Na secção Outros Olhares, dedicada a obras que estabelecem pontes entre o cinema e outras disciplinas artísticas, desafiando e expandindo os limites da linguagem cinematográfica, o júri composto por Carolina Dias, Joaquim Pedro Pinheiro e Leonor Teles distinguiu o filme Memórias do Teatro da Cornucópia, de Solveig Nordlund, com o Prémio «CISION – Outros Olhares».
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Solveig Nordlund conquista o Prémio Outros Olhares com «Memórias do Teatro da Cornucópia»,
2025-11-15O reconhecimento internacional dos Caminhos do Cinema Português voltou a ser reforçado com a atribuição do Prémio FIPRESCI à longa-metragem «As Estações», de Maureen Fazendeiro, decisão tomada pelo júri internacional composto por José Teodoro (Canadá), Michael Ranze (Alemanha) e Yasmine Bouchfar (Marrocos).
A história que não se conta de D. Beatriz de Portugal é uma distinção que sublinha a forte presença temática feminina nesta edição do Festival.
O Prémio Universidade de Coimbra para Melhor Filme da Seleção Ensaios foi atribuído pelo Júri Universitário, constituído por Ana Miguel Regedor, Maja Kupczyk e Tomás Clemente Travelho, ao filme «The Good Woman», de Masha Mollenhauer (Hamburg Media School)
Uma que obra cativa «pela sua honestidade bruta e beleza de uma narrativa que sugere mais do que mostra, que nos faz ver para além do visível», na declaração oficial do júri.
A Casa do Cinema de Coimbra apresenta «Zootrópolis 2», de Jared Bush e Byron Howard, na sua próxima matiné infantil, no domingo, 18 de janeiro, às 14h30. Com bilhetes a 3 € e exibida na versão portuguesa, a segunda parte da animação revisita a metrópole animal com humor, ação e mensagens sobre parceria e compreensão.
Reunindo registos do Alentejo, «As Estações», novo filme de Maureen Fazendeiro, é apresentado pela realizadora no domingo, 7 de dezembro, às 16h40, na Casa do Cinema de Coimbra. A sessão inclui um momento de perguntas e respostas com a cineasta, dinamizado pelo investigador André Tomás Santos.
Este domingo, dia 15 de novembro, propomos-lhe uma tríade de reflexões relacionadas com a memória: a memória e a doença de Alzheimer, em “Mãos de Prata” (Catarina Gonçalves); as memórias do quotidiano captadas por câmaras de vigilância desprotegidas, em “Panopticon” (João Pedro Mateus); e uma memória quase em forma de tributo à vida de Cesina Bermudes, a obstetra anti-Estado Novo que introduziu os partos indolor em Portugal, em “Parto Sem Dor” (Maria Mire).
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. David Falcão escreveu sobre o filme da secção »Filmes do Mundo» que vai ser exibido no dia 16 de novembro, domingo, às 1qh45, no Teatro Académico de Gil Vicente.













