No âmbito da 31.ª edição do Caminhos do Cinema Português, inaugura no dia 15 de novembro, às 15h, a exposição «Nem Musa, Nem Sombra», no Estúdio 1 (7.º piso, Edifício Avenida). A mostra permanecerá aberta ao público, mediante marcação, durante todo o festival, celebrando e dando visibilidade às mulheres que constroem o cinema e o audiovisual em Portugal — diante e atrás da câmara.
Programação
O Festival Caminhos do Cinema Português inicia no sábado, 15 de novembro, a sua 31.ª edição, dando desde logo nota da diversidade de atividades que se estendem por vários espaços da cidade e se dirigem a todos os públicos.
Ao longo de oito dias, Coimbra volta a afirmar-se como o epicentro do cinema nacional, com uma programação que inclui mais de 110 filmes, a realização de masterclasses e mesas-redondas e a inauguração de uma exposição dedicada ao trabalho das mulheres no cinema português. Toda a informação está disponível em caminhos.info.
Uma proposta, fora de horas, do Caminhos com filmes que exploram o erotismo, o terror, a violência, o prazer e o perigo. Sessões para espectadores inquietos, com filmes para quem aceita entrar no escuro.
Penacova volta a integrar o Festival Caminhos do Cinema Português, acolhendo sessões entre 15 e 22 de novembro no Auditório Municipal. Filmes provenientes de várias secções do festival — Seleção Caminhos, Ensaios, Turno da Noite, Filmes do Mundo e Caminhos Juniores — compõem uma programação que percorre diferentes territórios cinematográficos, com sessões de animação, curtas-metragens, cinema de terror e longas-metragens para o público em geral.
Casa do Cinema de Coimbra traz sessão especial em dose dupla de «A Memória do Cheiro da Coisas»
2025-11-06Na próxima quinta-feira, 6 de novembro, a Casa do Cinema de Coimbra acolhe uma sessão especial em dose dupla do filme <<A Memória do Cheiro das Coisas>>, realizado por António Ferreira. As exibições serão às 19h15 e 21h45, e contarão com a presença do elenco e da equipa técnica, que participarão numa conversa com o público após a exibição.
O cinema como fronteira móvel — onde a criação portuguesa dialoga com novas geografias, novas vozes e novas formas de imaginar. São filmes que falam de identidade, colonialismo e pertença, de violência e cuidado, de sonhos e assombrações, de corpos que resistem e reinventam o seu lugar.
Outros Olhares: do cinema para o ensaio, o arquivo, o teatro, a literatura e a instalação.
2025-11-05O cinema como palco para as mais diversas artes, num diálogo interdisciplinar constante. Destacamos o explícito diálogo entre o cinema e o teatro (em «Memórias do Teatro da Cornucópia», de Solveig Nordlund), a instalação («Ouro e Cinza», de Salomé Lamas), a fusão de escrita e a realização («Fuck the Polis» de Rita Azevedo Gomes), ou mesmo o cruzamento entre Paula Rego e literatura com «As Meninas Exemplares», de João Botelho.
No sábado, 1 de novembro, às 16h15, a Casa do Cinema de Coimbra recebe o produtor de «O Riso e a Faca», Tiago Hespanha, para uma exibição especial da nova longa-metragem de Pedro Pinho. A antropóloga sócio-cultural Cristina Sá Valentim conduz uma conversa com o cineasta após a sessão.
Adaptação da literatura, «As Aves», filme de Pedro Magano, é exibido em sessão especial na terça-feira, 28 de outubro, às 19h, na Casa do Cinema de Coimbra. Acompanhado do produtor Pedro Sá, o cineasta conversa com o investigador Salvador Tito após a projeção.








