O Festival Caminhos do Cinema Português chega ao seu quarto dia com uma programação dedicada à memória do cinema português — às suas figuras fundadoras, às suas casas de criação e ao gesto material de projetar imagens em sala.
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Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Vasco Andrade escreveu sobre o filme que vai ser exibido no dia 18 de novembro, terça-feira, às 14h45, na Casa do Cinema de Coimbra.
Uma proposta entre a poesia, a memória e o renascimento. O filme é apresentado em estreia mundial no dia 18 de novembro, terça-feira, às 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente. No final da exibição, será possível conversar com o realizador e com os atores Ana Moreira e Miguel Guilherme.
Esta terça-feira, dia 17 de novembro, sugerimos-lhe que descubra o significado da relação “9/10” (Ricardo Vieira Lisboa) – sinónimo de “cânone” para Almada Negreiros, mas de “revolta e mágoa” para o autor desta curta-metragem que vai marcar presença nesta sessão da Seleção Ensaios (15h).
Propomos-lhe de igual forma que descubra o que poderão Salazar e o conde Drácula ter em comum. Nas palavras de Pedro Réquio, realizador de “Salazácula“: “Não fazemos a menor ideia”. Mas tal nem por isso o impediu de unir os dois imaginários.
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Vasco Andrade escreveu sobre o filme que vai ser exibido no dia 18 de novembro, terça-feira, às 17h00, no Teatro Académico de Gi Vicente..
17 NOV | Mulheres, memória e arquitetura: um dia de olhares sobre o corpo, a casa e o gesto criador
2025-11-16Uma forte presença feminina, tanto na autoria como nas histórias que chegam ao ecrã — mas também um diálogo profundo com a arquitetura e o espaço habitado, onde o cinema observa como se constroem vidas, casas e identidades. De manhã à meia-noite, o programa oferece uma viagem entre o íntimo e o estrutural, entre o gesto da criação e a memória coletiva.
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Ana Catalão, estudante da Licenciatura em Estudos Artísticos/FLUC, escreveu sobre um dos filmes da Seleção Ensaios, que vai ser exibido no dia 17 de novembro, segunda-feira, às 14h45, na Casa do Cinema de Coimbra.
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Alexandra Capelo, estudante da Licenciatura em Estudos Artísticos/FLUC, escreveu sobre um dos filmes da Seleção Ensaios, que vai ser exibido no dia 17 de novembro, segunda-feira, às 14h45, na Casa do Cinema de Coimbra.
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Vasco Andrade escreveu sobre o filme que vai ser exibido no dia 18 de novembro, terça-feira, às 18h45, no Teatro Académico de Gil Vicente.













