Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — nem sempre ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. Esta abertura a novos olhares é um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e para ampliar os modos de ver, interpretar e pensar cinema. Acreditamos que o diálogo entre espectadores de diferentes áreas, idades e experiências enriquece a reflexão sobre as obras e torna o festival mais permeável ao mundo que o rodeia.
De «O melhor dos Mundos», por Rita Nunes, com a atriz Sara Barros Leitão, à obra de Edgar Pêra que imagina uma correspondência impossível entre Fernando Pessoa e H.P. Lovecraft, há muito para ver! E ainda podem participar numa masterclass com Bruno Caetano, o produtor de «Ice Merchants» e «O Misterioso Crime do Senhor Jacinto».
21 NOV | O quotidiano que nos preocupa: do envelhecimento aos problemas atuais da juventude
2025-11-20O penúltimo dia do Festival Caminhos do Cinema Português propõe uma viagem entre geografias e estados de espírito — do Norte de Portugal à Grécia, do realismo íntimo à mitologia, da solidão à procura de sentido. Um dia de encontros entre casa e exílio, amor e desencanto, fé e dúvida. E já reservou lugar para a Cerimónia de Encerramento? Pode fazê-lo aqui.
Corpos em Cena: Caminhos abre debate sobre ética, desejo e intimidade no cinema português
2025-11-19Da sensibilidade cinematográfica de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, à presença performativa e metamórfica de Ssel Marquesa, passando pela experiência ética e técnica de Stéphanie Breton, esta mesa reúne realizadores, performers e uma especialista em intimidade para pensar o corpo, o desejo e as suas políticas de representação.
O Festival Caminhos do Cinema Português entra no seu sexto dia com uma programação marcada pela energia da música, pela memória cultural e pelas vozes marginais que o cinema traz para o centro. Entre Cabo Verde, São Paulo e Coimbra, o dia de quinta-feira — 20 de novembro — propõe uma viagem sonora e emocional: do ritmo afro de Orlando Pantera ao techno português dos anos 90, do silêncio do luto à pulsação da dança.
O dia 19 de novembro no Festival XXX Caminhos do Cinema promete uma programação imersiva, com destaque em obras que atravessam experiências culturais, reflexões históricas e narrativas de impacto emocional. As sessões no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) e na Casa do Cinema de Coimbra (CCC), ganham ainda mais cor com a presença de realizadores e convidados especiais, que fomentam conversas envolventes e perceções introspetivas profundas sobre os filmes exibidos.
O Caminhos acolhe hoje a exibição de «Tapete Voador», de Justin Amorim, às 18h45 no TAGV, do Dia Europeu para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual. A sessão integra o conjunto de curtas-metragens do festival. Leia aqui a crítica de Vasco Andrade ao filme.
A programação de 18 de novembro no Festival XXX Caminhos do Cinema reflete a profundidade e a diversidade do cinema contemporâneo, desde narrativas históricas e ficcionais até produções ousadas que exploram identidade, amor e resistência. Alguns destaques dos filmes e atividades num dia onde ainda há lugar para a masterclasse «Atuar Entre Gerações e Culturas», com Valerie Braddell
O Festival Caminhos do Cinema Português chega ao seu quarto dia com uma programação dedicada à memória do cinema português — às suas figuras fundadoras, às suas casas de criação e ao gesto material de projetar imagens em sala.
Uma proposta entre a poesia, a memória e o renascimento. O filme é apresentado em estreia mundial no dia 18 de novembro, terça-feira, às 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente. No final da exibição, será possível conversar com o realizador e com os atores Ana Moreira e Miguel Guilherme.
17 NOV | Mulheres, memória e arquitetura: um dia de olhares sobre o corpo, a casa e o gesto criador
2025-11-16Uma forte presença feminina, tanto na autoria como nas histórias que chegam ao ecrã — mas também um diálogo profundo com a arquitetura e o espaço habitado, onde o cinema observa como se constroem vidas, casas e identidades. De manhã à meia-noite, o programa oferece uma viagem entre o íntimo e o estrutural, entre o gesto da criação e a memória coletiva.
A sessão de abertura da 31.ª edição dos Caminhos do Cinema Português, que decorreu na noite de 15 de novembro na Sala Afonso Henriques, no Convento de São Francisco, confirmou uma vez mais a força do cinema nacional e a importância de manter vivas as salas, os públicos e os territórios que dão corpo ao setor. As entidades parceiras presentes sublinharam o papel único do festival, que este ano volta a ultrapassar fronteiras e a chegar a Lisboa, Mealhada e Penacova.
Entre debates e projeções, mestres e estreantes, erotismo e reflexão política, o dia 16 de novembro celebra o cinema português na sua diversidade plena. Um domingo de encontros, descobertas e diálogo — onde o cinema volta a ser o espaço onde o país se pensa e se projeta.
A TELA — Associação Nacional de Festivais de Cinema será apresentada publicamente no dia 16 de novembro, domingo, pelas 15h00, no Estúdio 1 das Galerias Avenida, em Coimbra, no âmbito do Festival Caminhos do Cinema Português.
Reunindo registos do Alentejo, «As Estações», novo filme de Maureen Fazendeiro, é apresentado pela realizadora no domingo, 7 de dezembro, às 16h40, na Casa do Cinema de Coimbra. A sessão inclui um momento de perguntas e respostas com a cineasta, dinamizado pelo investigador André Tomás Santos.
A Casa do Cinema de Coimbra apresenta «Zootrópolis 2», de Jared Bush e Byron Howard, na sua próxima matiné infantil, no domingo, 18 de janeiro, às 14h30. Com bilhetes a 3 € e exibida na versão portuguesa, a segunda parte da animação revisita a metrópole animal com humor, ação e mensagens sobre parceria e compreensão.












