Notícias

Reservas de Grupos

Olhando a uma melhor promoção e reflexão em torno do cinema português junto do público juvenil os Caminhos do Cinema Português disponibilizam, no seu site, inscrições especiais para grupos escolares. As sessões dedicadas ao público juvenil serão realizadas no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra, de 26 a 30 de novembro às 15h00.

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Voluntariado

Os Caminhos do Cinema Português são um conjunto de atividades que culminam na forma do único festival generalista dedicado à filmografia nacional. É igualmente o maior festival realizado em contexto universitário. Iniciaram-se estes caminhos em 1988 na forma de mostra, realizando-se as três primeiras edições até 1990, sendo retomados sob a forma de festival em 1997. Desde então têm promovido a cinematografia nacional acompanhando o seu crescimento. Apresenta-se com duas secções competitivas onde atribui 26 prémios e várias secções paralelas. Presentemente o festival é o único evento que coloca em competição não só a filmografia profissional e académica, mas também todos os contributos técnicos que permitem a materialização do cinema contemporâneo português. Para além da exibição os Caminhos promovem um conjunto de atividades de formação e investigação prática e teórica sobre a sétima arte. Estão abertas as inscrições para voluntariado no festival até 1 de Novembro.

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Inscrições abertas para Fusões no Cinema

É a 23 e 24 de Novembro, em São João da Madeira que os Caminhos do Cinema Português e a Universidade Aberta, promovem a 5.ª edição do Simpósio “Fusões no Cinema”. As inscrições para comunicações estão abertas até 15 de setembro, sendo que o público tem inscrição gratuita. 

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Últimas horas do Call for Movies

Desde 1 de maio está a decorrer o Call for Movies da XXIV Edição dos Caminhos do Cinema Português, terminando oficialmente amanhã, 31 de julho.

Dedicada essencialmente às produções nacionais realizadas desde o final do prazo de inscrições da XXIII Edição do festival, a organização do festival convida todos os produtores, realizadores e criadores portugueses a concorrerem às secções competitivas e paralelas existentes no festival. As duas Secções competitivas diferem no tipo de obras que acolhem, mas têm o mesmo objetivo, a promoção de todo o Cinema Português.

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A Cision Portugal e o festival Caminhos do Cinema Português

A Cision Portugal e os Caminhos do Cinema Português renovaram a parceria existente tendo em vista a XXIV edição do único festival de cinema em Portugal dedicado às produções nacionais.

Depois de terem firmado uma parceria na XXIII Edição do festival, procurando perceber qual o impacto mediático do festival junto do público português, esta é uma relação que renovou agora os seus laços.

A Cision é hoje líder de mercado em software e serviços de Relações Públicas, fornecendo serviços a algumas das maiores marcas mundiais como forma de compreender o impacto das mesmas.

Para Vítor Ferreira, diretor do festival, “a associação a uma empresa de referência no que concerne à avaliação e medição da sua comunicação e a dos impactos comunicacionais daí resultantes é extremamente importante”. Num mundo cada vez mais digital e viciado em dados, Vítor Ferreira acrescenta ainda que “Os eventos e as realizações culturais têm de conhecer profundamente estes dados por forma a otimizar a sua comunicação, mas igualmente como forma de o evento crescer alicerçando este crescimento nos resultados efetivos de um evento ou projeto, garantindo parcerias mutuamente benéficas e eliminado as associações ad hoc”. Uriel Oliveira, vice-presidente da Cision Portugal, completa que “A nossa pareceria com os Caminhos do Cinema Português, para além de reforçar a ligação que temos à cultura portuguesa, permite-nos partilhar o mesmo espaço de comunicação dos nossos clientes e potenciais clientes, pelo que é uma excelente oportunidade para partilhar o nosso trabalho e demonstrar o valor gerado pelos nossos serviços”

Na edição de 2018 do festival, a Cision volta a ter o seu naming atribuído a um dos prémios principais do festival – Prémio do Júri de Imprensa, constituído por um painel de individualidades, quer nacionais, quer estrangeiras, de reconhecido mérito e provenientes de diferentes órgãos de comunicação social. O Prémio de Imprensa CISION visa premiar o rigor e a ousadia estética, nos planos narrativos, imagéticos ou sonoros. Pretende-se, assim, valorizar a produção nacional numa perspectiva artística, que é uma das suas valências mais expressivas.

