Ainda que evitando uma abordagem política, todos podem reconhecer uma vasta e rica personalidade na cultura espanhola, desde Madrid à Galiza, na Catalunha, ou no País Basco e Andaluzia. Cada região tem as suas próprias idiossincrasias e ultimamente, na Catalunha, tem emergido um grande movimento popular que está a dar passos no que concerne à sua separação do Estado Espanhol. A emergência deste movimento deve-se a inúmeros fatores; a crise, a política, desavenças económicas e sociais entre o governo catalão e o governo central espanhol, etc., e no entanto tem vindo a redescobrir contextos históricos, culturais e linguísticos que hoje, mais do que nunca, se entranham nos discursos alheios.
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A organização dos Caminhos Film Festival vem por este meio repudiar a destruição de um outdoor colocado na Praça da República, em Coimbra na madrugada do dia 10. Não satisfeitos com a destruição infligida inicialmente, o outdoor voltou a ser vítima de mais um ataque a noite passada, o que reforça um acto de simples violência gratuita.
A organização do Caminhos Film Festival já anunciou a composição do júri do festival, que este ano realiza a sua XXII edição entre os dias 19 e 26 de Novembro em Coimbra e Leiria.
A equipa do júri oficial é composta por caras bem conhecidas do grande público, e abrangem áreas como a música, a literatura e claro está, o cinema.
O Festival Caminhos do Cinema Português alia-se ao Município de Montemor-o-Velho para mostrar que há muito tempo que sabemos que o que é nosso, que o que é nacional, é mesmo muito bom. Por isso, dia 23 de julho, às 22h, o Castelo de Montemor-o-Velho irá receber uma sessão de cinema ao livre em que serão exibidos “Florbela”, de Vicente Alves do Ó, e “Vicky & Sam”, de Nuno Rocha.
A entrada é gratuita e, para além do bom cinema feito por realizadores portugueses, a sala é única no país e oferece uma paisagem inesquecível.
Proporcionar uma experiência cultural fora do comum e acessível a todos são também alguns dos propósitos da ação “Castelo Sente” promovida pelo Município de Montemor-o-Velho.
Os Caminhos do Cinema Português associaram-se ao Projecto Há Baixa na preservação da memória colectiva da cidade de Coimbra. Iniciado em 2011 o Curso de Cinema Cinemalogia ‘da Ideia ao filme’ tem promovido o ensino e a produção de Cinema na região Centro. Esta iniciativa inédita no resto do país criou uma comunidade heterogénea de novos cineastas um pouco por todo o país.
Após um breve intervalo entramos agora nas três últimas etapas propostas pela 5º edição do Curso de cinema, Cinemalogia ‘da ideia ao filme’. De novembro do ano passado fomos produzindo e re-escrevendo a história de Alexandre Neves que durante o processo de edição de um livro re-descobre, no meio dos pertences de seu pai, uma nova história do conceituado humanista e professor universitário Joaquim Neves. Como reagirá Alexandre? Entregará todo o material encontrado à editora ou não?
Em Braga iremos participar numa noite inteiramente dedicada ao cinema, que contará com a presença de Vítor Ferreira, diretor do Festival Caminhos do Cinema Português e Pedro Magano, realizador do documentário “Irmãos”. Da programação farão parte duas curtas metragens produzidas no âmbito do Curso de cinema Cinemalogia ‘da ideia ao filme’, Paloma e Nunca é Tarde, e posterior exibição do documentário Irmãos vencedor do Grande Prémio ‘Portugal Sou Eu’ do festival Caminhos do Cinema Português.
Em abril começámos o percurso final da produção de uma obra cinematográfica. A pós-produção engloba o tratamento de todos os brutos de som e imagem produzidos ao longo de uma rodagem. Nesta fase é essencial a organização de todo o material imagético e sonoro bem como a consistência estética de toda a obra.

