Quinto dia dos Caminhos do Cinema Português e o Teatro Académico Gil Vicente volta a receber um conjunto de obras cinematográficos dos mais variados géneros.
O Teatro Académico Gil Vicente recebeu, no dia 27 de novembro, mais uma sessão de filmes que prendeu o público ao grande ecrã com sorrisos e gargalhadas “Maria”, uma curta-metragem, de Catarina Neves Ricci, e a longa-metragem “Cabaret Maxime”, de Bruno de Almeida, trouxeram dezenas de pessoas à sala do TAGV, muitos deles fidelizados ao evento há largos anos, num gesto público de afecto e apoio pelo cinema português.
O final de tarde do dia 27 de novembro no Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) ficou marcado por três curtas metragens envolventes e dignas de emocionar qualquer um e uma longa metragem repleta de suspense e mistério, contando com duas estreias nacionais nesta sessão.
Foi num ambiente de intimidade que foi possível assistir à exibição de sete ensaios na sessão das 17h30 do dia 27 de novembro nos Cinemas NOS do Centro Comercial Alma Shopping. Foi na diferença de cada um dos ensaios que se fez perceber a importância de mais uma edição dos Caminhos do Cinema Português (CCP).
A 26 de Novembro, no terceiro dia da jornada cinematográfica, que é o Festival dos Caminhos do Cinema Português, o Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) foi a casa das três últimas e impactantes produções da noite, “Agouro“, “Russa” e “Terra Franca“. A sala abriu-se a todos aqueles que quisessem cultivar o seu gosto pelo cinema, tendo a presença incidido numa faixa etária mais adulta.
Com várias opiniões e pontos de vista em cima da mesa, assim decorreu a primeira MasterSession da XXIV edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Dia 26, pelas 18h, na Sala do Carvão, foi posto em discussão o tema “A representação da crise no cinema português nos festivais de cinema europeus”.
Os Caminhos do Cinema Português lamentam que alguns filmes não tenham sido exibidos nas condições ideais e que o espetador não tenha tido a experiência desejada, no entanto, estamos a fazer de tudo para que possam vivenciar as obras tal e qual elas são e como elas foram idealizadas.