A XXIV edição dos Caminhos do Cinema Português decorrerá de 23 de novembro a 1 de dezembro, novamente, na cidade de Coimbra.

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Nota de Pesar pelo Falecimento de António Loja Neves

Foi com uma enorme tristeza que a organização do Caminhos do Cinema Português tomou conhecimento do falecimento do amigo António Loja Neves.

Na memória, ficam os momentos de amizade e de partilha com alguém que sempre esteve presente e que deixa a sua marca na história do nosso festival. Desde o primeiro dia que o António procurou trazer aos Caminhos uma mostra de cinema de expressão portuguesa, encetando contactos e criando soluções que nos permitiram exibir obras primas.

Fica o nosso eterno agradecimento e os mais sinceros votos de pesar à família.

O Mundo do Cinema Português perdeu hoje um dos seus grandes defensores.

Até sempre!

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Miguel Martins partilha experiências da Pós-Produção de Som

No próximo fim de semana de 28 e 29 de abril os Caminhos do Cinema Português promovem o módulo de Pós-Produção de Som com o Sound Designer e Recording Mixer Miguel Martins. O plano de trabalho para este módulo engloba várias fases deste processo, começando por definições de estrutura de som para cinema, descrição de processo de trabalho e membros de equipa da pós-produção de som. Durante o decorrer do módulo demonstrar-se-á vários exemplos que explicam o processo e mostram resultados de cada etapa de finalização aplicado em situações de referência em filmes concluídos bem como no trabalho desenvolvido ao longo do curso.

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QUE FAREMOS NÓS COM ESTAS IMAGENS?

A oitava edição do curso de cinema “Cinemalogia” entra agora na sua última fase: a pós-produção. Depois da formação teórica, seguiu-se a veia mais prática deste curso de cinema documental, na qual os formandos tiveram a oportunidade de produzir um documentário com base no tema da 20ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra, “As casas, oh as casas”.

Concluída a rodagem, a pós produção é a etapa subsequente, pautando-se pelas fases de montagem, edição e finalização, designadamente no que toca ao áudio, à imagem e à correção de cor, contando com a orientação do montador Tomás Baltazar, do colorista Nuno Garcia ou dos designers de som Luís Antero e Miguel Martins. Restam ainda 72 horas de formação, entre os dias 7 e 29 de abril, para conhecer e aprender os vários passos desta fase final da produção de uma obra cinematográfica, conjugando-se o saber teórico com o saber prático aplicado no desenvolvimento de um documentário. Há ainda espaço para estudar os procedimentos e mecanismos inerentes à distribuição de cinema e como se estabelecem os circuitos comerciais e de festival dos filmes.

As inscrições continuam abertas em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao.

Retomamos as etapas formativas e, consequentemente, iniciamos a pós-produção do documentário dedicado ao tema “As casas, Oh as casas”, com os módulos de Design de Som e de Montagem de Som e Imagem. O primeiro, a decorrer no dia 7 de abril, é coordenado pelo fonografista Luís Antero e tem como objetivo primordial mostrar a importância do som enquanto elemento diegético e a sua capacidade de incorporar camadas de significação. Será explorada a relação entre a perspetiva das paisagens sonoras e da relação destas com o indivíduo e os lugares, a sua identidade, o seu ambiente e com o próprio cinema, denotando a importância do som no quotidiano. A montagem do som e da imagem produzidos começa no dia seguinte. É com o montador Tomás Baltazar que, ao longo de 24 horas, se estruturará toda a narrativa criada, bem como serão abordados os aspetos artísticos e estéticos e a continuidade no espaço e no tempo. O módulo encerra com a preparação do material da curta-metragem para a correção de cor.

Luís Antero

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 Tomás Baltazar
É no fim de semana seguinte, a 21 e 22 de abril, com Nuno Garcia, que se iniciará a abordagem aos prin­cí­pios da cor­re­ção de cor usando a ferramenta BlackMagic Resolve, assim como os for­ma­tos e câma­ras de vídeo digi­tais. Do ponto de vista prá­tico, será rea­li­zado o acom­pa­nha­mento da cor­re­ção de cor e pro­du­ção dos efei­tos digi­tais neces­sá­rios ao pro­jeto do documentário pro­du­zido pelos alu­nos, sendo con­tra­posto com exem­plos de pla­nos de fil­mes em que o for­ma­dor cola­bo­rou.

