Chegados a Março, os formandos do curso de cinema “cinemalogia” vêem chegar a hora da verdade e têm de colocar em prática os seus conhecimentos. É a etapa fulcral onde a pré-produção se encontra com a produção efectiva da obra fílmica, sendo necessário responder a todas as necessidades estéticas e artísticas, sem menosprezar as condições técnicas e logísticas, possíveis de atingir num de âmbito formativo, atendendo à especificidade do guião desenvolvido pelos alunos.
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Aproximamos-nos cada vez mais da derradeira etapa de materialização do argumento de “A Costureirinha” num filme. Antes de entrarmos em rodagem desta curta metragem, produzida no âmbito da XIX Semana Cultural da Universidade de Coimbra, ainda há um largo campo de trabalho por definir. A 25 de fevereiro recebemos a visita de Helena Batista.
Há uns anos quando Kiarostami nos mostrou o público de Shirin, ficámos com uma visão diferente daquilo que era cinema e espectador, do que era a catarse e o sentimento expresso na face daquele que se isola acompanhado na sala de projecção. André Gil da Mata consegue ir mais longe, indo até à sala de projecção mostrando-nos Sena e o seu quotidiano de projecionista jugoslava, com o amor pelo cinema e pela memória colectiva da arte cinematográfica com o pretexto e metáfora de Eva Ras.
Os Caminhos estendem a passadeira vermelha no dia 26 pelas 21h45 no TAGV para conhecer os grandes vencedores da seleção caminhos e da seleção ensaios. Esta última sessão é o culminar de 8 dias de festival, onde o público fica a conhecer oficialmente todos os vencedores das mais diversas categorias apreciadas pelos diversos grupos de jurados desta edição.
Nunca é Tarde, curta-metragem produzida no âmbito da 4.ª do Curso Cinemalogia ‘da ideia ao filme’, promovido pelo Festival Caminhos Cinema Português, integrou a Seleção Panorama Português Avanca Film Festival 2016 – Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia” e a Selecção “Escolas” do Figueira Film Art. Em novembro será exibido em novembro no festival YMotion – Concurso e Mostra de Cinema Jovem, em Famalicão, e em Leiria na Selecção Ensaios dos Caminhos do Cinema Português.
Em Braga iremos participar numa noite inteiramente dedicada ao cinema, que contará com a presença de Vítor Ferreira, diretor do Festival Caminhos do Cinema Português e Pedro Magano, realizador do documentário “Irmãos”. Da programação farão parte duas curtas metragens produzidas no âmbito do Curso de cinema Cinemalogia ‘da ideia ao filme’, Paloma e Nunca é Tarde, e posterior exibição do documentário Irmãos vencedor do Grande Prémio ‘Portugal Sou Eu’ do festival Caminhos do Cinema Português.
Decorre até 24 de Fevereiro uma extensão do festival Caminhos do Cinema Português na cidade alentejana de Castro Verde. Tendo início a 10 de Fevereiro, a exibição de algumas das obras que fizeram parte da selecção do ano passado estará em exibição ainda em sessões nos dias 17 e 24 deste mês.
A organização do festival Caminhos do Cinema Português repete a colaboração do ano passado com a Câmara Municipal de Torres Novas e apresenta uma selecção da melhor Sétima Arte Nacional em Extensão do festival.
