mil e Uma Noites foram as obras escolhidas para a repetição em estreia nos cinemas NOS.
Ao final de cada sessão o público é incentivado a atribuir uma classificação às obras que acabou de ver. O filme, ou filmes, com melhor cotação da audiência será galardoado com o Prémio do Público atribuído na cerimónia de encerramento a decorrer no dia 4 de Dezembro no Teatro Académico de Gil Vicente.
Amanhã será precisamente ao Teatro Académico Gil Vicente que aporta a Selecção Caminhos, onde ficará até ao dia de encerramento do festival.
