Com várias opiniões e pontos de vista em cima da mesa, assim decorreu a primeira MasterSession da XXIV edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Dia 26, pelas 18h, na Sala do Carvão, foi posto em discussão o tema “A representação da crise no cinema português nos festivais de cinema europeus”.
Crónicas
No dia 25 de novembro, a XXIV edição do festival Caminhos do Cinema Português continuou a sua mostra na sala do Teatro Académico Gil Vicente numa sessão marcante. A curta-metragem “Terra Amarela”, de Dinis M. Costa e o filme “Carga”, de Bruno Gascon, fizeram sucesso graças à crua realidade que representam.
No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, a sessão das 21h45 incidiu sobre o tema do tráfico humano, e contou com a presença do respetivo realizador da curta Dinis M. Costa e a produtora Carolina Castro Almeida, bem como com a presença de Bruno Gascon, realizador do filme “Carga” e de Joana Domingues, produtora.
Albinismo, africanidade, sentimento de presença e o valor da família marcam tarde de dia 25
2018-11-25As exibições iniciaram-se pelas 15H no Teatro Académico Gil Vicente (TAGV), com a Seleção Caminhos. “Anteu” de João Vladimiro e “A Árvore” de André Gil Mata foram os escolhidos para a sessão. “Anteu” conta a história de uma criança, Anteu, que vive numa pequena aldeia, da qual, aos 17 anos se torna no único habitante. Um dia, na sua solidão, apercebe-se que não terá ninguém para o enterrar e decide que terá de ser ele mesmo a fazê-lo. “A Árvore”, por sua vez, retrata um cenário de guerra e mostra o percurso de uma criança e de um homem, que se encontram na solidão e partilham um segredo.
Próximos do Jubileu que com certeza marcará a vida deste evento, orgulhamo-nos de trazer a Coimbra de forma ininterrupta e contínua o melhor do que se faz no cinema português. Consideramos que ao longo de 24 edições alcançamos um equilíbrio programático que reflete todos os géneros e feitios que caracterizam a produção de cinema no país, procurando de forma equitativa dar-lhe um espaço e públicos, que anseiam por ele, ou que lhes permite a descoberta do mesmo. Sem seccionismos, elitismos ou proselitismos tentamos manter coerente a identidade que nos caracteriza desde sempre: mostrar todo o cinema português.
Nesta primeira noite da 24ª Edição de “Caminhos do Cinema Português”, o ponto de encontro foi o Teatro Académico Gil Vicente (TAGV). Com as portas abertas ao público, não demorou muito até que a multidão começasse a convergir para o que seria o início de um belo serão. De estudantes a profissionais, dos mais curiosos aos mais experientes, o festival acolheu, de braços abertos, cinéfilos de todas as idades. Da mesma forma, a sétima arte viria, como se percebeu pelo ambiente vivido, a ser acarinhada por todos os seus amantes que por cá passaram. Acabada de chegar à cidade dos estudantes, sua velha conhecida de edições anteriores, a magia do cinema português voltou a fazer-se notar.
A XXIV edição do festival Caminhos do Cinema Português iniciou a competição em Coimbra no dia 24 de novembro. Trouxe à cidade pessoas dos mais variados pontos do país, para este que é o único festival do género, desta dimensão, da região centro.
Começou a XXIVª edição do Caminhos do Cinema Português, o mais antigo festival de cinema do país dedicado, na sua matriz, à divulgação do cinema nacional e que terá mais uma vez lugar no TAGV – Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra e que irá durar até ao próximo dia 01 de Dezembro data na qual serão conhecidos todos os vencedores da edição.