Colour Grading é o pro­cesso de alte­rar e melho­rar a cor de uma ima­gem, fixa ou em movi­mento, atra­vés de pro­ces­sos fotoquímicos, eletró­ni­cos ou digi­tais. Neste pro­cesso, é pos­sí­vel melho­rar ou até repa­rar a ima­gem obtida aquando das roda­gens, intro­du­zindo efei­tos sobre o plano. O seu pro­pó­sito é aju­dar a criar ou refor­çar o ambi­ente nar­ra­tivo do filme na esté­tica dos qua­dros que atra­ves­sam uma obra cine­ma­to­grá­fica. Não é uma etapa con­clu­siva e inde­pen­dente do resto da pro­du­ção, mas este tra­ba­lho começa logo na pre­pa­ra­ção da roda­gem, sendo o Dire­tor de Foto­gra­fia res­pon­sá­vel por pla­near e criar qua­dros capa­zes de arma­ze­nar o máximo de infor­ma­ção lumi­nosa pos­sí­vel, tanto nas altas como nas bai­xas luzes. É a par­tir de uma ima­gem ​flat que pode­mos ele­var a com­po­si­ção visual a outro pata­mar e expo­nen­ciar a expres­são fíl­mica.

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 Nuno Garcia

Essencial à vida de um filme é o seu processo de distribuição. No dia 25 de abril, a produtora Maria João Mayer irá partilhar a sua experiência sobre os processos promocionais e a participação no circuito de festivais de cinema e no circuito comercial. Maria João Mayer é produtora cinematográfica há mais de 10 anos e já trabalhou com alguns dos cineastas portugueses mais reconhecidos como Manoel de Oliveira, Fernando Lopes ou Margarida Cardoso.

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Maria João Mayer
A última etapa prática deste curso ocorre no módulo de Pós-Produção de Som lecionado pelo sound designer Miguel Martins. Pretende-se que os formandos compreendam os processos de dobragem, mistura e conclusão do processo sonoro do filme produzido. O plano de trabalho apresenta as definições de estrutura de som para cinema e os processos de trabalho e membros de equipa envolvidos. Miguel Martins é sound designer e recording mixer. Trabalhou em mais de 80 curtas e longas metragens. Foi também diretor musical, tendo feito sound design para rádio, publicidade, animação e cinema. Obteve uma distinção pela European Film Association com o prémio Best Sound Design 2015.

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Miguel Martins
Concluindo a formação teórica e o curso, realiza-se o módulo de Estruturas Narrativas com Daniel Ribas, servindo de reflexão sobre o trabalho prático desenvolvido ao longo do curso. O formador partirá da forma como a narrativa é organizada no contexto cinematográfico, elaborando o conceito de narrativa fílmica e da maneira como o cinema toma sentido para o espetador, culminando com o delinear da estrutura dessa narrativa, dividida nos modelos de longa e curta-metragem. Daniel Ribas é diretor e programador do Porto/Post/Doc e professor de cinema da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. É Doutor em Estudos Culturais pelas Universidades de Aveiro e do Minho.

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Daniel Ribas

Os próximos módulos do “Cinemalogia” decorrerão no Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra.

Mais informações estão disponíveis em www.caminhos.info/cinemalogia.

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Que faremos nós com estas imagens?

A oitava edição do curso de cinema “Cinemalogia” entra agora na sua última fase: a pós-produção. Depois da formação teórica, seguiu-se a veia mais prática deste curso de cinema documental, na qual os formandos tiveram a oportunidade de produzir um documentário com base no tema da 20ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra, “As casas, oh as casas”.

Concluída a rodagem, a pós produção é a etapa subsequente, pautando-se pelas fases de montagem, edição e finalização, designadamente no que toca ao áudio, à imagem e à correção de cor, contando com a orientação do montador Tomás Baltazar, do colorista Nuno Garcia ou dos designers de som Luís Antero e Miguel Martins. Restam ainda 72 horas de formação, entre os dias 7 e 29 de abril, para conhecer e aprender os vários passos desta fase final da produção de uma obra cinematográfica, conjugando-se o saber teórico com o saber prático aplicado no desenvolvimento de um documentário. Há ainda espaço para estudar os procedimentos e mecanismos inerentes à distribuição de cinema e como se estabelecem os circuitos comerciais e de festival dos filmes.

As inscrições continuam abertas em www.caminhos.info/cinemalogia/inscricao.

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